Estive agora pela manhã com o Secretário de Segurança Pública do Paraná Wagner Mesquita de Oliveira, em seu gabinete. Ele vem desenvolvendo um excelente trabalho na redução da criminalidade no Paraná e irá combater qualquer abuso por parte de criminosos que querem promover a baderna no Paraná.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Vice-Presidente Michel Temer em Curitiba
Participei na manhã desta quinta-feira (28/01) em Curitiba de reunião entre lideranças empresariais e representantes de entidades com o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), em um hotel de Curitiba. Também estavam presentes o ex-ministro da Aviação Civil Eliseu Padilha, o senador Roberto Requião, deputado Requião Filho, além de deputados estaduais e federais. O vice-presidente da República disse que a Operação Lava Jato não pode ser algo que toma conta do país. Pela capital paranaense, ele começou o trabalho para costurar a reeleição ao cargo de presidente do PMDB – posição que ocupa desde 2001. "Não se deve tomar a Lava Jato como algo que deve tomar conta do país. Ela toma conta, sim, das funções do Judiciário, da Polícia Federal, do Ministério Público, que estão agindo segundo suas competências constitucionais, mas isso não deve embaraçar a administração e a atividade política do país, que hoje é um estado democrático de direito", afirmou. Temer garantiu ainda que, caso as investigações comprovem os devios de dinheiro da Petrobrás, verá tudo com "olhos de quem vê escândalo". Por fim, o vice-presidente acrescentou que vê a Lava Jato como um momento democrático do país, 30 anos após a redemocratização. "Temos que esperar as apurações, o que vem sendo feito com muita racionalidade e tranquilidade. Significa que as instituições do país estão funcionando. Se não estivessem, não haveria essas apurações", argumentou. Quanto à crise, Temer disse que a união de todos é necessária. "Já propus muitas vezes que o Brasil pacifique suas relações na sociedade. Não é possível que caminhemos para uma divisão no Brasil entre A, B, C e D. O Brasil tem uma crise e ninguém ignora esse fato", disse. Ainda de acordo com o vice-presidente, este também deve ser o tom da primeira reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico, o Conselhão, que faz parte da estratégia do governo federal para encontrar alternativas para superar a crise. "Hoje ainda, a senhora presidente vai pleitear isso, uma pacificação do país. Precisamos da colaboração da iniciativa privada, dos trabalhadores e de todos os setores. Sem essa unidade não é fácil driblar a crise", afirmou. Ainda nesta quinta-feira, o vice-presidente vai para Florianópolis onde tem compromissos semelhantes. A eleição para presidente do partido ocorrerá em março, durante a convenção nacional da legenda, em Brasília. Por enquanto, ele é o candidato único ao cargo. O intuito desta caravana de Temer, que ainda passará por estados do nordeste, é também entusiasmar o partido para que lance candidatos próprios nas eleições deste ano. "Queremos que os nossos candidatos tenham um programa do PMDB para anunciar. É exatamente a questão de estabelecer no Brasil uma verdadeira federação. Porque no Brasil a federação não é só de estados, mas também de municípios. Precisamos prestigiar os municípios para, quem sabe, termos uma grande reforma da federação brasileira". concluiu. Temer ainda afirmou que o PMDB tem poder político para uma candidatura própria à Presidência da República em 2018. "Nós temos o maior número de governadores, maior número de prefeitos, maior número de vereadores, maior número de deputados estaduais, maior número de deputados federais, maior número de senadores, temos o vice-presidente da República, modestamente. Temos a presidência da Câmara, a do Senado, e não temos poder político no país? Nós temos poder político, sim, para eleger o maior número de prefeitos e o presidente da República em 2018".
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Banco inglês Barclays vai abandonar operações no Brasil
O banco inglês Barclays, um dos maiores do mundo, enviou um aviso a todos os funcionários, acionistas e clientes nesta quinta-feira (21/01) para explicar a decisão de encerrar todas as operações no Brasil, Rússia e Ásia. Assim como muitos grandes bancos de investimento como o Deutsche Bank, o Barclays está cortando custos e deixando países que não fazem parte do "núcleo de operações" bancárias. A estimativa é que serão cortados mais de 1.200 empregos. O banco inglês vem apresentando perdas desde 2011 e, além do Brasil, o Barclays deve deixar a Coreia do Sul, Taiwan, Austrália, além de alguns "braços" do banco na Europa, como o departamentos de pesquisa e de cobertura.
Milho acima de R$ 40 quebra agroindústria de SC
O pico de alta nos preços do milho deve levar agroindústrias de Santa Catarina a fechar as portas. A afirmação foi feita pelo presidente da Cooperativa Central Aurora Alimentos, Mário Lanznaster, em entrevista ao programa Mercado&Cia desta quarta-feira. “De uma hora para outra o milho passou para R$ 44 e está inviabilizando a agroindústria. Talvez daqui a 120 dias os frigoríficos comecem a fechar e demitir gente”, destacou. Segundo Lanznaster, uma ação emergencial do governo federal poderia amenizar os problemas. “A solução é PEP ou PEPRO. Tem que trazer o milho do Brasil central e fazer que chegue ao sul”, explica. O pior é que o preço pode subir ainda mais.atingindo em cheio as fábricas de rações, principalmente no sul do país.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Com desistência de Datena, PP é cobiçado por partidos
O apresentador José Luiz Datena anunciou nesta segunda-feira que está fora do páreo e não vai disputar a Prefeitura de São Paulo pelo PP. Datena, na verdade, nunca havia confirmado a candidatura. O anúncio já deixou outros pré-candidatos em estado de alerta. Tucanos e petistas, por exemplo, começam a tentar reconstruir pontes com o PP. O atual presidente da legenda em São Paulo, deputado Guilherme Mussi, não demonstra nenhuma simpatia pelo PT, a despeito de Paulo Maluf ter feito um acerto eleitoral com o atual prefeito petista, Fernando Haddad. Para os tucanos, Datena, que é muito próximo do governador Geraldo Alckmin, pode ser um elo importante entre PSDB e PP. “Seria muito interessante se ele apoiasse o PSDB”, afirmou o deputado federal Ricardo Tripoli, pré-candidato tucano. “Datena será um grande eleitor em São Paulo. Ele tem muita autonomia e muita autenticidade”, afirmou o empresário João Doria, outro tucano que quer disputar a prefeitura. Doria e Datena são colegas de emissora, a TV Bandeirantes. Com informações do Glamurama.
sábado, 16 de janeiro de 2016
Com o senador Roberto Requião
Estive na manhã deste sábado, em encontro com o senador Roberto Requião. Também estava presente Moacir Boscardin, amigo de longa data do senador. Conversamos sobre política, conjuntura econômica e carros antigos e clássicos, uma das paixões do senador Requião. Conversa muito agradável que se estendeu até o meio da tarde ensolarada curitibana. No dia 28 próximo, o senador Requião e seu filho, o deputado estadual Requião Filho, através da Fundação Ulysses Guimarães, receberão o vice-presidente da República Michel Temer em Curitiba. Certamente estamos honrados com o convite e estaremos sim presentes, para discutir o futuro do nosso Brasil.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Prejuízos causados pelas chuvas somam R$ 50 mi
O chefe da Casa Militar e coordenador Estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Adílson Castilho Casitas, afirmou ontem, em coletiva à imprensa, que o Governo do Estado reforçou o atendimento aos municípios atingidos por fortes chuvas desde o último sábado. Entre eles estão Ponta Grossa, Jaguariaíva, Piraí do Sul e Reserva. “O governador Beto Richa determinou à Defesa Civil ações imediatas para o atendimento dos municípios”, afirmou Castilho. Técnicos da Defesa Civil foram deslocados para as áreas afetadas e equipes da Copel e da Sanepar estão mobilizadas para monitorar os níveis de rios e barragens que podem transbordar e causar alagamentos e também para acompanhar os possíveis desabastecimentos de água e luz. Até agora, os dados apurados pela Defesa Civil, atualizados às 16 horas de terça-feira, as fortes chuvas já afetaram 1.744 pessoas, danificaram 283 casas e destruíram outras seis, em 27 municípios. Das 882 pessoas que ficaram desalojadas, 582 permanecem nesta situação. Outras 432 ficaram desabrigadas, sendo que 100 continuam nesta condição. O meteorologista do Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar), Samuel Braun, explica que o tempo deverá permanecer instável durante toda a semana, mas com um volume de chuvas menor do que nos últimos dias.
sábado, 9 de janeiro de 2016
Alvaro Dias deixa o PSDB e já grava programa para o Partido Verde
O senador Alvaro Dias está oficialmente fora do PSDB desde a semana passada. A desfiliação foi assinada na tarde de quinta-feira (07/12) na sede do partido em Londrina, no Norte do Paraná. Em dezembro, membros do Partido Verde (PV) em Brasília já haviam anunciado a filiação do senador à legenda. Alvaro Dias já gravou um programa de TV e rádio que será transmitido na propaganda eleitoral do PV na próxima terça-feira (12/01). De acordo com a assessoria, o principal tema do programa será meio ambiente e agronegócio. “Meu desconforto com o PSDB é antigo. Aqueles que acompanham mais de perto conhecem”, disse o senador. “Meu desconforto com o PSDB é antigo. Aqueles que acompanham mais de perto conhecem”, disse o senador. O presidente do PV de Londrina, Mario Takahashi, deu boas-vindas ao novo membro do partido. “A filiação do senador Álvaro Dias será muito importante para o Partido Verde, pois ele tem excelente reputação em nível nacional e é sinônimo de seriedade e integridade pessoal”, disse. Dias foi anunciado formalmente como novo filiado do PV pela deputada federal Leandre Dal Ponte (PV), no dia 16 de dezembro. Uma das condições impostas pelo político seria o apoio da legenda para continuidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), o que foi aceito pela Executiva Nacional. Com o novo espaço, Alvaro deve se lançar como candidato à presidência da República nas próximas eleições. “Temos que ver como o partido cresce neste período, como ele se estrutura, e na época verificar se ele tem potencial para propor uma alternativa. Se o partido, de forma consensual, entender que eu devo ser candidato não me recusarei”, disse o senador. Além de duas passagens pelo PSDB, entre 1994 e 2001, e entre 2003 e 2016, Alvaro Dias, com 71 anos, foi filiado ao MDB/PMDB entre 1968 e 1989. ele já foi eleito deputado estadual, federal, senador e governador do Paraná pela legenda peemedebista. Dias também passou por PST, PP, e PDT.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
Brasil cai 8 posições e é 17º no Índice Big Mac
O Índice Big Mac calcula semestralmente desde 1986 os preços do hambúrguer em vários países para determinar quais moedas estão valorizadas demais (ou de menos) em relação ao dólar. Nos últimos anos, o real se destacava sempre nos primeiros lugares como uma moeda sobrevalorizada, mas seu ciclo de enfraquecimento em relação ao dólar mudou este cenário. Em janeiro de 2015, o Brasil estava com o câmbio em R$ 2,59, sobrevalorizado em 8,7%. Em julho, os números já mostravam subvalorização de 10,6%, considerando que um Big Mac de R$ 13,50 saía por US$ 4,28 na cotação de R$ 3,15. Agora, o real fraco fez o Big Mac brasileiro cair ainda mais na lista. Um sanduíche vendido aqui por R$ 13,50 representa US$ 3,35 com uma cotação de R$ 4,02. É uma subvalorização de 32%, considerando que um Big Mac custa US$ 4,79 nos Estados Unidos. O primeiro lugar segue com a Suíça, com 30,7% de sobrevalorização. Os outros dois únicos países com moedas mais fortes do que o equilíbrio esperado são Suécia (+6,1%) e Noruega (+5,8%). O dólar está em um ciclo de apreciação mundial, o que faz com que todos os outros 40 países tenham moeda subvalorizada. Nas últimas posições ficam África do Sul (-64,1%), Ucrânia (-68,7%), Rússia (-69%) e Venezuela (-86,5%). O Índice Big Mac não tem pretensão científica e é "meramente uma ferramenta para tornar a teoria de taxas de câmbio mais palatável", segundo a própria revista. De acordo com a noção de paridade de poder de compra, as taxas de câmbio tendem a caminhar no longo prazo para que um mesmo bem ou serviço - no caso, o Big Mac - fique com o mesmo preço em dólar em qualquer país. Essa equalização ocorreria por aqui se um dólar valesse hoje R$ 2,74 e não R$ 4,02 (hoje ele fechou em R$ 4,05, maior nível dos últimos 3 meses, em grande parte devido às preocupações com a China). O método, incluído em livros didáticos e tema de mais de 20 trabalhos acadêmicos, foi criticado por não levar em conta o fato de que países mais pobres tem em geral menor custo de mão de obra - e, portanto, preços menores. Em resposta, a Economist criou um segundo índice ajustado que incorpora o PIB per capita. Com este critério, o Brasil perdeu sua antiga liderança para a Turquia e está agora em 2º lugar, com um Big Mac 7% mais caro do que seria esperado. Com informações da revista Exame.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
Bioenergia: eficiência e sustentabilidade
Bioenergia é uma forma de energia renovável produzida a partir de materiais derivados de fontes biológicas. A decomposição da matéria orgânica é um processo bioquímico realizado por milhares de bactérias que transformam a matéria orgânica em gases (biogás) e biofertilizantes. O biogás deve ser tratado e purificado antes de ser distribuído para postos de combustível ou redes de distribuição de energia, onde o "grau de pureza" do biogás pode influenciar no tempo de vida útil do motor-gerador. Hoje pela manhã tive a oportunidade de inspecionar, junto com a nossa Engenharia, uma área, no norte do Paraná, onde estamos estudando a implantação de um sistema de geração de bioenergia com tecnologia americana. Projeto que inova na sustentabilidade e oferece um melhor custo por MegaWatt gerado. Hoje como sabemos o custo da energia elétrica é um dos fatores que vem inviabilizando as indústrias pequeno e médio porte. Nosso projeto busca equacionar este problema de forma sustentável. Abaixo sistema experimental de alta eficiência em construção nos Estados Unidos
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Balança comercial tem superavit de US$ 19,7 bilhões em 2015
A desvalorização cambial e a retração da economia brasileira contribuíram para que o Brasil registrasse em 2015 um saldo positivo de US$ 19,7 bilhões nas suas operações de comércio exterior. Esse foi o maior saldo desde 2011, quando as exportações superaram as importações em U$S 29,7 bilhões, de acordo com o Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior). Em 2014, houve deficit de US$ -4,0 bilhões. O saldo positivo só foi alcançado porque as importações tiveram uma queda muito superior à das exportações no período. O valor total movimentado pelo país no comércio exterior, no entanto, recuou aos níveis de 2009. O dólar mais caro e a retração da economia brasileira contribuíram para reduzir a média diária de importações em 24% no ano passado em relação a 2014. O país consumiu US$ 171,5 bilhões em produtos de outros países, menor valor desde 2009. Houve queda, por exemplo, na importação de insumos como combustíveis, produtos químicos e peças para veículos, além de um consumo menor de aparelhos eletroeletrônicos. As exportações brasileiras também recuaram, 14% pela média diária na mesma comparação. As vendas em 2015 somaram US$ 191,1 bilhões, também o menor valor em seis anos. As vendas para o exterior foram afetadas, principalmente, pela queda na cotação em dólar dos principais produtos exportados pelo Brasil. A receita com a venda de minério de ferro caiu 45% no ano passado. Em carnes bovina e suína, houve queda de 18%. A soja rendeu 16% a menos. Além disso, o país ainda não recuperou o acesso a vários mercados nos quais perdeu participação devido ao dólar vigente nos últimos anos, que tornaram os produtos brasileiros menos competitivos. Houve queda nas vendas para a União Europeia (-18%), Mercosul (-15%), China (-11%) e EUA (-10%), por exemplo. Com informações dao jornal Folha de São Paulo.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
2016: O retorno do Guns N Roses clássico
Como eu já havia antecipado em minha conta no Facebook, está confirmado uma grande novidade para o ano de 2016: o retorno do grupo de rock Guns N Roses em sua formação original (ou praticamente original). Agora já com uma volta do núcleo que fez do grupo de rock a maior banda do mundo no fim dos anos 80 e começo dos anos 90, podemos afirmar com a mesma proporção de certeza que:
1 – O grupo será sim headliner do Coachella, conhecido festival de rock na California, em abril próximo (especula-se um cachê de US$ 10 milhões para cada um dos dois shows que estão programados);
2 – A banda fará uma apresentação ao vivo no programa televisivo Jimmy Kimmel Live! no mesmo dia em que as atrações do Coachella serão afirmadas – 6 de janeiro, uma quarta-feira;
3 – Mesmo com Duff e Slash a bordo, a banda – que também terá Dizzy Redd, Richard Fortus e Frank Ferrer – tocará “2 ou 3 faixas” do álbum de 2008 da marca, “Chinese Democracy”;
4 – Existe SIM um esforço do empresário Doc McGhee para que outra banda que fez muito sucesso na época , o Skid Row – agora sem vocalista – reúna sua formação clássica com o vocalista Sebastian Bach para abrir os 25 shows da turnê estadunidense que começa em maio. Seria um modo de a banda celebrar os 25 anos de seu maior sucesso de crítica e público, “Slave To The Grind”, entre outros;
5 – Prepare-se para comprar uma caçambada de remasters, lançamentos em BDA, downloads em alta resolução e ingressos caros, especialmente para os padrões dos EUA, tudo para celebrar os 30 anos da fundamentação fonográfica da banda com “Live! Like A Suicide”, que, ao contrário do que muitos pensam, não foi um EP independente, e sim um teste da Geffen elaborado pelo então empresário Alan Niven.;
Enquanto isso, fique com o primeiro registro fotográfico de W. Axl Rose em 18 meses, em chapa batida com a fã Suzy Khoury semana passada:
Fonte: Guns N' Roses: Surge primeira foto de W. Axl Rose em 18 meses http://whiplash.net/materias/news_796/235970-gunsnroses.html#ixzz3vrTinzZc
Follow us: @Whiplash_Net on Twitter | Whiplash.Net.Rocksite on Facebook
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
Brasil leva dona da Schin a ter o primeiro prejuízo em 66 anos
O Brasil jogou água no chope da segunda maior cervejaria do Japão. A atualização das perspectivas financeiras da Kirin, dona das marcas Schin e Devassa, mostra que o mau desempenho da filial brasileira deve fazer com que a companhia japonesa registre em 2015 o primeiro prejuízo anual desde 1949. Segundo a companhia, a recessão e a política de preços devem fazer com que a perda operacional no Brasil seja 76% maior que o esperado originalmente. Quando a japonesa Kirin divulgou o balanço do terceiro trimestre, em 30 de outubro, a empresa anunciou aos investidores que esperava terminar 2015 com lucro de 58 bilhões de ienes - cerca de R$ 1,9 bilhão. Hoje, porém, os sinais foram invertidos. Agora, prevê prejuízo de 56 bilhões de ienes - cerca de R$ 1,8 bilhão. Confirmada a cifra, será o primeiro prejuízo desde o lançamento das ações da Kirin na bolsa de Tóquio, em 1949. A mudança dos sinais é explicada principalmente pelo que acontece em Itu, sede da Brasil Kirin. Até o terceiro trimestre, a controladora esperava perda operacional de R$ 273 milhões no mercado brasileiro. Nesta segunda-feira, a previsão de prejuízo saltou 75,8%, para R$ 480 milhões. A empresa explica que revisou mais uma vez o cenário para o Brasil diante da recessão e dos custos crescentes gerados pela estratégia de preços e pela atividade de vendas em um mercado de forte concorrência. “Há ainda mais estagnação no consumo e o tamanho do aumento de preços dos concorrentes foi menor que o esperado”, diz a empresa no comunicado ao mercado japonês. Quando convertidas para o iene japonês, as vendas no Brasil caíram 23,4% nos nove primeiros meses do ano na comparação com 2014. Além disso, a Kirin diz que tem feito provisões mais conservadoras sobre eventuais perdas de recebíveis de alguns atacadistas. A empresa também anunciou que está executando um processo de reavaliação do valor dos ativos que foram adquiridos da Schincariol em 2011. Haverá baixa pela reavaliação do ágio estimada em R$ 3,881 bilhões ou cerca de 141,2 bilhões de ienes. O ajuste não vai afetar o fluxo de caixa no País, mas reduzirá o tamanho dos ativos brasileiros da empresa - com perda de 114 bilhões de ienes que será absorvida pelo balanço da Kirin Holdings. Ao explicar a reavaliação do valor dos ativos no Brasil, a empresa nota que quando comprou a empresa do interior paulista havia expectativa de que a economia brasileira continuasse crescendo “com um dígito alto” nos anos seguintes. Agora, a previsão é que a estagnação continue por vários anos. Sobre o câmbio, a Kirin previa real estável e atualmente trabalha com a continuidade da desvalorização. A empresa também esperava crescer no ritmo dos concorrentes, mas, diante da grande concorrência, trabalha agora com a hipótese de que continuará avançando menos que o mercado. Com a baixa integral do ágio pago pela empresa de Itu, a cervejaria japonesa informa que não haverá depreciação adicional por ágio no próximo ano e nos balanços seguintes. Com informações do jornal Gazeta do Povo.
sábado, 19 de dezembro de 2015
Empresariado faz ressalvas à indicação de Barbosa para a Fazenda
O empresariado viu com ressalvas a indicação de Nelson Barbosa para substituir Joaquim Levy no Ministério da Fazenda. O presidente da Riachuelo, Flávio Rocha, afirmou que a nomeação de Nelson Barbosa para a Fazenda “distancia o Brasil do que deveria ser feito, que é o ajuste fiscal”. “Ele é o ministro da gastança. Foi até agora o principal obstáculo para o ajuste fiscal. Não acho que essa nomeação está alinhada ao bom senso”, disse o empresário do setor varejista. O empresariado viu com ressalvas a indicação de Nelson Barbosa para substituir Joaquim Levy no Ministério da Fazenda. O presidente da Riachuelo, Flávio Rocha, afirmou que a nomeação de Nelson Barbosa para a Fazenda “distancia o Brasil do que deveria ser feito, que é o ajuste fiscal”. “Ele é o ministro da gastança. Foi até agora o principal obstáculo para o ajuste fiscal. Não acho que essa nomeação está alinhada ao bom senso”, disse o empresário do setor varejista. O empresariado viu com ressalvas a indicação de Nelson Barbosa para substituir Joaquim Levy no Ministério da Fazenda. O presidente da Riachuelo, Flávio Rocha, afirmou que a nomeação de Nelson Barbosa para a Fazenda “distancia o Brasil do que deveria ser feito, que é o ajuste fiscal”. “Ele é o ministro da gastança. Foi até agora o principal obstáculo para o ajuste fiscal. Não acho que essa nomeação está alinhada ao bom senso”, disse o empresário do setor varejista. Com informações do jornal Gazeta do Povo.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Clima quente em Brasilia
Semana agitada em Brasilia. O governo precisando aprovar várias medidas urgentes para o enfrentamento da crise econômica que assola o Brasil. O empresariado ressabiado, adiando investimentos, a população de uma maneira geral postergando o consumo. A indústria retornando ao patamar de 50 anos atrás. E no meio idsso tudo a presidente decide substituir o Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, de perfil conservador, por Nelson Barbosa, (ex-Planejamento), cuja postura fiscal é mais expansionista e de perfil desenvolvimentista. Ele foi um dos responsáveis pela "nova matriz econômica" no primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff. Do outro lado o PMDB, fiel da balança para a governabilidade, está mais dividido do que nunca, com desavenças entre o presidente do Senado Renan Calheiros e o vice-presidente Michel Temer. Além disso tudo, o retorno de Leonardo Picciani à liderança do PMDB na Câmara dos Deputados. Na última quarta-feira (16/12) almocei com meu amigo deputado João Arruda (PMDB), líder da bancada paranaense no Congresso Nacional, e na quinta-feira, em companhia do senador Roberto Requião (PMDB) participei no plenário da Câmara dos Deputados da sessão conjunta da Câmara e do Senado, para aprovação de vários projetos de interesse so governo.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Crise no consumo fecha 7,2 mil lojas no Paraná em um ano
O Paraná registrou queda de 12,4% no número de estabelecimentos comerciais com vínculo empregatício no Brasil nos doze meses encerrados em outubro em relação ao mesmo período do ano anterior. O índice é o maior entre as 27 unidades da federação, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência Social. Em termos absolutos, o Paraná ficou em terceiro no ranking de fechamento líquido de lojas da CNC, com perda de 7,2 mil estabelecimentos, atrás de São Paulo (-21,6) e Minas Gerais (-9,5 mil). Atualmente, os estabelecimentos com vínculos empregatícios respondem por 43% do total de lojas no varejo brasileiro. Apenas quatro estados registraram mais aberturas na média dos últimos 12 meses: Roraima, Tocantins Amazonas e Paraíba. Em todo o país, segundo a confederação do comércio, houve queda de 9,1% no número de lojas com vínculo empregatício no período pesquisado – desempenho inédito em mais de uma década desse indicador, historicamente associado ao comportamento das vendas. Segundo a CNC, o fechamento de pontos comerciais é resultado da deterioração das condições de consumo, caracterizada por inflação e juros elevados, além da baixa nos níveis de confiança de empresários e consumidores. O volume de vendas nos últimos 12 meses até setembro, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio, do IBGE, caiu 0,4% no Paraná e 2,1% no país. De janeiro a setembro, a queda acumulada chega a 1,2% e 3,3%, respectivamente. Todos os dez segmentos do varejo registraram quedas no número de lojas. De acordo com os dados da confederação, a crise se manifesta mais claramente sobre ramos mais dependentes das condições de crédito, como informática e comunicação (-14,4%), materiais de construção (-14,3%), veículos e peças (-11,9%) e móveis e eletrodomésticos (-11,7%). O varejo brasileiro perdeu 64,5 mil estabelecimentos comerciais no período. O segmento de hiper e supermercados, responsável por 32,6% das lojas em operação, liderou a queda no país com a extinção de 15,5 mil pontos de vendas. Em seguida vieram, os segmentos de vestuário (-9,7 mil) e de materiais de construção (-9,5 mil).
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Farmácias diminuem descontos nos remédios
O preço dos remédios está sofrendo uma alta inesperada neste fim de ano, que pode pesar até 20% a mais no bolso do consumidor. Esses produtos têm o valor controlado pelo governo federal, que autorizou reajuste médio de 5,68% em abril. Agora, nesta segunda onda de aumentos, os preços sobem porque os fabricantes vêm reduzindo os descontos que ofereciam às farmácias. As redes, por sua vez, também acabam dando abatimentos menores aos clientes. Segundo fabricantes, a alta do dólar pressiona os custos de produção e, para manter as margens de lucro, os descontos são cortados. Representantes do setor dizem que os descontos nas farmácias variam muito de produto para produto, dependem da quantidade comprada pelas farmácias dos fabricantes (quanto maior a compra, menor o preço) e da concorrência do segmento. Mas não era difícil encontrar abatimentos de até 60% nos produtos de marca oferecidos nas redes até alguns meses atrás. Entre os genéricos, dizem esses representantes, o percentual alcançava até 80%, principalmente entre produtos com muita competição no mercado. Atualmente, a faixa média de descontos para medicamentos de marca se deslocou para patamares mais baixos, chegando até a 40%. Nos genéricos, um desconto de 50% é considerado muito bom negócio. De acordo com Telma Salles, presidente da Pró-Genéricos, entidade que representa os fabricantes destes produtos, em média, a diferença de preços entre os genéricos e os medicamentos de marca ficava em 50%. Agora, a diferença caiu para 40%, o que indica que a redução dos descontos também acontece nos genéricos. Por lei, os genéricos devem ser pelo menos 35% mais baratos que os medicamentos de marca. O Sindusfarma, entidade que representa empresas fabricantes da indústria farmacêutica, explica que os custos de produção tiveram alta entre 30% e 40%, considerando o dólar, que subiu mais de 40% este ano, o aumento da energia e os gastos com mão de obra. Como o preço dos remédios é controlado pelo governo e só aumenta uma vez no ano, não há como repassar esse gasto maior.
domingo, 6 de dezembro de 2015
Frigoríficos brasileiros serão avaliados por missão japonesa
Três estabelecimentos produtores de carne bovina termoprocessada no Brasil serão avaliados por uma missão japonesa, informou o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). As empresas trabalham com cortes submetidos a tratamento com o uso de calor, como, por exemplo, embutidos cozidos, vísceras cozidas, carne cozida congelada e carnes em conserva (corned beef). A missão sanitária japonesa visitará, desta segunda (07/12) a sexta-feira (11) da próxima semana, duas plantas em São Paulo e uma no Rio Grande do Sul, a fim de liberar as exportações. Na última sexta-feira (04/12), o Japão reabriu seu mercado a produtos cárneos termoprocessados brasileiros de origem bovina, suína, ovina e caprina (carne cozida congelada, conservas, extrato de carne, vísceras cozidas e embutidos). Com isso, o Brasil pode exportar esses produtos para aquele país. A reabertura foi anunciada em Tóquio, durante reunião entre a secretária de Relações Internacionais do Agronegócio do Mapa, Tatiana Palermo, e o vice-ministro para Assuntos Internacionais do Ministério da Agricultura, Florestas e Pesca do Japão (Maff), Hiromitsu Matsushima. Desde 2012, o Japão mantinha o embargo ao produto brasileiro por causa de um caso atípico de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), também conhecida como “doença da vaca louca", no Paraná. De acordo com a secretaria de Defesa Agropecuária, os técnicos do Ministério da Agricultura, Floresta e Pesca do Japão vêm avaliar os controles brasileiros de produção e certificação de produtos cárneos termoprocessados. Na mesma linha de negociação sanitária bilateral, o Brasil enviará uma missão técnica para avaliar cinco estabelecimentos de abate bovino no Japão. O país asiático tem interesse em exportar para o mercado brasileiro carne in natura, principalmente animais da raça Wagyu, também conhecida como Kobe beef. Os técnicos do Mapa cumprirão um roteiro nas cidades de Miyazaki, Kagoshima e Kumamoto, entre os dias 7 e 18 deste mês. As duas missões veterinárias fazem parte das negociações sanitárias em andamento entre Brasil e Japão. Para abertura efetiva dos mercados é necessária, ainda, a definição dos requisitos sanitários de produção e modelos de certificados sanitários internacionais a serem utilizados pelos dois países para, em seguida, assinar os acordos. A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, esteve no Japão em julho deste ano para negociar a ampliação do mercado japonês para os produtos do agronegócio brasileiro. Em sua visita, ela tratou sobre trocas comerciais na área de carne bovina.
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Doações da JBS a políticos equivalem a 18,5% de empréstimos com BNDES
A JBS, maior exportadora de carne bovina do mundo e dona da marca Friboi, doou a políticos o equivalente a 18,5% do dinheiro que tomou emprestado do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) entre 2005 e 2014. Em 2014, a JBS doou R$ 366,8 milhões. O dinheiro encaminhado aos políticos não é proveniente dos empréstimos, segundo o BNDES e a empresa. Os empréstimos da empresa junto ao BNDES e as doações aos partidos políticos são legais. As doações foram declaradas ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), como manda a lei. De acordo com o BNDES, o grupo pegou emprestados R$ 2,5 bilhões entre 2005 e 2014, que foram liberados para operações como financiamento de exportações e compra de equipamentos, e não foram usados nas doações eleitorais. A data inicial de liberação dos recursos do banco estatal coincide com o aumento do volume das doações da JBS aos políticos. Desde que os recursos começaram a ser liberados, em 2005, a JBS já repassou R$ 463,4 milhões a políticos e partidos nas eleições de 2006, 2008, 2010 e 2014. O Grupo JBS faturou em vendas R$ 92 bilhões em 2013 (últimos dados disponíveis). Desde 2006, o grupo figura entre um dos maiores doadores individuais de campanhas políticas do Brasil. Em 2010, a JBS ficou em terceiro lugar, com R$ 63 milhões. Em 2014, a JBS foi a maior doadora, seguida da construtora Odebrecht , que doou R$ 111 milhões, e do Bradesco, com doações de R$ 100 milhões. Em 2006, um ano após o início dos empréstimos, foram R$ 12 milhões em doações. Quatro anos depois, foram R$ 63 milhões, e, em 2014, R$ 366,8 milhões, segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Somente para a eleição de 2014, a empresa doou 39,56% de todo o seu lucro líquido registrado em 2013, que foi de R$ 926,9 milhões. É como se, a cada R$ 100 de lucro, a JBS doasse R$ 39,5 para os caixas de campanhas de partidos e candidatos. Para efeito de comparação, a Odebrecht, segunda colocada no ranking de doações neste ano, doou 22% de seu lucro líquido em 2013, que foi de R$ R$ 490,7 milhões. O Bradesco, terceiro colocado, doou apenas 0,83% de seu lucro líquido em 2013, que foi de R$ 12 bilhões. O lucro líquido é a diferença entre o que a empresa faturou e os seus custos operacionais (salários, tributos, impostos, etc). Especialistas ouvidos afirmam que, no Brasil, as doações para campanhas são "investimentos" feitos pelas empresas para conseguir vantagens junto aos governos. O grupo JBS negou qualquer relação entre as doações feitas por empresas do grupo e os empréstimos tomados junto ao BNDES. Questionada sobre a natureza do relacionamento entre o PT e a JBS, a assessoria de imprensa da campanha à reeleição de Dilma Rousseff (PT) enviou nota dizendo que "todas as doações feitas ao comitê de campanha da candidata Dilma Rousseff têm cumprido rigorosamente o que determina a legislação eleitoral, sendo tratadas com absoluta transparência e declaradas ao TSE". A suspeita de que parte do dinheiro emprestado pelo BNDES tenha sido destinada a políticos é descartada pelo BNDES. Procurado pelo UOL, o banco informou que os critérios adotados para a concessão de empréstimo à JBS foram "impessoais e de natureza técnica". O BNDES disse ainda, por meio de sua assessoria de imprensa, que monitora como as empresas que recebem empréstimos investem o dinheiro e que equipes do banco fazem "visitas regulares ao empreendimento, conferindo o andamento do cronograma e a origem e especificação dos equipamentos adquiridos para o projeto". Com informações do portal UOL.
domingo, 29 de novembro de 2015
Izabella Camargo, destaque da Frizz Magazine, é recebida em Apucarana
Recebi ontem (sábado) juntamente com meu irmão José Nilson Sacchelli Ribeiro, minha amiga jornalista da Rede Globo Izabella Camargo, capa da edição de aniversário da Frizz Magazine, edição especial comemorativa de 11 anos. Prestamos uma homenagem recebendo-a em almoço em nossa residência. Momentos muito agradáveis. Desejamos a ela todo o sucesso nessa carreira vitoriosa !
Assinar:
Postagens (Atom)




















