
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Johnnie Walker ganha garrafas que imitam porcelana chinesa

sexta-feira, 24 de junho de 2011
iPhone 5 trará novo design e pode chegar em agosto

domingo, 19 de junho de 2011
O avião de 2050



sexta-feira, 17 de junho de 2011
Roberto Carlos quer tirar 13º andar de prédio que lançou em SP
domingo, 12 de junho de 2011
A desativação das TVs analógicas
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Atenção consumidores: Americanas.com não vai bem

1 – Atraso na entrega de produtos
2 – Campeã de reclamações dos consumidores
Entre janeiro e maio deste ano, a B2W liderou o ranking entre as empresas que mais receberam reclamações dos clientes no estado de São Paulo – o maior mercado consumidor do país. Segundo o Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec), foram 2.688 reclamações, ou 5,64% do total, à frente das operadoras Claro e TIM, por exemplo. Apesar de ter sido suspensa pela Justiça de vender seus produtos no Rio de Janeiro por problemas de entrega, a empresa ficou na oitava posição entre as mais reclamadas no estado – o que não significa que seus clientes estejam satisfeitos.
3 – Perda constante de participação de mercado
Criada em 2006, a B2W viveu anos de conforto. Sem concorrentes de peso no comércio eletrônico na época de sua fundação, a empresa dominava mais da metade do setor. A situação, no entanto, começou a ficar mais difícil com a chegada dos tradicionais gigantes do varejo – Carrefour, Walmart e Pão de Açúcar – no comércio eletrônico, além dos milhares de sites de compras coletivas como Groupon e Peixe Urbano. Hoje, a B2W tem cerca de 30% de participação no mercado. Uma das mais recentes ameaças para a empresa é a NovaPontocom, que reúne todas as companhias de Abílio Diniz – Pão de Açúcar, Casas Bahia e Ponto Frio.
4 – Prejuízo nas contas
O ano começou mal para a B2W. No primeiro trimestre, a empresa teve prejuízo líquido de 1,6 milhão de reais, ante um lucro de 14 milhões obtidos um ano antes. No mesmo período, a empresa viu seu resultado financeiro líquido atingir a marca negativa em 78,7 milhões de reais, superior aos 62,3 milhões registrados no mesmo período de 2010, impactado pela reversão dos Ajustes a Valor Presente (AVP).
5 – Investimento no exterior para equilibrar resultados fracos no mercado interno
Em geral, uma empresa parte para a internacionalização quando sua posição no mercado doméstico está consolidada. A B2W, no entanto, inverte essa lógica. À medida que perde mercado no Brasil, aumenta os investimentos no exterior. Em novembro passado, a empresa anunciou que expandiria seus negócios para além das fronteiras brasileiras por meio das subsidiárias Ingresso.com e B2W Viagens para equilibrar os fracos resultados no Brasil. No período, o lucro recuou 75%.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Políticos terão 30 dias para se filiar a novas legendas, decide TSE

segunda-feira, 30 de maio de 2011
Ricardo Mansur, do Mappin, é condenado a 11 anos de prisão por fraude

sexta-feira, 27 de maio de 2011
BTG conclui compra do Panamericano
domingo, 22 de maio de 2011
Voo Rio-Paris: gelo é possível causa de acidente
domingo, 8 de maio de 2011
British Airways estuda comprar a TAP, diz jornal
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Sony acusa grupo de hackers Anonymous por ataques online
terça-feira, 3 de maio de 2011
FrigoBeto abaterá bovinos em Apucarana

Entra em operação nesta segunda-feira (09/05), em Apucarana, o Frigorífico Oregon S/A, que estará funcionando nas instalações da FrigoBeto Frigoríficos. Tendo como sócios do empreendimento os empresários londrinenses Maria Isabel Melo e Orestes Alvares Soldorio, a empresa irá abater 400 bovinos/dia. O negócio irá gerar, já nesta primeira etapa, 200 empregos diretos. O anúncio do investimento, cuja viabilidade contou com apoio da Prefeitura de Apucarana, foi feito na terça-feira (03/05) no gabinete municipal, em uma entrevista coletiva concedida pelo prefeito João Carlos de Oliveira (PMDB), vice-prefeito Antônio Waldemar Garcia (PSDB) e o empresário Nilson Umberto Sacchelli Ribeiro, procurador do empresário Nilson Alves Ribeiro, dono dos Frigoríficos FrigoBeto, que encontra-se na Europa. “É sempre uma felicidade presenciar empresários da cidade que trabalham pela cidade. Com isso Apucarana se fortalece economicamente ainda mais”, disse o prefeito João Carlos. O empreendimento apucaranense herdou todo o know-how internacional conquistado pelo abatedouro durante o período de operação da antiga King Meat, portanto, está apto a atingir não só todo o mercado nacional, mas também a exportar para a União Européia, Rússia e até países árabes. A operação de abate de equinos, tradicional atividade desenvolvida pelos Frigoríficos FrigoBeto deverá ser transferida para a unidade de Minas Gerais. Nilson Umberto Sacchelli Ribeiro, diz que o projeto para instalação do frigorífico de bovinos vem sendo discutido e avaliado desde que o abate de equinos foi suspenso em 2009, motivado pela desvalorização do câmbio e pelo impacto da crise mundial, que afetaram as exportações da empresa. “Com o aumento do consumo de proteínas no mundo, o mercado para carne bovina é crescente. O meu pai, que também é produtor de bovinos e um dos fundadores da Sociedade Rural de Apucarana, acabou reavaliando o mercado que está carente de novos frigoríficos para atender com qualidade a demanda interna e até internacional, e me pediu ainda em 2010 que fosse viabilizada a operação da planta da FrigoBeto em Apucarana com bovinos, diz. Segundo ele, a empresa inicia com todas as certificações necessárias junto ao Ministério da Agricultura e garantias necessárias na Vigilância Sanitária, para viabilizar suas operações tanto no mercado interno quanto na exportação. Sacchelli Ribeiro cita que, entre os mercados internacionais que em um futuro próximo devem ser atendidos pelo Frigorífico Oregon S/A estão a Europa, Rússia, Iraque e Irã. “Existem alguns contratos em estudo e que já estão sendo avaliados pela área comercial”, informa o empresário. Conforme o empresário apucaranense, o início do funcionamento do frigorífico vai colocar Apucarana em evidência no Estado, já que no Paraná são poucos os empreendimentos habilitados para exportação de carne bovina. Disse ainda que o investimento segue na contramão de outros 40 empreendimentos que estão com plantas paradas em todo o País. “O projeto vem recebendo incentivo político. O próprio governador Beto Richa ofereceu apoio ao investimento, ao conhecer a proposta que estava em estudo, reforçando que confia no trabalho que estava sendo desenvolvido para instalar o frigorífico em Apucarana”, ressalta. "A FrigoBeto vem investindo pesadamente desde meados de 2010 na adaptação da planta para o abate de bovinos. Chegamos a uma nova fase. Apucarana ganha e o Paraná ganha. A partir de agora o mundo vai consumir picanha “made in Apucarana” e os mercados locais e da região não vão ter que recorrer a fornecedores de fora. Os pecuaristas da região também não ficarão mais reféns de gigantescos conglomerados econômicos que abastecidos por recursos do BNDES inviabilizaram a pecuária nos últimos anos, dizimando matrizes, e arrochando o produtor ”. Durante o anúncio, o prefeito João Carlos de Oliveira destacou a importância do início de atividades do novo frigorífico para Apucarana. Segundo ele, além dos novos empregos, a economia local receberá um forte impulso, fortalecendo toda a cadeia produtiva. “O empreendimento vai fortalecer a cidade como polo na área de alimentos”, diz João Carlos. Ele ressaltou que o Município também pretende fazer parceria com o frigorífico para realizar o abate de bovinos que são adquiridos através do programa Compra Direta. Já o vice-prefeito de Apucarana, Antônio Waldemar Garcia (PSDB), disse que o frigorífico reafirma a condição de polo regional da cidade e informou que a prefeitura tem discussões adiantadas no sentido de expandir áreas para instalação de novas empresas na cidade, em especial através das parcerias-públicos-privadas. “Não posso ainda dar mais detalhes, mas tudo caminha muito bem. São negociações que dentro de pouco tempo o prefeito João Carlos deve estar anunciando”, disse Garcia.
domingo, 1 de maio de 2011
"Abril vermelho" chega ao fim com 70 invasões
sábado, 30 de abril de 2011
Empresa leva cinco horas para criar reprodução do vestido de Kate

sexta-feira, 22 de abril de 2011
Partidos se unem para tentar barrar PSD de Kassab
Para o advogado do PSD, a criação da nova legenda não pode ser impedida porque a livre associação "é direito fundamental" garantido pela Constituição Federal. Gonzaga avalia que os argumentos dos partidos contrários ao surgimento do PSD não têm sustentação jurídica, uma vez que é previsto em lei a desfiliação de uma sigla para o ingresso em um partido recém-criado. "São argumentos para causar terrorismo e assustar as pessoas desinformadas", concluiu. Segundo o advogado, os aliados do prefeito de São Paulo foram informados que seus antigos partidos estão dispostos a usar até mesmo a influência política junto à Justiça Eleitoral para tentar barrar o PSD. "Se isso acontecer, será abuso de poder político", disse. O primeiro movimento jurídico para interromper a migração de políticos ao PSD foi feito neste mês de abril, pelo PPS. A sigla ingressou na semana passada no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) que contesta o princípio de fidelidade partidária. A estratégia do partido é derrubar dispositivo segundo o qual um filiado partidário não perde o mandato caso saia de uma legenda para fundar uma nova. Ao lado do DEM, a agremiação foi uma das que sofreram as maiores perdas por conta da criação do PSD. O argumento do PPS é de que os partidos de origem não motivaram suas saídas, tratando-se, assim, de decisões pessoais. O PTB ameaçou em março ingressar na Justiça Eleitoral com pedido de impugnação do PSD, a partir do registro público da nova legenda, inclusive em cartório. Neste mês, no entanto, a assessoria jurídica da sigla decidiu aguardar que a solicitação seja feita ao TSE. "O pedido já está pronto e estamos esperando o registro no TSE", explicou o advogado eleitoral Itapuã Prestes de Messias, que representa o PTB. O corpo jurídico da sigla argumenta que o novo partido utiliza a mesma sigla do antigo PSD presidido pelo ex-parlamentar Nabi Abi Chedid e incorporado ao PTB em 2003. Os advogados alegam que, ao incorporar o PSD, o PTB adquiriu os deveres e direitos da antiga legenda, ou seja, desde as suas dívidas até o seu nome e história. Com a perda de vereadores da Câmara Municipal de São Paulo, com chances de rumarem para o PSD, o PSDB tem sido procurado pelo DEM para fazer parte da estratégia jurídica. Os advogados da sigla negam que o assunto tenha sido deliberado e afirmam que o tema não foi nem mesmo estudado pelo corpo jurídico tucano. Em São Paulo, o presidente municipal do PSDB, Julio Semeghini, já consultou os advogados do partido sobre o ingresso na Justiça Eleitoral para recuperar os mandatos dos vereadores egressos. Informações da Revista Exame.