
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Ricardo Mansur, do Mappin, é condenado a 11 anos de prisão por fraude

sexta-feira, 27 de maio de 2011
BTG conclui compra do Panamericano
domingo, 22 de maio de 2011
Voo Rio-Paris: gelo é possível causa de acidente
domingo, 8 de maio de 2011
British Airways estuda comprar a TAP, diz jornal
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Sony acusa grupo de hackers Anonymous por ataques online
terça-feira, 3 de maio de 2011
FrigoBeto abaterá bovinos em Apucarana

Entra em operação nesta segunda-feira (09/05), em Apucarana, o Frigorífico Oregon S/A, que estará funcionando nas instalações da FrigoBeto Frigoríficos. Tendo como sócios do empreendimento os empresários londrinenses Maria Isabel Melo e Orestes Alvares Soldorio, a empresa irá abater 400 bovinos/dia. O negócio irá gerar, já nesta primeira etapa, 200 empregos diretos. O anúncio do investimento, cuja viabilidade contou com apoio da Prefeitura de Apucarana, foi feito na terça-feira (03/05) no gabinete municipal, em uma entrevista coletiva concedida pelo prefeito João Carlos de Oliveira (PMDB), vice-prefeito Antônio Waldemar Garcia (PSDB) e o empresário Nilson Umberto Sacchelli Ribeiro, procurador do empresário Nilson Alves Ribeiro, dono dos Frigoríficos FrigoBeto, que encontra-se na Europa. “É sempre uma felicidade presenciar empresários da cidade que trabalham pela cidade. Com isso Apucarana se fortalece economicamente ainda mais”, disse o prefeito João Carlos. O empreendimento apucaranense herdou todo o know-how internacional conquistado pelo abatedouro durante o período de operação da antiga King Meat, portanto, está apto a atingir não só todo o mercado nacional, mas também a exportar para a União Européia, Rússia e até países árabes. A operação de abate de equinos, tradicional atividade desenvolvida pelos Frigoríficos FrigoBeto deverá ser transferida para a unidade de Minas Gerais. Nilson Umberto Sacchelli Ribeiro, diz que o projeto para instalação do frigorífico de bovinos vem sendo discutido e avaliado desde que o abate de equinos foi suspenso em 2009, motivado pela desvalorização do câmbio e pelo impacto da crise mundial, que afetaram as exportações da empresa. “Com o aumento do consumo de proteínas no mundo, o mercado para carne bovina é crescente. O meu pai, que também é produtor de bovinos e um dos fundadores da Sociedade Rural de Apucarana, acabou reavaliando o mercado que está carente de novos frigoríficos para atender com qualidade a demanda interna e até internacional, e me pediu ainda em 2010 que fosse viabilizada a operação da planta da FrigoBeto em Apucarana com bovinos, diz. Segundo ele, a empresa inicia com todas as certificações necessárias junto ao Ministério da Agricultura e garantias necessárias na Vigilância Sanitária, para viabilizar suas operações tanto no mercado interno quanto na exportação. Sacchelli Ribeiro cita que, entre os mercados internacionais que em um futuro próximo devem ser atendidos pelo Frigorífico Oregon S/A estão a Europa, Rússia, Iraque e Irã. “Existem alguns contratos em estudo e que já estão sendo avaliados pela área comercial”, informa o empresário. Conforme o empresário apucaranense, o início do funcionamento do frigorífico vai colocar Apucarana em evidência no Estado, já que no Paraná são poucos os empreendimentos habilitados para exportação de carne bovina. Disse ainda que o investimento segue na contramão de outros 40 empreendimentos que estão com plantas paradas em todo o País. “O projeto vem recebendo incentivo político. O próprio governador Beto Richa ofereceu apoio ao investimento, ao conhecer a proposta que estava em estudo, reforçando que confia no trabalho que estava sendo desenvolvido para instalar o frigorífico em Apucarana”, ressalta. "A FrigoBeto vem investindo pesadamente desde meados de 2010 na adaptação da planta para o abate de bovinos. Chegamos a uma nova fase. Apucarana ganha e o Paraná ganha. A partir de agora o mundo vai consumir picanha “made in Apucarana” e os mercados locais e da região não vão ter que recorrer a fornecedores de fora. Os pecuaristas da região também não ficarão mais reféns de gigantescos conglomerados econômicos que abastecidos por recursos do BNDES inviabilizaram a pecuária nos últimos anos, dizimando matrizes, e arrochando o produtor ”. Durante o anúncio, o prefeito João Carlos de Oliveira destacou a importância do início de atividades do novo frigorífico para Apucarana. Segundo ele, além dos novos empregos, a economia local receberá um forte impulso, fortalecendo toda a cadeia produtiva. “O empreendimento vai fortalecer a cidade como polo na área de alimentos”, diz João Carlos. Ele ressaltou que o Município também pretende fazer parceria com o frigorífico para realizar o abate de bovinos que são adquiridos através do programa Compra Direta. Já o vice-prefeito de Apucarana, Antônio Waldemar Garcia (PSDB), disse que o frigorífico reafirma a condição de polo regional da cidade e informou que a prefeitura tem discussões adiantadas no sentido de expandir áreas para instalação de novas empresas na cidade, em especial através das parcerias-públicos-privadas. “Não posso ainda dar mais detalhes, mas tudo caminha muito bem. São negociações que dentro de pouco tempo o prefeito João Carlos deve estar anunciando”, disse Garcia.
domingo, 1 de maio de 2011
"Abril vermelho" chega ao fim com 70 invasões
sábado, 30 de abril de 2011
Empresa leva cinco horas para criar reprodução do vestido de Kate

sexta-feira, 22 de abril de 2011
Partidos se unem para tentar barrar PSD de Kassab
Para o advogado do PSD, a criação da nova legenda não pode ser impedida porque a livre associação "é direito fundamental" garantido pela Constituição Federal. Gonzaga avalia que os argumentos dos partidos contrários ao surgimento do PSD não têm sustentação jurídica, uma vez que é previsto em lei a desfiliação de uma sigla para o ingresso em um partido recém-criado. "São argumentos para causar terrorismo e assustar as pessoas desinformadas", concluiu. Segundo o advogado, os aliados do prefeito de São Paulo foram informados que seus antigos partidos estão dispostos a usar até mesmo a influência política junto à Justiça Eleitoral para tentar barrar o PSD. "Se isso acontecer, será abuso de poder político", disse. O primeiro movimento jurídico para interromper a migração de políticos ao PSD foi feito neste mês de abril, pelo PPS. A sigla ingressou na semana passada no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) que contesta o princípio de fidelidade partidária. A estratégia do partido é derrubar dispositivo segundo o qual um filiado partidário não perde o mandato caso saia de uma legenda para fundar uma nova. Ao lado do DEM, a agremiação foi uma das que sofreram as maiores perdas por conta da criação do PSD. O argumento do PPS é de que os partidos de origem não motivaram suas saídas, tratando-se, assim, de decisões pessoais. O PTB ameaçou em março ingressar na Justiça Eleitoral com pedido de impugnação do PSD, a partir do registro público da nova legenda, inclusive em cartório. Neste mês, no entanto, a assessoria jurídica da sigla decidiu aguardar que a solicitação seja feita ao TSE. "O pedido já está pronto e estamos esperando o registro no TSE", explicou o advogado eleitoral Itapuã Prestes de Messias, que representa o PTB. O corpo jurídico da sigla argumenta que o novo partido utiliza a mesma sigla do antigo PSD presidido pelo ex-parlamentar Nabi Abi Chedid e incorporado ao PTB em 2003. Os advogados alegam que, ao incorporar o PSD, o PTB adquiriu os deveres e direitos da antiga legenda, ou seja, desde as suas dívidas até o seu nome e história. Com a perda de vereadores da Câmara Municipal de São Paulo, com chances de rumarem para o PSD, o PSDB tem sido procurado pelo DEM para fazer parte da estratégia jurídica. Os advogados da sigla negam que o assunto tenha sido deliberado e afirmam que o tema não foi nem mesmo estudado pelo corpo jurídico tucano. Em São Paulo, o presidente municipal do PSDB, Julio Semeghini, já consultou os advogados do partido sobre o ingresso na Justiça Eleitoral para recuperar os mandatos dos vereadores egressos. Informações da Revista Exame.
Curitibanos são os que mais consomem chocolate no Brasil
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Cacau Show é a marca de chocolate mais citada na rede
sexta-feira, 8 de abril de 2011
TAM investe US$ 300 mi e expande voos internacionais
Google anuncia serviço de transmissão ao vivo para o YouTube
domingo, 20 de março de 2011
Japão decide aposentar usina nuclear de Fukushima
Site francês mostra avanço da radioatividade
segunda-feira, 14 de março de 2011
Tsunami chegando em Newport Beach, California
Deputado Barros Munhoz transferiu bens para proteger patrimônio

domingo, 13 de março de 2011
Japão vive pior crise desde a 2ª Guerra, diz primeiro-ministro

O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, afirmou neste domingo que o país vive sua pior crise desde o final da Segunda Guerra Mundial, após o forte terremoto e o consequente tsunami que atingiram a nação na última sexta-feira. Diante do quadro, Kan pediu união aos cidadãos. O primeiro-ministro afirmou que a situação é "preocupante", ao mesmo tempo em que mostrou sua gratidão e "respeito" pela calma com que a população japonesa enfrentou o terremoto que atingiu 9 graus de magnitude, o pior de que se tem registro no país. "Não será fácil, mas superaremos esta crise, como fizemos no passado", assegurou. Kan afirmou ainda que a situação na usina nuclear de Fukushima, a 250 quilômetros de Tóquio, ainda é muito grave. Ontem, a instalação que abrigava um dos reatores da usina explodiu após uma falha no sistema de resfriamento. Agora, outro reator corre o mesmo risco. As autoridades japonesas lutam contra a crescente crise nuclear a a ameaça de múltiplos derretimentos de reatores, enquanto 170 mil pessoas foram retiradas das áreas de risco. O derretimento parcial de um dos reatores da usina de Fukushima já estava, inclusive, em provável andamento, segundo uma das autoridades, e os operadores da instalação trabalham freneticamente para tentar manter a temperatura de outros reatores sob controle e prevenir um desastre maior. O chefe do Gabinete de Segurança do país, Yukio Edano, afirmou neste domingo que uma explosão de hidrogênio poderia ocorrer no reator 3 de Fukushima o mesmo tipo de explosão registrado no sábado no reator 1. "Sob o risco de aumentar a preocupação pública, nós não podemos descartar o risco de uma explosão", disse Edano. "Se houver uma, contanto, não haverá impacto significativo para a saúde da população." Mais de 170 mil pessoas foram retiradas da área como precaução, embora Edano afirme que a radiação liberada no ambiente até agora foi tão pequena que não colocou a saúde delas em risco. O derretimento completo o colapso dos sistemas de uma usina e sua habilidade de conter as temperaturas dos reatores sob controle poderia liberar urânio na atmosfera, contaminando de forma perigosa o ambiente e gerando sérios riscos para a saúde da população. Cerca de 160 pessoas podem ter sido expostas à radiação até agora, afirmou Ryo Miyake, porta-voz da agência nuclear japonesa. A gravidade dessas exposições ainda não foi determinada. Elas foram levadas a hospitais. O acidente em uma central nuclear na cidade de Fukushima, no Japão, após o forte terremoto que atingiu o país na sexta-feira, foi classificado como de nível 4 na Escala Internacional de Eventos Nucleares, que vai de 0 a 7. A classificação é a terceira mais alta já concedida, ficando atrás apenas do acidente em Three Mile Island, nos Estados Unidos, em 1979 (nível 5) e de Tchernobil, em 1986 (grau 7). A classificação 4 qualifica acidentes 'com consequências de alcance local', segundo documentos da AIEA (Agência internacional de Energia Atômica). Em 1999, o Japão havia registrado um acidente com a mesma classificação. O termo anomalia é utilizado para o nível 1 e, incidente, para os níveis 2 e 3. O nível 4 é o pior até o momento no Japão, de acordo com a Agência japonesa de Segurança Nuclear e Industrial. O reator Daiichi 1, ao norte da capital Tóquio, começou a vazar radiação depois que o terremoto de magnitude 8,9 causou um tsunami, prontamente levantando temores de um derretimento nuclear. O sistema de resfriamento do reator nuclear falhou após os tremores, causando uma explosão que rompeu o telhado da usina. As autoridades afirmam que os níveis de radiação em Fukushima estavam elevados antes da explosão. Em determinado momento, a usina estava liberando a cada hora a quantidade de radiação uma pessoa normalmente absorve do ambiente em um ano.
