segunda-feira, 21 de maio de 2018

Giuseppe Conte é indicado para ser o novo primeiro-ministro da Itália


O líder do Movimento 5 Estrelas (M5S), Luigi Di Maio, anunciou nesta segunda-feira (21/05) que sugeriu ao presidente da Itália, Sergio Mattarella, o nome do jurista Giuseppe Conte para assumir o cargo de primeiro-ministro do país. A decisão foi em comum acordo com o partido ultranacionalista Liga, de Matteo Salvini. A declaração com o nome mais esperado ao longo de 70 dias de impasses e negociações políticas foi dada após a reunião entre Di Maio e Mattarella, na qual o líder do partido antissistema apresentou a possível formação de governo."Acho que hoje podemos dizer que estamos diante de um momento histórico. Demos o nome que pode continuar o contrato com o governo ao presidente", disse Di Maio.Para ele, o principal objetivo das legendas é "melhorar a qualidade de vida" dos italianos. Conte, de 54 anos, foi indicado pelas duas forças políticas. Ele é professor de Direito da Universidade de Florença, especialista em Direito Administrativo e filiado ao M5S desde 2013. "Nós nomeamos o primeiro-ministro e estamos muito claros sobre a equipe e o projeto do país. Estamos ansiosos para deixar crescer a economia do país", ressaltou Salvini. Na fotografia Luigi Di Maio e Sergio Conte, o novo premiê.

sábado, 19 de maio de 2018

PSDB questiona candidatura Alckmin

O presidenciável Geraldo Alckmin enfrenta o momento mais difícil de sua pré-campanha, com crescente questionamento interno no PSDB sobre a viabilidade de sua postulação. Se as dúvidas são colocadas publicamente por antigos aliados como o DEM, elas agora agitam o caldeirão tucano de rumores. Mas parece questão de tempo até algum peessedebista externar o que se diz reservadamente entre apoiadores e céticos da candidatura Alckmin: ele vai até o fim? O próprio ex-governador paulista já deu uma resposta prévia em eventos nesta semana, dizendo que as avaliações são precipitadas. Alckmin afirma que a campanha de fato só começará quando se iniciar o horário gratuito de TV, em agosto. O estopim aparente da manifestação foi a pesquisa CNT/MDA que mostrava um retraimento nas suas intenções de voto de quase 10% para 5%. Reunião nesta semana examinou uma grande pesquisa qualitativa apontando que o eleitor médio identifica o tucano com a política tradicional que hoje é encarnada no poder por Michel Temer (MDB), ou seja, altamente impopular. O debate sobre como mudar isso é inconclusivo, não menos porque Alckmin mantém sua posição de "jogar parado". Alguns aliados na cúpula tucana pregam a adoção de um figurino mais agressivo. Polemizar com o nome que lhe tira votos à direita, Jair Bolsonaro (PSL), é uma opção, mas isso teria de ser feito de forma a não alienar todo o eleitorado do deputado. Como existe um mar de votos hoje em branco à espera de rede de pesca, estimados de 20% a 30% do eleitorado, outra ideia tem a ver com a piora dos indicadores econômicos e a recente disparada do dólar, que assusta a classe média. Como fez Fernando Henrique Cardoso em 1998, apresentar Alckmin como o único capaz de enfrentar a crise pode ser uma linha de ação. Não deixa de ser irônico, dado que o campo conservador contava com a melhoria da economia sob Temer —com apoio do PSDB— como ativo. Sem isso, discursos populistas são favorecidos, e o rebolado retórico tucano teria de ser bem embalado para atingir além dos já convertidos. Mesmo entre eles há dúvidas. Na conferência anual de CEOs promovida pelo Itaú em Nova York nesta semana, as conversas giraram em torno das dificuldades de Alckmin e do temor de um crescimento de Ciro Gomes (PDT), visto como hostil ao mercado. Com tudo isso, nomes alternativos voltam à baila, ainda que Alckmin seja o presidente do PSDB e tenha a palavra final sobre o assunto. Após passar 2017 ameaçando a postulação de Alckmin, o nome de seu ex-protegido João Doria está em todas as conversas sobre o tema. O ex-prefeito tem, publicamente e em conversas internas, mantido apoio a Alckmin. Mas o assédio a ele aumentou, e um tucano próximo a Doria sugere que metade da bancada estadual do partido já defende a substituição. Segundo a Folha ouviu de dois importantes deputados federais do partido, o mesmo movimento estaria acontecendo na bancada tucana paulista da Câmara. Um integrante da pré-campanha admite temer a contaminação de outras sucursais do tucanato pelo país. Diferentemente de Alckmin, Doria ainda empolga aliados externos, especialmente no MDB, e de quebra não tem contra si nenhuma investigação da Operação Lava Jato. Até como vice de Alckmin ele foi sugerido na mesma reunião que discutiu a imagem do tucano, mas a sugestão foi considerada implausível. Outra liderança, essa com aversão a Doria, cita como plano B o senador Antonio Anastasia, cujo fato de ter aceitado ser candidato ao governo de Minas foi a única boa notícia recente que Alckmin conseguiu colher por conta própria. As outras duas, autônomas, foram as desistências de Joaquim Barbosa (PSB) e Luciano Huck de entrar no páreo. Na base do clima ruim está a dificuldade de comunicação para acertos básicos, como palanques estaduais. A pré-campanha, quase dois meses depois de Alckmin ter deixado o governo, não tem comando político definido. Quem fala pelo ex-governador são figuras sem trânsito fora de São Paulo: Samuel Moreira, Silvio Torres e Luiz Felipe D´Ávila. Tucanos com peso regional, como os ex-governadores Marconi Perillo (GO) e Beto Richa (PR), estão até aqui alijados de decisões. Para um aliado de Alckmin, a pressão é natural e o tucano sairá da imobilidade a tempo.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

STF julga na próxima quarta recursos contra a cobrança do Funrural

Do Blog de Eduardo Diamantino: "O Supremo Tribunal Federal deve julgar, na próxima quarta-feira, dia 23, os embargos de declaração apresentados contra a decisão que declarou constitucional a contribuição do empregador rural pessoa física ao Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural). Os oito embargos de declaração apresentados no Recurso Extraordinário (RE) 718.874 foram incluídos na pauta para julgamento na sessão realizada no dia 17 de maio. No entanto, o julgamento não foi realizado e acabou adiado para a próxima semana. Além de solicitar a reforma da decisão, os embargos de declaração pedem que, caso mantido o entendimento desfavorável aos contribuintes, o STF restrinja os efeitos da decisão e, consequentemente, da cobrança. A decisão do STF é importante porque pode impactar na decisão dos contribuintes de aderir ou não ao Programa de Regularização Tributária Rural (PRR), cujo prazo se encerra no próximo dia 30. O PRR concede desconto de 100% dos juros de mora, multas de mora, de ofício e encargos legais."

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Chaves em episódios inéditos no Multishow


A notícia da estreia de Chaves e Chapolim no canal fechado Multishow, no dia 21 de maio, causou frisson entre fãs dos personagens criados pelo artista mexicano Roberto Bolaños (1929-2014). Mas não se preocupe, caro fã de Chespirito, os seriados continuam em exibição no canal de origem no Brasil, o SBT, que os mantém na programação, pois sabe que atinge um público diferente da tevê fechada. Um público cativo, que acompanha as aventuras do menino do barril desde sua estreia, em agosto de 1984. No Multishow, a exibição será diária, a partir das 23h (no SBT, sábado, às 6h da manhã, e domingo, às 9h, e de segunda a sexta, dentro do Bom Dia & Cia). Agora, Chaves e sua turma chegam à nova casa após um período de negociação direto com a Televisa. “Demoramos mais de seis meses, pois tínhamos que pesquisar e entender todo o catálogo, foi um trabalho longo”, conta Tatiana Costa, diretora de programação e conteúdo digital do Multishow, enfatizando que o personagem “sempre foi uma referência para nós, desde a formatação de nossos programas, ou por meio de um artista, como, por exemplo, a Tatá Werneck, que é uma fã assumida e ama o personagem”.A diretora afirma que o seriado foi fonte de inspiração constante, “estava em nosso inconsciente coletivo em diversos momentos, então fazia sentido tê-lo em nossa grade, onde temos um humor muito democrático”. Ela completa dizendo que Chaves foi muito estudado por eles e é considerado “um humor atemporal, pueril, compondo muito bem com nosso mix de conteúdo”.Toda a tratativa para ter a produção em sua grade teve, como conta Tatiana, a participação de uma leva de fãs, que “movimentam as redes sociais e mantêm viva a discussão em cima dos personagens, e por aí fomos construindo juntos todos os pilares para fazer dar certo, desde discutir a programação, divulgação, como iríamos trabalhar dublagem, o áudio. Foi, de fato, um trabalho a quatro mãos, o canal com os experts no assunto”.om seu humor infantil, há de se questionar a razão de o Multishow decidir ter o produto em sua grade, e é isso que explica Tatiana. “A gente entende que tem um público infantil, mas também sabe que, como eu e a Tatá (Werneck), que crescemos vendo Chaves, entendemos a necessidade de falar com esse público, que não tinha essa oferta na TV”, explica. “Vamos fazer uma composição de programação para atender esse público mais adulto, que é 100% fanático”, diverte-se Tatiana. “Eles têm bíblias de Chaves, conhecem todos os episódios, sinopses, foi assim que nos ajudaram numa curadoria muito relevante.” Mas é também notável o canal decidir contratar esse humorístico, que já conta mais de 30 anos de exibição só em território brasileiro. “Ah, mas é um conteúdo tão antigo, podem dizer, mas entendemos que tem esse movimento nas redes sociais, desses fãs, o que mostra que a franquia, que é muito poderosa, conseguiu se perpetuar, conquistando as novas gerações”, constata Tatiana. Fato importante destacado pela diretora do canal é que dos 500 episódios licenciados pelo Multishow, mais de cem são inéditos, número relevante, que surpreendeu a todos. Para a estreia, algumas ações estão no planejamento, como a provável vinda de alguns personagens e lançamento, em sessão especial, em alguma sala de cinema. Isso tudo combinado com o material impecável que o canal promete. “Fizemos um trabalho muito minucioso, purista, com dubladores originais, reconstrução da sonoplastia, efeitos especiais.” Um dos destaques, segundo Tatiana, é a exibição em ordem cronológica, ou seja, “vamos acompanhar a evolução de cada personagem e sua transformação. Tudo está sendo recriado para ser igual ao original e a gente vai dar a chance de o público assistir aos episódios com áudio em espanhol, vai surpreender”.

terça-feira, 8 de maio de 2018

Joaquim Barbosa anuncia que não será candidato à Presidência

O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e ministro aposentado do tribunal Joaquim Barbosa anunciou no Twitter que não será candidato à Presidência da República em 2018. "Está decidido. Após várias semanas de muita reflexão, finalmente cheguei a uma conclusão. Não pretendo ser candidato a Presidente da República. Decisão estritamente pessoal", postou Barbosa.

"Sim, Podemos"

Do site "Antagonista" hoje pela manhã : "Álvaro Dias, Flávio Rocha e Rodrigo Maia podem se unir em torno de uma candidatura, segundo O Globo. Os dois primeiros já fazem campanha juntos. No domingo, Flávio Rocha participou de um evento do Podemos e “discursou como se fosse companheiro de chapa” de Álvaro Dias."

quinta-feira, 3 de maio de 2018

O criador do popular "WhatsApp" vai deixar o Facebook

O presidente executivo e cofundador do WhatsApp, Jan Koum, anunciou na tarde da segunda-feira, (30/04), que está deixando o Facebook. Koum, que criou o WhatsApp com Brian Acton em 2009 e o vendeu ao Facebook por US$ 19 bilhões em 2014, permanecia à frente do aplicativo. Ele também vai deixar seu assento no conselho de administração da rede social. Em uma publicação em sua página na rede social, Koum disse que quer usar seu tempo livre para interesses fora da tecnologia - no entanto, uma reportagem do jornal americano The Washington Post alega que ele está deixando a empresa por discordar da postura do Facebook para tentar enfraquecer a proteção dos dados de usuários do WhatsApp e monetizar seus recursos. "Faz quase uma década que eu e o Brian começamos o WhatsApp e foi uma jornada incrível, mas é hora de ir em frente", disse Koum, em uma publicação em sua página na rede social. "Estou deixando a empresa em um momento em que aspessoas estão usando o WhatsApp de um jeito que eu não poderia imaginar." Koum não revelou em que data sairá da empresa, mas sua partida significa que nenhum dos criadores originais do aplicativo permanecerá à frente dele - Acton deixou o Facebook em novembro do ano passado. Em seu texto, o executivo disse que vai usar seu tempo livre para fazer coisas que gosta fora do mundo da tecnologia, como "colecionar Porsches e jogar frisbee". Mark Zuckerberg, presidente executivo do Facebook, comentou a publicação de Jan Koum. "Vou sentir falta de trabalhar com você e das coisas que me ensinou, incluindo o valor da criptografia e seu poder para retirar o poder de sistemas centralizados e colocá-lo na mão das pessoas", disse Zuckerberg. "Esses valores estarão sempre no coração do WhatsApp." O anúncio aconteceu ainda um dia antes da F8, conferência anual de desenvolvedores realizada pelo Facebook em San José, Califórnia.  Após o anúncio da saída de Koum, as ações do Facebook começaram a cair na bolsa de valores, fechando o pregão de segunda-feira com baixa de 0,92%.  Segundo a reportagem publicada pelo The Washington Post, Koum era um defensor da privacidade dos usuários no WhatsApp, algo que vinha sendo questionado pela direção do Facebook - hoje, apesar de ter 1,5 bilhão de usuários em todo o mundo (120 milhões deles no Brasil), o WhatsApp não fatura um centavo. Vale lembrar ainda que o WhatsApp foi a aquisição mais cara do Facebook em sua história. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Requião para presidente

Da editoria "Radar", da Veja: "Roberto Requião foi um dos nomes sugeridos na reunião dos dissidentes do MDB no gabinete do senador Renan Calheiros como oposição a Michel Temer como um eventual candidato à presidência. O dono da bola (e do gabinete) não quis entrar no mérito ainda. Tudo em seu tempo." Há algum tempo atrás aqui neste blog comentei sobre a união de certas forças políticas dissidentes com a esquerda para viabilizar um nome alternativo, como o do senador pelo Paraná, Roberto Requião.

terça-feira, 1 de maio de 2018

Fabricante de guitarras Gibson protocola pedido de recuperação judicial


A Gibson Brands, fabricante das guitarras usadas por nomes como B.B. King e Elvis Presley, registrou pedido de recuperação judicial nesta terça-feira, com um plano para reorganizar seu negócio de instrumento musical sob o novo comando de seus credores. A empresa, sediada em Nashville, cujas marcas lendárias incluem Les Paul e SG, vem enfrentando dificuldade em meio a dívidas de 500 milhões de dólares ligadas à aquisição de seu negócio de eletrônicos de consumo em outros países, onde as vendas enfrentaram uma forte queda. Em um registro com a corte de falências em Delaware, a Gibson disse que o negócios de eletrônicos de consumo no exterior serão reduzidos, permitindo que a empresa volte sua atenção ao seu negócio principal de fabricação de guitarras e áudio. O negócio de áudio inclui fones, caixas de som e mesas para músicos profissionais e amadores e engenheiros de som KRK, Cerwin Vega e Stanton. “Este processo será praticamente invisível para os clientes, que podem continuar confiando na Gibson para fornecer produtos e atendimento ao cliente incomparáveis”, disse o presidente-executivo Henry Juszkiewicz em um comunicado. Juszkiewicz adquiriu a Gibson in 1986. Sob o plano de reestruturação, credores incluindo SilverPoint Capital, Melody Capital Partners LP e fundos afiliados ao KKR Credit Advisors vão trocar dívida por participação acionária na empresa reorganizada. A Gibson disse que as vendas de suas guitarras cresceram 10,5 por cento, para 122 milhões de dólares nos 12 meses até janeiro, ante um ano antes.
A empresa, fundada em 1894, produz duas guitarras em fábricas em Nashville e Memphis, Tennessee e seus violões em Bozeman, Montana. A Gibson vende mais de 170.000 guitarras anualmente em mais de 80 países.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Smiles pagará dividendos de R$ 438,5 milhões


Acionistas da Smiles aprovaram, em assembleia realizada nesta segunda-feira, 30, o pagamento de R$ 99.292.463,51 a título de dividendo mínimo obrigatório. Foi aprovado também o pagamento de dividendos complementares no valor de R$ 334.856.216,27. Além disso haverá dividendos adicionais de R$ 4.444.164,05, resultantes da conta de reserva de lucros acumulados, advinda da incorporação aprovada na assembleia geral de acionistas, realizada em 1º de julho de 2017. No total, serão distribuídos cerca de R$ 438,5 milhões. O pagamento dos dividendos mínimos e os complementares serão pagos em 17 de maio aos acionistas que estiverem na base acionária da empresa em 4 de maio. As ações passam a ser negociadas na condição “ex” dividendos a partir de 7 de maio.

terça-feira, 24 de abril de 2018

Pesquisa Bandeirantes: Lula lidera em São Paulo

A TV Bandeirantes divulgou nesta terça-feira (24/04), os resultados de pesquisa de intenção de voto para presidente da República realizada pelo Ibope apenas no Estado de São Paulo. São quatro cenários, que variam de acordo com o candidato do PT (o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ou o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad) e do MDB (o presidente Michel Temer ou o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles). A pesquisa foi feita entre os dias 20 e 23 de abril, com 1008 pessoas em 59 municípios. A margem de erro estimada é de 3 pontos porcentuais para mais ou menos e o nível de confiança utilizado é de 95%. O número de registro no TSE é BR-00314/2018. Confira os cenários abaixo:

Com Lula e Meirelles:

Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 20%

Jair Bolsonaro (PSL): 14%

Geraldo Alckmin (PSDB): 14%

Joaquim Barbosa (PSB): 9%

Marina Silva (Rede): 9%

Ciro Gomes (PDT): 4%

Álvaro Dias (Podemos): 2%

João Amoedo (Novo): 1%

Flávio Rocha (PRB): 1%

Rodrigo Maia (DEM): 1%

Manuela D’Ávila: 1%

Fernando Collor de Mello (PTC): 1%

Levy Fidélix (PRTB): 1%

Aldo Rebelo (Solidariedade): 0%

Guilherme Boulos (Psol): 0%

Henrique Meirelles (MDB): 0%

Paulo Rabello de Castro (PSC): 0%

Brancos e nulos: 18%

Não sabem: 4%



Com Lula e Temer:
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 22%

Jair Bolsonaro (PSL): 14%

Geraldo Alckmin (PSDB): 12%

Marina Silva (Rede): 9%

Joaquim Barbosa (PSB): 8%

Ciro Gomes (PDT): 3%

Álvaro Dias (Podemos): 2%

João Amoedo (Novo): 1%

Guilherme Boulos (Psol): 1%

Flávio Rocha (PRB): 1%

Rodrigo Maia (DEM): 1%

Manuela D’Ávila (PCdoB): 1%

Michel Temer (MDB): 1%

Aldo Rebelo (Solidariedade): 0%

Fernando Collor de Mello (PTC): 0%

Levy Fidélix (PRTB): 0%

Brancos e nulos: 19%

Não sabem: 5%



Com Haddad e Temer:
Jair Bolsonaro (PSL): 16%

Geraldo Alckmin (PSDB): 15%

Marina Silva (Rede): 11%

Joaquim Barbosa (PSB): 9%

Ciro Gomes (PDT): 4%

Fernando Haddad (PT): 3%

Álvaro Dias (Podemos): 2%

Michel Temer (MDB): 2%

Aldo Rebelo (Solidariedade): 1%

Manuela D’Ávila (PCdoB): 1%

Rodrigo Maia (DEM): 1%

Levy Fidélix (PRTB): 1%

João Amoedo (Novo): 0%

Guilherme Boulos (Psol): 0%

Flávio Rocha (PRB): 0%

Fernando Collor de Mello (PTC): 0%

Paulo Rabello de Castro (PSC): 0%

Brancos e nulos: 26%

Não sabem: 7%



Com Haddad e Meirelles:
Jair Bolsonaro (PSL): 15%

Geraldo Alckmin (PSDB): 15%

Marina Silva (Rede): 12%

Joaquim Barbosa (PSB): 10%

Ciro Gomes (PDT): 6%

Fernando Haddad (PT): 3%

Álvaro Dias (Podemos): 2%

Henrique Meirelles (MDB): 1%

Aldo Rebelo (Solidariedade): 1%

Flávio Rocha (PRB): 1%

João Amoedo (Novo): 1%

Levy Fidélix (PRTB): 1%

Manuela D’Ávila (PCdoB): 1%

Rodrigo Maia (DEM): 1%

Guilherme Boulos (Psol): 0%

Fernando Collor de Mello (PTC): 0%

Paulo Rabello de Castro (PSC): 0%

Brancos e nulos: 25%

Não sabem: 5%

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Dólar bate R$3,45, maior valor desde final de 2016

O dólar fechou a segunda-feira em alta de mais de 1 por cento e foi ao patamar de 3,45 reais, maior nível em quase um ano e meio, seguindo o movimento dos mercados externos em meio a temores de que a pressão inflacionária leve o banco central dos Estados Unidos a ser mais firme no aperto monetário. O dólar avançou 1,20 por cento, a 3,4528 reais na venda, depois de tocar a máxima de 3,4538 reais no dia e no maior patamar de fechamento desde 2 de dezembro de 2016 (3,4726 reais). Odólar futuro tinha alta de cerca de 1,1 por cento no final da tarde. “O Treasury de 10 anos testou novamente os picos deste ciclo econômico… geralmente, as rodadas de abertura (alta das taxas) dos Treasuries afetam o humor global a risco, o que está dando suporte ao dólar no mundo”, disse o gestor e sócio da gestora Flag Dan Kawa. Os rendimentos dos Treasuries de 10 anos dos EUA foram a quase 3 por cento nesta sessão, em meio a preocupações com a crescente oferta de dívida pública do país e a aceleração da inflação. Com isso, o dólar chegou a atingir a máxima em sete semanas ante umaa cesta de moedas. Esse cenário aumentava o temor de que o Federal Reserve, banco central norte-americano, possa elevar os juros mais do que o esperado. Taxas elevadas na maior economia do mundo tendem a atrair recursos aplicados hoje em outras praças financeiras, como a brasileira. “E isso levaria a menos liquidez no mercado, o que puxa o dólar“, afirmou o gestor de derivativos de uma corretora local. O dólar também subia ante divisas de países emergentes, como o peso mexicano e o rand sul-africano. Como pano de fundo, os investidores seguiram acompanhando o noticiário político interno, a poucos meses das eleições presidenciais de outubro. O Banco Central vendeu todo o lote de 3,4 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 1,87 bilhão de dólares do total de 2,565 bilhões de dólares que vence em maio. Se mantiver esse volume diário e vendê-lo integralmente, o BC rolará o valor total dos swaps que vencem no próximo mês.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Spotify gasta menos com Bancos em IPO


Depois de abalar a indústria da música, o Spotify está levando investidores a questionarem o valor que podem conseguir se bancos liderarem um IPO, serviço do qual ela abriu mão. A empresa de streaming de música efetivamente privou os bancos de centenas de milhões de dólares em taxas ao não precisar de assessoria ao lançar as ações da companhia avaliada em 26,5 bilhões de dólares na Bolsa de Nova York. Os bancos que podem cobrar das empresas até 7 por cento do valor captado numa listagem e gestores de fundos em Londres dizem que o sucesso da Spotify fará os bancos a terem que mostrar mais claramente o valor que criam para as empresas. “Além de economizar muito dinheiro para o tipo certo de empresa, o sinal demonstrado por esse tipo de listagem é a igualdade de condições que cria”, disse Trevor Green, diretor de ações institucionais da Aviva Investors, à Reuters.Os bancos embolsaram taxas anuais de 33,6 bilhões de dólares nos EUA e 14,4 bilhões de dólares na Europa na última década ao coordenarem IPOs, segundo dados da Thomson Reuters. E embora as disputas entre bancos de investimento e gestores de ativos sobre essas taxas não sejam novas, a tecnologia em evolução, o capital disponível mais livremente para as empresas e as pressões regulatórias significam que mudanças pode vir. Mas embora os críticos afirmem que os altos custos tenham desencorajado algumas empresas de ingressarem no mercado de ações, limitando suas perspectivas e dificultando o crescimento da economia, os banqueiros dizem que é pouco provável que sejam capazes de replicar a listagem direta do Spotify. Isso só foi possível porque um grande número de acionistas de fundos queria vender e a empresa não estava levantando muito capital. Isso significa que por enquanto essa rota só pode ser seguida por empresas de internet conhecidas como o Spotify. “É uma questão única”, disse Suneel Hargunani, diretor do EMEA Equity Syndicate, do Citigroup. “Não há muitas empresas que preencham todos esses requisitos, por isso não achamos que isso vai se tornar muito comum”, disse ele em entrevista à Thomson Reuters. Com informações da revista Exame.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

João Doria Júnior lidera disputa pelo governo de SP


O ex-prefeito de São Paulo João Agripino da Costa Doria Junior (PSDB) lidera a corrida pelo governo do Estado, segundo pesquisa Datafolha divulgada na madrugada desta segunda-feira, 16. O tucano tem 29% das intenções de voto, à frente do presidente da Fiesp, Paulo Skaf (MDB), com 20%; do governador de São Paulo, Márcio França (PSB), com 8%; e do ex-prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho (PT), com 7%. Doria e Skaf, no entanto, também têm os maiores índices de rejeição entre os eleitores. No Estado, 34% do eleitorado diz que não votaria "de jeito nenhum" no presidente da Fiesp e 33%, no ex-prefeito paulistano. Marinho tem 27% e França, 22%. O levantamento mostra que a desaprovação ao tucano na capital disparou depois da renúncia à Prefeitura: 49% dos eleitores de São Paulo rejeitam a possibilidade de escolhê-lo para governar o Estado. No interior, a rejeição cai para 25%. A intenção de voto em Doria também diverge entre a capital, de 24%, e o interior, de 30%. oria tem maior preferência entre os homens e os eleitores com maior renda, segundo o Datafolha. Enquanto 35% dos homens votariam no ex-prefeito, 24% das mulheres fariam a mesma opção. Dentre os mais ricos, 39% diz que vai votar no tucano; na camada mais pobre, que recebe até dois salários mínimos por mês, ele é preferido por 24%. A pesquisa Datafolha ouviu 1.954 eleitores em 68 municípios paulistas, entre os dias 11 e 13. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral com o número SP 04706/2018. Com informações do jornal "O Estado de São Paulo".

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Marfrig: a volta às origens


Nesta segunda-feira (09/04) a Marfrig anunciou a compra do controle (51%) do frigorífico americano National Beef por 969 milhões de dólares (quase 3,3 bilhões de reais). É, em linhas gerais, uma volta às origens da empresa criada na virada do século por Marcos Molina, (fotografia) filho de açougueiros e que construiu um conglomerado baseado na carne bovina. Molina hoje é presidente do conselho de administração da companhia. Junto com a compra veio também outro grande anúncio: o de que pretende vender a totalidade da americana Keystone, que é uma das maiores fornecedora de alimentos à base de diversos tipos de carne para redes como McDonald’s e Subway. A Keystone, fundada nos anos 60, foi a empresa que criou os famosos nuggets de frango. Em 2017, a marca representou quase metade do faturamento da Marfrig. A venda da Keystone era algo esperado há algum tempo (o que mais se falava até então era uma oferta de ações na bolsa), mas a compra da National Beef foi uma surpresa para o mercado. “À primeira vista, o acordo é uma surpresa, especialmente considerando o fato de a Marfrig estar com um plano agressivo de desalavancagem”, afirmam analistas do banco BTG Pactual em relatório intitulado “Back to Beef”. Com a entrada da National Beef e a pretendida saída da Keystone, a Marfrig deve se concentrar em carne bovina, mas expandir o número de países em que atua — e reduzir o peso da dívida em seu balanço. A National Beef é a quarta maior processadora de carne bovina dos Estados Unidos (atrás de Tyson Foods, JBS USA e Cargil) e faturou 7,3 bilhões de dólares (24,3 bilhões de reais) no ano passado. Com a compra, a divisão de carne bovina da Marfrig deve passar de 10 bilhões de reais para 34 bilhões de reais. “A aquisição tem dois pilares muito importantes: o relacionamento que a National tem com seus fornecedores e o acesso ao mercado americano e japonês”, afirma Martin Arias, presidente da Marfrig. Na lista de principais mercados de exportação, a americana tem países como Japão e Coréia do Sul, onde a Marfrig não tem atuação. A aquisição deu à Marfrig o título de “segunda maior processadora de carne bovina do mundo” (a primeira é a JBS), frase destacada nos painéis na sala de coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira pela companhia. Com a compra da National Beef a Marfrig aumentará seu endividamento de 8 bilhões para 11,8 bilhões de reais. A dívida mais alta, no entanto, será compensada pela geração de caixa (medida pelo Ebitda), que deve dobrar, saindo de 1,70 bilhão de reais para 3,45 bilhões de reais. Com isso, a alavancagem (relação entre dívida e geração de caixa) diminuiria de 4,55 para 3,35 vezes. A compra agradou investidores. As ações da companhia subiram 18,8% nesta segunda, garantindo um ganho de mais de 726 milhões de reais em seu valor de mercado. Trata-se da primeira grande aquisição da Marfrig desde 2010. Mas os investidores não estão empolgados apenas com a compra, mas também com a venda, que mostra que a companhia pode, finalmente, ter aprendido uma lição importante: a de que um crescimento desenfreado pode levar a empresa para o buraco. A compra da Keystone em 2010, de 1,26 bilhão de dólares, marcou o auge da Marfrig, que adquiriu mais de 40 empresas entre 2006 e 2010. As compras envolveram não só a área bovina como também carne de perus, frangos, suínos e até mesmo o controle de uma empresa especializada em couros para indústrias automobilísticas e de aviação. O objetivo era tornar a Marfrig uma empresa global. Ele foi atingido, mas o custo foi alto demais. O crescimento foi financiado pela emissão de dívidas que fizeram a alavancagem chegar a 6,3 vezes a geração de caixa no início de 2015 e a companhia nunca mais voltou ao saudável patamar de 2,6 vezes que tinha em 2009. A venda da Keystone é um marco da estratégia que a companhia teve que adotar nos últimos anos para reduzir seu endividamento. Outras operações que a companhia teve que se desfazer incluem a venda da irlandesa Moy Park e da Seara para a concorrente JBS, a venda de ativos argentinos e o controle da empresa de couros. Para vender a Keystone, a Marfrig já contratou os bancos JP Morgan e Rabobank e espera que a aquisição saia ainda no primeiro semestre do ano. Com a venda, a Marfrig espera reduzir o endividamento para 2,5 vezes sua geração de caixa — patamar prometido há tempos para os investidores. O compromisso agora é manter esse patamar. Investidores esperam que a empresa tenha aprendido a lição.

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Beto Richa deixa o cargo para concorrer ao Senado, e Cida Borghetti assume o Governo do Paraná



Participei na manhã desta sexta-feira (06/04) da solenidade de posse de Cida Borghetti Barros como governadora do Estado do Paraná. O agora ex-governador Beto Richa deixa o cargo para disputar uma das duas vagas ao Senado Federal pelo Paraná. "É uma honra ser a primeira mulher a assumir esse cargo", afirmou Cida Borghetti. Empresária e jornalista, Cida Borghetti é formada em administração pública, com especialização em Políticas Públicas. É casada com o ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP), e tem uma filha: Maria Victória Borghetti Barros (PP), que concorreu à Prefeitura de Curitiba na última eleição municipal. Cida começou na política como militante do PDS jovem. Foi deputada federal e deputada estadual por dois mandatos consecutivos. Atualmente, é a coordenadora das relações do Paraná com a bancada federal e com o Governo Federal. Já Beto Richa fez um breve balanço de seu governo citando dados positivos como a redução do nível de endividamento do governo do Paraná que segundo ele recuou de 90% para menos de 30% da receita corrente. Também citou a participação paranaense no PIB nacional que cresceu de 5,8% para 6,3%, além de outros indicadores sócio-econômicos. Cida Borghetti deve disputar a eleição para governo do Paraná pelo Partido Progressista. Confira abaixo um video que fiz durante a solenidade.







quinta-feira, 5 de abril de 2018

Richa deixará o governo do Paraná amanhã para disputar Senado


Estive na manhã de hoje (05/04) com o governador do Paraná Beto Richa no Palácio Iguaçu. Nesta sexta-feira, o governador se desincompatibilizará do cargo para disputar uma vaga ao Senado Federal. A vice-governadora Cida Borghetti (PP) assumirá o governo até o final do mandato 2015-2018. Beto Richa deixa, sem dúvidas, um legado importante, e um Paraná com o ajuste fiscal realizado, ao contrário de tantos outros entes da federação que atravessam grave crise fiscal e econômica. Na edição 126 da Frizz Magazine (Segundo Trimestre de 2018) uma matéria especial sobre o Legado que Beto Richa deixa aos paranaenses.

quinta-feira, 29 de março de 2018

Indústrias diminuem abates para tentar segurar preço do boi no atacado

O aumento da produção de carne tem desafiado a capacidade do mercado interno de absorver esse volume, afirma Marina Zaia, analista de mercado da Scot Consultoria. “As indústrias estão mudando suas estratégias de compra, diminuindo o volume de animais abatidos ou pulando dias de abate, para regular seus estoques e segurar suas margens”, conta. O comportamento das vendas, visto de forma independente, deixa a sensação de queda no consumo, mas o incremento dos abates demonstra que, aparentemente, o aumento oferta tem sobrepujado a melhora da demanda, o que causou a queda de cotações da carne. Com isso, a movimentação efetiva de baixa no mercado do boi gordo começou a aparecer com mais intensidade.  Segundo Marina, fica a expectativa do impacto destas táticas no mercado. Enquanto isso, na parcial do ano, as cotações no atacado recuaram 7,5%. No atacado, a carcaça de animais castrados está cotada em R$9,23 por quilo. Com informações do Canal Rural.

segunda-feira, 26 de março de 2018

Governador Beto Richa deixará governo do Paraná para disputar o Senado


O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), anunciou na tarde desta segunda-feira (26/03) que deixará o cargo no dia 6 de abril para concorrer ao Senado. De acordo com a legislação eleitoral, ele teria até o dia 7 de abril para se desincompatibilizar do cargo. Com a saída de Richa, assume a vice-governadora Cida Borghetti (PP), pré-candidata ao governo. Ela é mulher do ministro da Saúde, Ricardo Barros, que também já anunciou que deixará o cargo de ministro para concorrer nas eleições. Ele deve ser candidato a deputado federal pelo Paraná, função da qual se licenciou para assumir o ministério. A família Barros é tradicional na política do Estado -a filha do casal, Maria Victoria, assumiu uma cadeira na Assembleia Legislativa do Paraná quando tinha apenas 22 anos. Richa verbalizou a decisão após reunião com o secretariado e afirmou que optou por deixar o governo após receber o apoio de aliados. Também disse que escolheu o Senado por ser o caminho natural depois do mandato no governo estadual. O tucano foi eleito em 2010 e reeleito em 2014. Ambas as vitórias ocorreram no primeiro turno. Em 2015, a imagem de Richa ficou desgastada após a polícia reprimir um protesto a favor da greve dos professores, deixando centenas de feridos. No entanto o governador Beto Richa deixará a chefia do Estado com as finanças em dia, o ajuste fiscal feito, e um legado de muitas obras Paraná afora.

segunda-feira, 19 de março de 2018

Doria vence prévias para o governo de São Paulo; Covas assume Prefeitura no dia 7


O prefeito de São Paulo, João Doria Júnior venceu, no primeiro turno, as prévias do PSDB e será o candidato do partido ao governo de São Paulo. Ele pretende deixar a Prefeitura da capital paulista até o dia 7 de abril, quando Bruno Covas, também do PSDB, assumirá o comando da cidade para um mandato de quase 3 anos. Doria obteve 80% votos. Em segundo lugar ficou o secretário estadual Floriano Pesaro, seguido pelo cientista político Luiz Felipe d’Ávila e pelo ex-senador José Aníbal. O governador Geraldo Alckmin, pré-candidato à Presidência, evitou declarar apoio a João Doria na eleição para o Palácio dos Bandeirantes. O vice de Alckmin, Márcio França (PSB), também deverá ser candidato ao governo em outubro, o que levará o presidenciável a ter um palanque duplo no Estado. (O Estado de São Paulo)