O senador Alvaro Dias (PSDB/PR) recebeu, nesta terça-feira (25/08), no seu gabinete, a visita do secretário de gestão dos programas de transportes terrestres do ministério dos Transportes, Luciano Castro. O secretário, nomeado em julho como autoridade responsável pela coordenação da prorrogação das concessões de rodovias do Estado do Paraná, entregou ao senador uma planilha e uma nota informativa sobre o andamento do processo envolvendo as concessões e um cronograma de ações propostas pela secretaria, entre elas a avaliação do equilíbrio financeiro de cada lote. Luciano Castro fez um resumo do processo que envolve a renovação das concessões de 1.871,80 km de rodovias federais que cortam o Paraná, que vencem em 2021. O senador Alvaro Dias disse ao secretário que é favorável a uma nova licitação, ao final das concessões, preferencialmente, realizada pelo governo Federal: “Sou favorável a que o governo Federal volte a assumir a responsabilidade pelas rodovias, que são federais”, disse o senador. De acordo com a nota informativa, um acórdão do TCU determinou o ajuste dos contratos, de acordo com as necessidades públicas. “Essa decisão abriu espaço para um relevante e prolongado debate sobre a possibilidade de se promover a revisão contratual em benefício dos usuários, decorrente das mudanças do cenário econômico, sobretudo da redução do custo de oportunidade praticado no mercado”, diz o texto, que também cita processo judicial em curso motivado por discordâncias entre o Paraná e as empresas concessionárias.
terça-feira, 25 de agosto de 2015
sábado, 15 de agosto de 2015
Ricardo Barros sugere fim do exame da OAB
Relator do projeto de lei que extingue a necessidade do exame da OAB para o exercício da advocacia, o deputado paranaense entrou em guerra com a entidade. Em nota, a OAB do Paraná classificou a decisão como “irresponsável e inconsequente, por pretender acabar com um dos melhores filtros para o exercício qualificado da advocacia”. Barros partiu para o revide e listou, também em nota, seu parecer sobre a situação: "Sou relator desde 08/04/15 para apreciar 25 Projetos de Lei de diferentes parlamentares propondo a extinção ou a alteração do exame da Ordem; Desde então, não fui convocado por nenhuma sessão da Ordem para qualquer diálogo; A nota oficial da OAB Paraná tenta desqualificar a proposição legislativa destes 25 parlamentares. Eles reconhecem que a extinção do exame da ordem chancelará a baixa qualidade do ensino jurídico no Brasil, cabe ao MEC cuidar da qualidade no ensino; Entendo que se o MEC autoriza o funcionamento do curso superior, deve garantir que o diplomado exerça a profissão, da mesma forma que ocorre em todos os cursos, com exceção do bacharel em direito; Para ser juiz, não é preciso ter OAB. No entanto, é exigido OAB para peticionar, não para quem julga. Da mesma forma que não é exigido para procuradores, promotores, tabeliões e todas as demais carreiras jurídicas públicas; Meu parecer é pela extinção do exame como exigência do exercício profissional por questão de isonomia e justiça aos brasileiros profissionais do Direito. A nota oficial da OAB afirma, equivocadamente, que relatei pela inconstitucionalidade do exame da OAB. Não é verdade. Relatei contra o mérito."
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
IndiGO realiza maior pedido da história da Airbus
A IndiGo, a maior companhia aérea da Índia por participação de mercado, e a Airbus fecharam um acordo para a encomenda de 250 aeronaves da família A230neo. O pedido é o maior realizado por um cliente único em toda a história da Airbus e foi firmado no último dia 15 de agosto, data do 69º aniversário da independência da Índia. Em 2005, a companhia indiana já havia firmado uma ordem de 100 aeronaves da família A320 e em 2011, se tornou a primeira companhia da Índia a encomendar o modelo A320neo, chegando a um total de pedidos de 280 aeronaves da Airbus. Com o anúncio recente, a IndiGo possui um histórico de 530 aeronaves encomendadas da família A320. O A320neo é a segunda geração da família A320, incorporando algumas melhorias, como novo motores e Sharklets, que proporcionam aproximadamente 15% de economia de combustível. Atualmente o modelo conta com mais de 11.800 pedidos e aproximadamente 6.600 aeronaves entregues a 400 clientes em todo o mundo.
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
Um mega-iate para Alexandre Grendene
Para os amantes do mundo nautico. Do Glamourama: Quem quiser conhecer melhor o mega-iate “Madame Kate”, do bilionário Alexandre Grendene Bartelle - um dos fundadores da Grendene, empresa tradicional no ramo de calçados, em 1971 com Pedro Grendene Bartelle, seu irmão gêmeo, na cidade de Farroupilha (RS) - pode conferir o vídeo feito a pedido do estaleiro holandês Amels no mês passado, em uma das primeiras viagens da embarcação no mar de Cannes, na França. Madame Kate foi encomendado por Grendene em 2013 e entregue ao bilionário em abril deste ano. O iate de 74 milhões de euros (R$ 284 milhões) e 60 metros de comprimento foi desenhado pelo arquiteto Tim Heywood e conta com atrações inovadoras como pintura perolizada e um sistema de luzes LED que o deixa ainda mais imponente de noite. Em maio, quando atracou em Puerto Banús, na Espanha, Madame Kate se tornou um ponto turístico inusitado por alguns dias. Taí um barco superextravagante para locação para uma bela festa "al mare" ! Assista abaixo ao vídeo do Amels (Por Anderson Antunes).
terça-feira, 11 de agosto de 2015
'A senhora foi legitimamente eleita, mas eu também fui', diz Collor a Dilma
Em meio à crise política que traga seu governo, a presidente Dilma Rousseff teve de ouvir um misto de conselho e desabafo do senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL), que renunciou ao mandato de presidente em 1992 para escapar do impeachment. “A senhora foi legitimamente eleita, mas eu também fui”, disse Collor a Dilma diante de outros líderes partidários, na reunião que antecedeu ao jantar no Palácio da Alvorada. Em tom queixoso, Collor criticou várias vezes o que chamou de “judicialização da política” e à “instabilidade das instituições”, provocada, segundo ele, pela condução da Operação Lava Jato, na qual é investigado. Collor teve bens, como carros de luxo, apreendidos em ação da Polícia Federal determinada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a quem dirigiu um palavrão na tribuna do Senado na semana passada. Diante da presidente, o senador alagoano arriscou que a maior crise que o país enfrenta não é a econômica, e sim política.
Em conversas reservadas com colegas do Senado, Collor tem dito que Dilma deveria consultá-lo sobre o processo de impeachment que enfrentou em 1992. Ele acha que não “cuidou” da política, e isso levou a que perdesse a condição de se sustentar no poder.
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Bancadas de PDT e PTB na Câmara se declaram independentes
O líderes de PDT e PTB na Câmara anunciaram nesta quarta-feira (05/08) que as bancadas dos dois partidos passarão a adotar uma posição de independência nas votações. O deputado André Figueiredo (CE), líder do PDT, disse que a decisão foi tomada por unanimidade pela bancada do partido, em reunião à tarde, e acrescentou que não participará mais das reuniões da base aliada. A bancada pedetista tem 19 dos 513 deputados da Câmara. O líder do PTB, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), também anunciou no plenário que o partido votará as propostas em tramitação na Câmara de “forma independente”. O partido tem 25 deputados. A justificativa dos deputados pedetistas é que a bancada discorda do governo em diversos temas e se sente desrespeitada ao ser acusada de infiel por tomar posições contrárias. “Fomos frontalmente contra as medidas provisórias 665 e 664, que reduziam direitos ao seguro-desemprego e à pensão por morte. Temos tomado uma postura claramente a favor dos servidores públicos”, declarou o líder do PDT. Figueiredo afirmou que a bancada era frequentemente desrespeitada e o partido, taxado de "infiel". “Tomamos uma decisão porque estamos sendo, de forma recorrente, desrespeitados. O PDT está sendo chamado de infiel, traiçoeiro, quando o PDT é o único partido da base que se manifesta previamente sobre como vai se portar nas votações”, declarou Figueiredo após deixar o plenário. Depois do PDT, o líder do PTB, Jovair Arantes, disse que a bancada do partido vai discutir as posições que adotará em cada votação. "Hoje chegamos a uma conclusão de que a bancada declara independência em relação às votações e reserva o direito de estar votando da maneira que a bancada vai discutir. No caso do PTB, nós temos sempre pedido que a bancada acompanhe o líder do bloco, que é o deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ), que tem sido muito correto conosco”, afirmou o parlamentar. Na prática, desde o início do ano, quando defendeu a eleição de Eduardo Cunha para a presidência da Câmara e passou a integrar o bloco do PMDB, o PTB já vem aderindo às posições defendidas pelos peemedebistas, inclusive em matérias que contrariam o governo. No entanto, a bancada decidiu, após reunião, oficializar a posição de independência em relação ao governo.Ministério André Figueiredo esclareceu que, apesar da decisão da bancada da Câmara, o partido não foi para a oposição. No entanto, quando questionado por jornalistas se a sigla poderia entregar o ministério que detém, o do Trabalho, Figueiredo não descartou. “Os próximos passos serão naturalmente dados. Não se afasta [a possibilidade de deixar ministério]”, afirmou, acrescentando que a bancada tomou a decisão de ter uma posição de independência na Câmara dos Deputados e que “os próximos passos serão definidos pelo partido como um todo”. Segundo ele, o novo posicionamento foi informado ao ministro Manoel Dias e ao presidente da sigla, Carlos Lupi. “O Lupi deu total liberdade. Ele compreende inclusive que a nossa permanência na base tem prazo de validade. E o ministro Manoel Dias respeitou. Lógico que ele fica numa posição incômoda por ser ministro, mas ele mesmo colocou que tem que, a partir dessa decisão da gente, começar a discutir quando se dará o próximo passo”, afirmou o líder na Câmara.
terça-feira, 4 de agosto de 2015
O Positivo busca um sócio
Da revista Exame: O grupo de tecnologia e educação paranaense Positivo está novamente em busca de um sócio. Após uma tentativa de venda ou abertura do capital de sua área de educação, há dois anos, agora a procura é por um sócio minoritário para o negócio. O banco BTG Pactual assessora acionistas minoritários do Positivo interessados em vender suas participações na área de educação, um braço de capital fechado. A Positivo Informática é a única empresa do grupo listada em bolsa. Os acionistas ligados ao fundador, Oriovisto Guimarães, inclusive o presidente, Hélio Rotenberg, não pretendem vender suas participações. Espera-se que a parte dos minoritários, de até 30%, seja vendida por cerca de 500 milhões de reais. Já olharam o negócio fundos que compram participações em empresas, como Advent, KKR, TPG e Warburg Pincus. O Positivo, o BTG e os fundos não comentam o assunto. O Advent disse que a informação não procede.
sexta-feira, 31 de julho de 2015
Lewandowski e Fachin são condecorados com a Ordem Estadual do Pinheiro
Tive a honra de acompanhar hoje 31/08 a solenidade onde o governador do Paraná Beto Richa condecorou com a Ordem Estadual do Pinheiro, a mais alta honraria do Estado, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Enrique Ricardo Lewandowski, e o ministro Luiz Edson Fachin. A cerimônia de outorga foi pela manhã no Palácio Iguaçu, em Curitiba, com a presença de autoridades, convidados, amigos e familiares dos agraciados. Lewandowski e Fachin receberam o título no grau Grã-Cruz. “Essa homenagem é o reconhecimento do Paraná ao importante trabalho que os ministros do Supremo Tribunal Federal desempenham para melhorar a qualidade de vida dos brasileiros e para garantir o fortalecimento da democracia brasileira”, afirmou o governador. Richa disse que a honraria exprime o reconhecimento do povo paranaense aos cidadãos brasileiros que se destacam nas mais diversas áreas de atividade e que contribuem para o desenvolvimento social, econômico, científico, jurídico e cultural do País. “Nestes dias em que o País vive um momento delicado, de imensas dificuldades conjunturais e grandes desafios a serem vencidos, temos que somar forças em busca da preservação do nível de emprego, da atividade econômica e da redução das desigualdades sociais”, disse Richa. “Apesar das circunstâncias preocupantes, não vivemos uma crise institucional. Ao contrário, é muito importante enfatizar que as instituições brasileiras se mostram sólidas e atuantes. E o Supremo Tribunal Federal, aqui tão bem representado, destaca-se como o maior avalista deste processo que aglutina todas as correntes representativas da opinião pública nacional.”
quinta-feira, 30 de julho de 2015
Hard Rock Hotel no Brasil
"Depois do Hard Rock Cafe, inaugurado recentemente em Curitiba, agora chegou a vez do Hard Rock Hotel. Estão previstas, para os próximos anos, as construções de quatro unidades da marca. O primeiro hotel temático será construído em Caldas Novas, Goiás. Depois virão as unidades de Balneário Camboriú (SC), Gramado (RS) e Fortaleza (CE). O empresário do ramo hoteleiro Vanter Júnior, dono do Golden Dolphin Grand Hotel, de Caldas Novas, virá a Curitiba nos próximos dias para tratar dos detalhes dos empreendimentos diretamente com o detentor da marca Hard Rock no Brasil, o curitibano Leonardo Simião França." As informações são do colunista Ricardo Bessa, do jornal Gazeta do Povo.
terça-feira, 28 de julho de 2015
S&P mantém nota, mas país fica mais perto de perder selo de bom pagador
A agência de classificação de risco Standard & Poor's confirmou o temor do governo brasileiro ao anunciar nesta terça-feira (28/07) que colocou a nota do Brasil em perspectiva negativa. Na escala da agência, o Brasil está no limite do grau de investimento, com a nota "BBB", mas a perspectiva deixou de ser neutra. Com a decisão, a agência sinaliza que o país poderá passar a ter grau especulativo, o que poderia levar a uma alta dos juros brasileiros, segundo reportagem da Folha publicada nesta terça. Esse movimento preocupa o governo Dilma também porque trará mais pressão de alta para o dólar. Após o anúncio, a moeda americana chegou a subir mais de 2% e a ser cotada a R$ 3,44, mas recuou. Na semana passada, o governo reduziu a meta de superavit primário de 1,1% do PIB (Produto Interno Bruto) para 0,15%. A S&P não fez referência à medida, mas o governo já temia o possível rebaixamento de sua classificação em decorrência do anúncio. O grau de investimento é uma condição atribuída por agências internacionais de classificação de risco a papéis, empresas ou países para definir que se trata de um investimento seguro ou seja, com baixo risco de calote. As notas de crédito têm impacto sobre o custo da dívida de empresas e países. Quanto melhor a classificação, menor tende a ser o desembolso com os juros dos financiamentos, e viceversa.
sexta-feira, 24 de julho de 2015
Companhia aérea LATAM prevê tempos difíceis por três anos
Mais um sinal da instabilidade econômica no país. A companhia aérea LATAM estima que serão necessários dois ou três anos para que as economias regionais se fortaleçam e as próprias medidas de corte de custos se traduzam em melhores resultados financeiros para a empresa, disse o principal executivo da companhia segundo um jornal chileno neste domingo. A LATAM , maior companhia aérea da América Latina, tem ficado no vermelho desde que foi criada em 2012 a partir da fusão da LAN, do Chile, e da TAM, do Brasil, mas o fato de não ter conseguido lucrar no primeiro trimestre de 2015 foi surpreendente. "O problema da LATAM hoje é a economia da região. Não é a companhia, o efeito da fusão, os custos da companhia ou qualquer tipo de ineficiência", disse o presidente-executivo da LATAM Enrique Cueto ao jornal chileno El Mercurio. A LATAM tem sido particularmente afetada pela desaceleração da economia do Brasil, grande carro-chefe da América do Sul, e da desvalorização da moeda brasileira. Mas os crescimentos de Argentina, Chile, Peru e Paraguai também desaceleraram. Cueto disse ao El Mercurio, porém, que ele segue otimista acreditando que os cortes, incluindo um pacote de corte de custos de 800 milhões de dólares até 2018, deverão melhorar os balanços da companhia aérea. Mas ele admite que isso não ocorrerá a curto prazo. "Se alguém quer ver grandes resultados terá de esperar dois ou três anos", disse Cueto.
quinta-feira, 16 de julho de 2015
O momento da GOL e o que muda daqui para frente
Como amante da aviação, principalmente civil e comercial, apresento aqui post sobre a nova identidade visual da Gol Linhas Aéreas e os novos serviços a bordo. O presidente da companhia Paulo Kakinoff, presidente da GOL Linhas Aéreas Inteligentes, concedeu uma entrevista coletiva à imprensa, onde tirou dúvidas e esclareceu muita coisa sobre a operação da companhia daqui para frente. Confira os principais destaques do que acontecerá na GOL nos próximos anos. Paulo Kakinoff ressaltou que a mudança da identificação visual resultou de um exercício de reflexão que os executivos e o conselho fizeram sobre o momento da empresa. Ele citou 13 resultados atingidos pela companhia que mostram sua evolução e sua maturidade. O resultado dessa análise da gestão foi a decisão por coroar todas essas conquistas com algo marcante, como a mudança da identidade visual. Os itens citados por ele e que demonstram o grau de amadurecimento da empresa são: ser líder no transporte de passageiros, ter um processo de compra de passagens facilitada, operar no conceito fast-travel, ser uma empresa pontual, ter um produto diferenciado como é o Gol+, ampliar a malha de rotas e capilaridade no Brasil e Américas, reforçar alianças internacionais, disponibilizar o serviço de bagagem expressa, criação do serviço de apoio ao passageiro “Conte Comigo”, ter aplicativos de celular que sejam robustos e com geolocalização e as três novidades divulgadas recentemente, que são o wi-fi, o serviço de bordo e as novas poltronas. Pauko Kakinoff informou que a empresa pretende manter a frota padronizada para os próximos anos, ou seja, composta exclusivamente de aeronaves do modelo Boeing 737. Segundo ele, até 2023, a empresa deve receber entre 10 e 15 novos Boeing do modelo por ano, no entanto, não é possível afirmar nesse momento se as novas aeronaves aumentarão a frota ou se substituirão os modelos mais antigos, uma vez que, segundo ele, o ritmo será ditado pelo mercado. Ele afirmou que a empresa deve receber mais 15 Boeing 737 NG para, então, começar a receber os modelos 737 Max – o que deve acontecer em 2017. Como o contrato entre a Gol e a Boeing permite alguns ajustes ao longo de sua vigência, dependendo do mercado, poderão ser considerados os Boeing 737-900 Max, que são mais maiores em comprimento e, portanto, capazes de transportar mais passageiros. Por fim, quando questionado sobre a compra de aeronaves maiores, Kakinoff foi objetivo: a empresa não tem planos para aquisição de aeronaves de maior porte. Sobre novas rotas, Kakinoff citou, em dois momentos, a intenção de voar para Havana, Cuba (que aguarda aprovação dos governos de ambos os lados). Também informou que a empresa pretende expandir as operações internacionais, mas não deixou pistas sobre os potenciais destinos. A estrutura de “mini-hubs” continua, estando eles em Punta Cana e Caracas. Quanto a alianças, nada foi divulgado, no entanto sabe-se que suas parceiras Delta e Air France-KLM são membros da Skyteam. Quanto à parceria com a TAP, em razão da recente privatização da empresa portuguesa, Kakinoff informou que ela continua até o final do contrato (a data não foi divulgada). Os snacks gratuitos serão introduzidos ao serviço de bordo no dia 24 de Julho de 2015. Conversamos com o superintendente de produtos da empresa Mãe Terra, Luigi Bavaresco, que nos explicou tratar-se de um produto desenvolvido exclusivamente para a Gol. Trata-se de um biscoito integral feito com ingredientes orgânicos e com um sabor sútil, mas bem agradável, como também pudemos experimentar. Outra novidade fica por conta dos novos assentos, que serão revestidos por couro sintético, deixando o voo mais confortável. A distância entre os assentos permanece a mesma da atual, ou seja, com os espaços GOL+ em sete fileiras de assentos e as demais em tamanho padrão. Paulo Kakinoff pontuou que hoje a distância entre os assentos que a GOL pratica é a maior do Brasil, que lhe garantiu a classificação “A” da ANAC. A troca do assento em toda a frota deve levar 18 meses e será iniciada em Janeiro de 2016. O sistema de entretenimento de bordo também será implementado a partir do primeiro trimestre de 2016 e toda a frota estará equipada em um prazo de 3 a 4 anos. A respeito da TV via satélite, Kakinoff se limitou a dizer que está em negociações com uma empresa, mas, por sigilo, não pode abrir agora a informações. Quanto ao wi-fi a bordo, ele será operacionalizado pela empresa Gogo (a mesma que fornece serviço de dados para a Delta Airlines, acionista da Gol). Todas as aeronaves serão equipadas com uma antena e a conexão será via satélite, o que melhora a velocidade de transferência de dados quando em voo. A partir do wi-fi, os passageiros poderão realizar suas atividades profissionais ou de lazer, usando seus próprios dispositivos e, além disso, poderão acessar conteúdos que a Gol disponibilizará para compra, como filmes, por exemplo. Os preços e pacotes serão divulgados quando o serviço estiver mais próximo de ser disponibilizado, o que o presidente adiantou é que passageiros Diamante terão o serviço de forma gratuita. Nos pareceu interessante saber que, uma vez conectado no wi-fi, o cliente GOL poderá ter informações sobre voos alternados, acompanhar a rota e, caso o voo seja cancelado, ele saberá detalhes sobre o que fazer, como a qual hotel ele deve se dirigir até que chegue o horário do voo para o qual foi alocado. “Somos a mesma GOL, com o DNA de baixo custo, só que agora com mais serviços, produto superior e na vanguarda do setor”, destaca. Com informações do Blog AeroIn.
terça-feira, 14 de julho de 2015
Exportações de carne bovina caem no 1º semestre
O volume e o faturamento das exportações da carne bovina brasileira caíram no primeiro semestre deste ano, mas o setor confia em sua recuperação para o restante do ano com a reabertura de importantes mercados, como os de Estados Unidos e China, informou nesta terça-feira a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). A Abiec, que reúne 25 empresas responsáveis pelo comércio de 92% da carne bovina brasileira nos mercados internacionais, assinalou que as vendas para o exterior somaram, entre janeiro e junho, 656 mil toneladas, com um faturamento de US$ 2,7 bilhões.Em comparação com o primeiro semestre de 2014, o faturamento apresentou uma retração de 18% e o volume uma queda de 14%. Essa redução obedeceu, "em grande parte, à queda das exportações para três grandes mercados: Hong Kong, Rússia e Venezuela; este último influenciado pelo cenário internacional, com a crise do petróleo e variações cambiais, o que acabou atingindo diversos setores da exportação brasileira", segundo a Abiec. De acordo com o balanço, o maior crescimento no primeiro semestre do ano foi com o mercado do Egito, no qual o faturamento aumentou 25% e o volume 28%, em comparação com o mesmo período de 2014. Os Estados Unidos, por sua vez, aumentaram em 83% seu volume de compras e em 61% o faturamento de carne industrializada, a única de origem brasileira que era aceita pelas autoridades sanitárias do país americano. "Apesar das quedas no período, o setor espera uma recuperação para o segundo semestre, já que os primeiros meses de 2015 também foram marcados por grandes conquistas, como o fim dos embargos de China, Iraque e África do Sul, além da reabertura do mercado (para a carne fresca) dos Estados Unidos", citou a Abiec. Nesse sentido, o presidente da associação, Jorge Camardelli, comentou que "China e Estados Unidos" eram os "mercados estratégicos" para este ano. Após muita luta do setor, "essa situação foi revertida", disse. Em junho, por exemplo, o faturamento chegou a US$ 491,1 milhões, o que supõe um aumento de 5% frente ao mesmo mês de 2014, com um volume quase idêntico de 113 mil toneladas, números que foram fortalecidos pela reabertura do mercado russo. Por faturamento, Hong Kong se manteve como o principal destino da carne fresca brasileira, com 158.674 toneladas no valor de US$ 615,8 milhões; seguido por União Europeia, com 53.149 toneladas e um faturamento de US$ 360,5 milhões, e Rússia, que comprou 95.805 toneladas e pagou US$ 317,5 milhões. O Brasil é o maior exportador mundial de carne bovina e produz anualmente dez milhões de toneladas desse produto, das quais 20,8% são destinadas à exportação, segmento que na última década teve crescimento de 135% em seu faturamento com um recorde histórico de US$ 7,2 bilhões em 2014, segundo dados da Abiec. Com informações da revista Exame.
sexta-feira, 10 de julho de 2015
Mesmo com o câmbio favorável, Paraná exporta menos
Apesar da ajuda do dólar valorizado, as exportações de produtos do Paraná caíram em todos os segmentos – básicos, semimanufaturados e manufaturados –no primeiro semestre do ano, em comparação com o mesmo período de 2014. As vendas de manufaturados, em tese os mais beneficiados pelo câmbio, faturaram US$ 2,6 bilhões e registraram a menor queda (3,8%) nos embarques do estado. Enquanto isso, as commodities agrícolas, que não sofrem pressão do câmbio em suas cotações, amargaram retração de 18,4%, enquanto os semimanufaturados caíram 5,5%.Apesar de ser inegável que o real depreciado torne os produtos industrializados (semimanufaturados e manufaturados) mais competitivos no mercado internacional, o cenário de câmbio favorável esbarra em limitações contratuais e na lentidão econômica dos países consumidores, que têm dificuldade em agilizar o fechamento de novos contratos de compra. O presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, afirma que mesmo que o produtor consiga vender imediatamente, existe um período de defasagem de pelo menos seis meses. “A taxa de câmbio ajuda, mas não é imediata. Ao contrário das commodities, quem compra manufaturados tem contrato. Então eu posso ter um preço bom agora, mas o possível comprador provavelmente já tem um contrato de fornecimento com alguém. E só quando esse contrato acabar é que ele poderá fazer uma nova compra”, diz. Por este motivo, a reação do câmbio é tão difusa entre os setores dos manufaturados, que acabam dependendo mais da situação do mercado consumidor dos produtos. É o caso da indústria automotiva, que tem como principal destino dos produtos a vizinha Argentina alternando momentos de crises econômica com barreiras alfandegárias. No primeiro semestre, os argentinos importaram US$ 143,9 milhões das montadoras e indústrias de autopeças do Paraná. Nos seis meses iniciais do ano passado, esse valor foi de US$ 176,2 milhões. Isso representa uma retração de 18,3%. Já as vendas de veículos para o México, segundo maior mercado do Paraná, cresceram 156,5%, mas o montante não foi suficiente para compensar o recuo no comércio com a Argentina.No ranking dos principais produtos exportados pelas empresas do Paraná, o setor de madeira compensada foi o que mais cresceu no primeiro semestre, com US$ 185,3 milhões em embarques, o que representa um aumento 18,6% ante o ano passado. Os principais mercados do setor são alguns países da Europa, como Bélgica, Alemanha e Reino Unido, e também os Estados Unidos. “Claro que a taxa de câmbio melhorou a condição de venda e tornou o produto brasileiro manufaturado mais competitivo, mas precisa ter mercado. E o mercado que temos hoje para eles é basicamente os Estados Unidos. Não temos tanto espaço para crescer porque não nos preparamos para exportar manufaturados”, diz Castro.
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Felipe Massa e o Willians-Renault FW18
Imperdível. Felipe Massa concede entrevista e pilota o carro Williams-Renault FW18, campeão da temporada 1996, na época conduzido por Damon Hill, tudo isso no evento Goodwood Road & Racing, realizado no final de junho.
sábado, 4 de julho de 2015
Polo automotivo do Paraná recua no tempo
O polo automotivo do Paraná voltou nove anos no tempo. Se mantiver o ritmo dos últimos meses, a produção de veículos terminará o ano no nível mais baixo desde 2006, ligeiramente abaixo do patamar de 2009. Os efeitos dessa retração, que começou no primeiro semestre do ano passado, se alastram pela cadeia de fornecedores, com forte queda no faturamento das empresas e demissões em massa. Os primeiros sinais de recuperação só devem aparecer, na melhor das hipóteses, no fim deste ano, segundo empresários e especialistas consultados pelo jornal Gazeta do Povo. Depois de recuar 21% em 2014, a produção paranaense de carros, caminhões, ônibus, reboques e carrocerias encolheu 35% no acumulado dos quatro primeiros meses deste ano, segundo o IBGE. O faturamento dos fabricantes, por sua vez, caiu 18% no ano passado e, de janeiro a abril de 2015, baixou mais 21%, de acordo com a Federação das Indústrias do Paraná (Fiep). Não há números consolidados sobre as centenas de empresas que fornecem componentes ou prestam serviços para as montadoras do Paraná e de outros estados. Mas os dados disponíveis sugerem que a situação delas não é melhor. A receita das fábricas de autopeças, por exemplo, caiu 17% em 2014, segundo o Sindipeças – e não há indícios de que tenha voltado a subir. O lado mais dramático da crise é o do emprego. Em maio, as indústrias automotiva e de máquinas agrícolas e seus respectivos fornecedores dispensaram quase 700 trabalhadores formais no estado, segundo o Ministério do Trabalho. Desde o ano passado, 7,5 mil pessoas foram demitidas, a maioria na Região Metropolitana de Curitiba, que concentra grande parte das empresas do setor. E os contratos de aproximadamente mil trabalhadores estão suspensos, pelo regime de layoff, na Volkswagen e na Volvo. A retração não é exclusividade do Paraná. A crise do mercado interno e a crônica dificuldade da indústria automobilística em exportar derrubaram produção, faturamento e emprego em todo o país. Os números paranaenses, no entanto, têm sido ligeiramente piores que os nacionais. A fatia do polo do Paraná na produção brasileira, calculada pela Anfavea (associação das montadoras), recuou nos últimos dois anos, saindo de 15,1% em 2012 para 11,6% em 2014. Em parte, porque as empresas daqui haviam crescido acima da média nos anos anteriores. Mas o perfil da produção local também pesou. “Marcas com fábrica no Paraná, como Renault e Volkswagen, estão entre as mais afetadas pela crise”, diz Raphael Galante, da Oikonomia Consultoria Automotiva. “Por outro lado, marcas de valor agregado mais alto e produtos premium, como Honda, Toyota e Hyundai, estão sofrendo menos ou até crescendo.” Segundo a Anfavea, de janeiro a maio as vendas da Renault caíram 20% e as da Volkswagen, 28%. Na média, o mercado brasileiro de automóveis e utilitários encolheu 18%. As vendas de caminhões diminuíram ainda mais, cerca de 42%. As da Volvo, instalada em Curitiba, despencaram 57%. “Nos caminhões, a queda está concentrada nos modelos pesados e extrapesados, especialidade da Volvo, que são mais afetados pela crise”, explica Galante.
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Requião e Alvaro lideram disputa ao governo em 2018
A primeira rodada de pesquisa de intenção de voto para o governo do Paraná na eleição em 2018 mostra dois senadores do estado disputando a liderança. Roberto Requião (PMDB), que ficou em segundo lugar na campanha do ano passado, aparece em primeiro lugar, com 30,2% das preferências. Alvaro Dias (PSDB), reeleito senador com mais de 4 milhões de votos, aparece empatado tecnicamente com 26,6% das intenções. O levantamento foi realizado entre os dias 20 e 24 de junho pelo Instituto Paraná Pesquisas e registrou apenas um cenário. A pesquisa foi estimulada – isto é, os eleitores receberam um cartão indicando os nomes de prováveis candidatos e apontaram um deles como seu possível escolhido, caso a eleição fosse hoje. Em terceiro lugar na pesquisa aparece o secretário estadual Ratinho Jr. (PSC), com 20,1%. A senadora Gleisi Hoffmann (PT), que ficou em terceiro lugar nas eleições para o governo em 2014, teve 8% da preferência. E a vice-governadora, Cida Borghetti (PP), que poderá disputar a reeleição, caso Beto Richa (PSDB) se afaste para ser candidato ao Senado, teve 1,9%. Dos eleitores ouvidos, 6% dizem não saber em quem votariam e 7,1% rejeitaram todos os nomes apresentados. As informações foram publicadas na edição de hoje do jornal Gazeta do Povo.
domingo, 21 de junho de 2015
Marfrig anuncia venda da Moy Park para a JBS por US$1,5 bi
A Marfrig informou neste domingo que fechou contrato com a JBS, maior produtora de carnes do mundo, para a venda da Moy Park, unidade de frango e alimentos processados na Europa, por aproximadamente 1,5 bilhão de dólares. Uma fonte com conhecimento do assunto havia informado a transação à Reuters mais cedo neste domingo. Segundo fato relevante, o valor da operação é composto pelo pagamento à vista de 1,19 bilhão de dólares à Marfrig. Pelo acordo, a JBS assumirá dívida líquida da Moy Park de 200 milhões de libras. A transação está sujeita à aprovação por órgãos de defesa da competição da União Europeia. De acordo com o comunicado, o fechamento da operação está previsto para ocorrer entre o terceiro e o quarto trimestre deste ano. Segundo a Marfrig, a operação permite à empresa focar em áreas prioritárias como a exportação de carne bovina a partir do Brasil para a Ásia e para os Estados Unidos, cuja abertura é esperada para breve. O negócio segue a estratégia da JBS de crescer em alimentos processados. Além disso, dará à empresa uma maior atuação na Europa. A Moy Park é uma das principais empresas de alimentos prontos da Europa, com unidades de processamento de aves na Inglaterra e na Irlanda do Norte. Também possui plantas na França e Holanda. No primeiro trimestre deste ano, a receita líquida da Moy Park atingiu 1,543 bilhão de reais, ou 26 por cento do total da Marfrig. Este não é o primeiro acordo entre a JBS e Marfrig. Há alguns anos, a empresa controlada pela família Batista concordou em comprar a unidade de processados Seara, da Marfrig, em um movimento que aumentou de forma considerável a participação de mercado da empresa.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Churrasco de US$ 545 mi nos EUA
A rede de churrascarias de estilo brasileiro Fogo de Chão precificou sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em 20 dólares por ação nos Estados Unidos, avaliando a empresa em 545 milhões de dólares. A companhia levantou 88,2 milhões de dólares depois da oferta de mais de 4,4 milhões de ações, precificada acima do intervalo esperado, que era de 16 a 18 dólares por ação. As ações da Fogo de Chão serão negociadas a partir de sexta-feira na Nasdaq sob o código "FOGO". Jefferies LLC, JP Morgan Securities LLC, Credit Suisse, Securities (EUA) LLC, Deutsche Bank Securities Inc, Piper, Jaffray & Co, Wells Fargo Securities LLC e Macquarie Capital (USA) estavam entre os subscritores da oferta.
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Fachin toma posse no STF
Participei ontem, terça-feira (16/06) da posse do advogado e professor Luiz Edson Fachin, 58, no STF (Supremo Tribunal Federal). Em tom protocolar, a cerimônia ocorreu sem discursos e durou 15 minutos. Como em anos anteriores, a presidente Dilma Rousseff não participou da solenidade. Investigados na Corte por suposta participação em esquema de corrupção da Petrobras, os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDBRJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDBAL), compareceram à posse do novo ministro. Na composição da mesa, Calheiros ficou ao lado do ProcuradorGeral da República, Rodrigo Janot, alvo de promessas de retaliação da cúpula do Congresso contra sua candidatura para recondução ao cargo. Ministros, governadores, senadores e deputados também prestigiaram o novo ministro do Supremo, além de outros nomes citados na Operação LavaJato, da Polícia Federal, como a senadora Gleisi Hoffmann (PTPR) e o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão. Do lado de fora do edifício, servidores aproveitaram a cerimônia para reivindicar a aprovação no Congresso de projeto que reajusta os salários da categoria entre 53% e 78,5%, escalonados entre 2015 e 2017. Em ano de ajuste econômico, o governo resiste em conceder o aumento e afirma que, se aprovada, a proposta terá um impacto de R$ 25,7 bilhões nos próximos quatro anos. Favorável ao reajuste, o Supremo sustenta que o valor é de R$ 10 bilhões, num prazo de cinco anos. No coquetel oferecido pela entidades que representam os magistrados encontrei-me com o Ministro da Justiça José Eduardo Cardoso.
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