Se você não sabe o que isso representa, lembre-se da revolução no leve e trás de arquivos grandes, na ampliação da linha de periféricos que a USB 1.1 possibilitou, no ganho de produtividade e armazenamento que USB 2.0 trouxe.Os fabricantes prometem por a SuperSpeed USB 3.0 no mercado ainda esse ano.É um salto que possibilitará ver filmes em altíssima definição via USB. TVs LCD lendo conteúdo vindo de um storage.Possibilita também o surgimento de drives de Blue-Ray externos e muito mais itens relacionados à produtividade.A primeira geração USB transmitia 12mbps, a USB 2.0 trasfere até 480mbps. A versão 3.0 promete multiplicar essa velocidade por dez.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Windows 7 vem aí
Microsoft decidiu distribuir o Windows 7 em pelo menos seis versões, seguindo o modelo já adotado com o Windows Vista. Apesar das reclamações de parte dos usuários do Windows, que acha muito difícil entender o que inclui e o que não existe em cada versão do Vista, a Microsoft decidiu repetir o modelo comercial com a próxima versão de seu sistema operacional. O diretor para Windows 7, Mike Ybarra, declarou que a companhia vai oferecer seis versões do novo Windows a partir do início de 2010. Segundo Ybarra, um produto com um bilhão de usuários espalhados pelo mundo não pode ter um formato único. O próprio Ybarra afirmou, no entanto, que a companhia focará seus esforços na comercialização de suas versões principais, a Home Premium e a Professional, que sozinhas devem responder por 70% das vendas do novo Windows. As outras 4 versões buscarão nichos menores. O Windows 7 Starter e Home Basic, por exemplo, são desenhos do Windows 7 projetados para vendas em países emergentes, onde não seria possível cobrar os preços de uma cópia “completa” do sistema operacional. Ao contrário do que ocorreu com o Vista, as versões Starter e Home Basic só serão oferecidas em países emergentes, como as nações da América Latina, Ásia e África. Uma quinta versão, a Ultimate, terá características especiais de segurança, como aplicações de criptografia embarcadas. A sexta versão é uma modificação do Windows 7 que o torna menos exigente do ponto de Vista de configurações de hardware para rodar. A ideia da companhia é poder embarcar seu novo sistema operacional nos netbooks. Atualmente, o Vista não possui versão para netbook e, quando saem de fábrica com o Windows, estes computadores ultraportáteis rodam uma versão do Windows XP.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Bertin nega que esteja em negociação para ser adquirida por empresas do setor
A Bertin S.A., empresa do grupo Bertin, divulgou nota em que desmente que estaria em negociações para ser adquirida por outras empresas do setor. Uma das interessadas seria a JBS-Friboi. A empresa alega ainda que ganhou destaque nos setores em que atua e, por isso, se tornou alvo de especulações. Na última sexta, dia 16, a assessoria de comunicação do Friboi – o maior frigorífico do país – informou em nota que não confirma negociações para comprar a Bertin – segunda maior companhia do ramo no Brasil. Se a fusão de concretizasse, as duas companhias teriam juntas 20% desse mercado no país.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
JBS-Friboi busca apoio para compra da Bertin
frigorífico JBS-Friboi (o maior do país) está em tratativas com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), na busca de apoio financeiro para compra da Bertin (a segunda maior companhia do ramo no Brasil). A informação foi divulgada com exclusividade pelo jornalista Luis Nassif nesta sexta, dia 16, durante o programa Agribusiness. Caso a fusão se concretize, lembrou Nassif, cerca de 20% do abate de bois no país ficarão nas mãos de um único frigorífico, e a hipótese de monopólio pode gerar polêmica no mercado pecuarista brasileiro, que envolve desde os pequenos até os grandes produtores. O Brasil possui hoje 750 plantas frigoríficas em funcionamento, sendo que mais de 100 unidades são controladas pelos cinco maiores grupos da indústria da carne no país. Segundo a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), estas companhias são responsáveis por 90% das exportações de carne bovina, e por cerca de 35% do abastecimento do mercado interno. Para a Abrafrigo, existe um excesso de concentração no setor, o que prejudica o desempenho dos pequenos e médios empreendimentos.
A liderança do mercado mundial de carne bovina é tomada pelo Brasil há mais de sete anos. Em 2008, o país exportou dois milhões de toneladas, arrecadando cerca de US$ 5 bilhões. Os números consolidam a condição de maior exportador de carne e detentor do maior rebanho comercial do mundo. Os frigoríficos brasileiros vendem hoje proteína animal para mais de 180 países.
A liderança do mercado mundial de carne bovina é tomada pelo Brasil há mais de sete anos. Em 2008, o país exportou dois milhões de toneladas, arrecadando cerca de US$ 5 bilhões. Os números consolidam a condição de maior exportador de carne e detentor do maior rebanho comercial do mundo. Os frigoríficos brasileiros vendem hoje proteína animal para mais de 180 países.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Coopavel reduz em um milhão de sacas estimativa de produção de soja
Os números ainda são preliminares, mas a Cooperativa Coopavel, de Cascavel, no oeste do Paraná, vai sustentando perda de 20% de produtividade para a soja diante do clima seco que afetou as lavouras a partir de novembro. A produtividade média da oleaginosa, inicialmente estimada em 3,3 mil quilos/hectare foi revisada para 2,64 mil quilos/hectare, com a cooperativa reduzindo previsões de produção de cinco milhões de sacas para quatro milhões de sacas na temporada 2008/2009. A área plantada com soja sob atuação da Coopavel cresceu 3% sobre a última temporada, quando os produtores plantaram 260 mil hectares. – Voltamos a ter chuva de bom volume na última terça, a situação climática está normalizada, mas as perdas acumuladas até agora são irreversíveis – diz o agrônomo Sérgio Dalla Costa. Pelas suas previsões, a Coopavel deixará de movimentar R$ 45 milhões com a perda de cerca de um milhão de sacas de soja.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Alanis Morissette em Floripa

Após semanas de negociação, o club Pacha Floripa confirma a vinda da cantora canadense Alanis Morissette ao Brasil. A diva do rock tocará no novo night club de Santa Catarina, na praia de Jurerê Internacional, no dia 07 de fevereiro de 2009. Os empresários dos clubs de música eletrônica, Grupo Sirena, Grupo El Divino e Warung, abriram as portas da mais nova e maior casa da espanhola Pacha, no dia 13 de novembro de 2008. Depois do sucesso do club em São Paulo (inaugurado em novembro de 2006), a nova região escolhida foi a badalada praia de Jurerê, em Florianópolis, SC. Modular, a Pacha Floripa podecomportar de 1 a 12 mil pessoas, sendo distribuída em uma pista interativa só de house – com entrada e estacionamento exclusivo para os 25 camarotes - e uma terraza com todas as vertentes da música eletrônica. Completando o espaço, um palco ao ar livre permitirá apresentações de grandes ícones da música pop e rock internacional. O complexo de 110 mil m² conta ainda com nove bares, um espaço gourmet com pizza e sushi e um estacionamento para 3 mil carros.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Siderúrgicas da China querem corte de 40% no preço do minério
As siderúrgicas da China vão pedir um corte de cerca de 40 por cento no preço do minério de ferro do Brasil e da Austrália com entrega a partir de abril, publicou nesta sexta-feira o jornal oficial Shangai Securities News. "O essencial para as siderúrgicas chinesas é que os preços do minério de ferro recuem para os níveis entre 2007 e 2008, o que significa que as mineradoras brasileiras precisam cortar o preço em pelo menos 39 por cento e as australianas em pelo menos 45 por cento", publicou o jornal citando fontes que não foram identificadas. A indústria siderúrgica global sofreu uma reviravolta em 2008, com uma forte e inesperada queda na demanda no final do ano. Isso abriu caminho para que as siderúrgicas pedissem preços muito mais baixos pelo minério, que havia subido nos anos anteriores devido à forte demanda, principalmente na China.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Vale quer comprar Hotel de luxo, o Meridien, no Rio...

A Vale é uma das favoritas para ficar com o Hotel Meridien, na zona sul do Rio, prédio colocado à venda pela Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil e também um dos controladores da própria Vale. Mas a intenção da mineradora de transformar o imóvel em sede administrativa encontra impedimento legal e resistência de entidades do turismo e dos governos municipal e estadual do Rio. Além da Vale, há pelo menos outras 12 propostas para o Meridien. O prédio, que sempre funcionou como hotel, foi comprado pela Previ por R$ 42 milhões em 1995. Desde julho de 2007, está fora de operação. Na década de 70, quando foi construído, o Meridien teve autorização para exceder o gabarito imobiliário da região, na orla entre o Leme e Copacabana, porque os antigos donos assinaram um acordo para mantê-lo como hotel. O decreto municipal 3.800/70, que autorizou a construção de 38 andares, a despeito de a legislação urbana determinar o máximo de 25 na região, também viabilizou a construção de outros hotéis, como o Othon Palace e o Sofitel, localizados em Copacabana. A licença para a construção do edifício e o seu alvará foi para explorar a hotelaria, lembra Carlos Balbino Figueira, um dos primeiros investidores do Meridien. A Previ informou que contratou a Newmark Knight Frank para assessorá-la na venda. De acordo com a Previ, ainda não há definição quanto à utilização do imóvel, pois as propostas incluem arrendamento, gestão e venda. O fundo de pensão não revela os nomes dos interessados nem confirma a existência de uma proposta da Vale. A mineradora também não quis se pronunciar. Além da Vale, o mercado dá como certo o interesse de grupos como o espanhol Iberostar e a rede americana Starwood. A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio de Janeiro (ABIH-RJ) planeja entrar na Justiça caso a Vale vença a disputa. O secretário municipal de Urbanismo do Rio, Sérgio Dias, diz que os governos estadual e municipal já se reuniram com o presidente da Previ, Sérgio Rosa, para mostrar posição contrária à utilização do imóvel como sede administrativa. Estamos oferecendo à Vale um local privilegiado, no Porto do Rio, que vai ser o local mais qualificado da cidade. A Vale pode ser a grande âncora do novo porto, afirmou o secretário Dias. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
As gorjetas encolheram
Segundo cálculos da revista New York Magazine, existem cerca de 175 000 nova-iorquinos que dependem de gorjetas para complementar seus salários. Numa de suas edições recentes, a publicação fez uma pesquisa para checar o quanto a crise financeira afetou a generosidade dos clientes. O resultado mostra que a recessão deixou mais vazios os bolsos de garçons, taxistas e barmen, entre outras categorias.
domingo, 4 de janeiro de 2009
"Facial hair or clean shaved ??"
Deu no "Wall Street Journal": deixar a barba crescer é a nova mania entre os executivos da Bolsa de Valores de Nova York. Tudo por conta da crise, que atingiu em cheio o estado psicológico e a aparência dos investidores. Muitos dos que estão desempregados aderiram ao look do homem livre, mas sempre aparando a barba com um trimmer para as eventuais e raras entrevistas de emprego.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
George Clooney e Paris Hilton ?
O mais novo suposto affair de George Clooney? A superexposta Paris Hilton. Os dois foram vistos em um jantar romântico em Hollywood, no Whiskey Bar do Hotel Sunset Marquis, na última semana de 2008. “Paris e George ficaram na mesa conversando por muito tempo. Pareciam não se importar que houvesse mais gente lá, já que só tinham olhos um para o outro”, disse uma fonte à revista norte-americana “Life & Style”. * Na noite anterior, Paris, de 27 anos, foi vista sentada ao lado de George, de 47 anos, em um jantar no Dan Tana’s, também em Hollywood. Na mesma mesa estavam poderosos do showbiz como Ridley Scott.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Votorantim tenta vender participação na CPFL
Pressionado pelas perdas de mais de R$ 2 bilhões com derivativos, o Grupo Votorantim está tentando vender sua participação na CPFL, a maior companhia privada do setor elétrico brasileiro. Segundo fontes próximas às negociações, semanas atrás ele já teria oferecido sua parte para a Camargo Corrêa, com quem divide sociedade na VBC Energia, ao lado de alguns fundos de pensão, mas o grupo recusou. A Cemig, por sua vez, estaria interessada em comprar e já teria feito proposta, segundo fontes. O objetivo do Votorantim é reforçar o caixa num momento de baixa liquidez no mercado financeiro e de crédito caro e raro. O grupo pediu cerca de R$ 2 bilhões pelos seus 14,2% na companhia. A Camargo Corrêa achou o preço alto, embora o valor pedido seja o de mercado - a CPFL vale hoje R$ 14,5 bilhões na Bovespa. Além disso, está satisfeita com a participação que já detém na companhia. Mesmo assim, estaria disposta a ajudar o sócio a encontrar um comprador, de preferência de "boa família". De acordo com pessoas que acompanham a negociação, o Votorantim estaria mostrando pressa em concluir a operação. Procurado, o grupo não quis se pronunciar. O Votorantim vive um momento delicado. Além das perdas de R$ 2,2 bilhões com derivativos, também teve prejuízos com operações do gênero na Aracruz, onde detém participação, e com a queda do preço das matérias-primas (commodities) no mercado internacional. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Conteúdo FREE na Web
O ano de 2008 representou o início da legalização do conteúdo gratuito na rede mundial. Se cada vez mais os internautas vinham baixando músicas, filmes, programas, etc. sob a pressão dos detentores dos direitos autorais – gravadoras, estúdios de cinema e empresas de software –, com ameaças de processos, neste ano, esses mesmos gigantes começaram a mudar a postura e a liberar, eles mesmos, seus conteúdos de graça na web. tendência já se mostrou em fevereiro. Na conceituada revista Wired, dos EUA, o jornalista Chris Anderson anunciava o que estava por vir: com o custo cada vez menor de armazenamento e transmissão, será cada vez mais viável fornecer conteúdo gratuito. A grana viria, por exemplo, com empresas patrocinadoras.No mesmo mês, no Brasil, a primeira edição da Campus Party, que reuniu 3 mil pessoas acampadas e conectadas por uma semana na Bienal, no Ibirapuera, foi um manifesto pela cultura livre. Apoiada por empresas e pelos governos municipal, estadual e federal, nomes de peso defendiam a descriminalização dos downloads, enquanto uma massa de adolescentes baixava gigas e gigas de arquivos, sem se preocupar com a questão de pirataria. Não deu outra. Até dezembro, a associação das gravadoras dos EUA, a RIAA, que já havia processado 35 mil internautas, avisou que não processaria mais ninguém. O foco agora seria em parcerias com sites, como o que foi feito com o MySpace: as majors disponibilizaram todo o seu catálogo para ouvir de graça, via streaming. O lucro vem com patrocínios. Para baixar, ainda é preciso pagar. No Brasil, a gravadora Trama quebrou essa barreira. Todos os seus lançamentos serão disponibilizados gratuitamente para downloads. O lucro virá com empresas patrocinadoras. No mesmo movimento, os produtores de programas para TV começaram a liberar seus conteúdos. Ainda não para download, mas já dá para assistir os desenhos do South Park e a série Lost, por exemplo. Os jornais e revistas vão na mesma linha. Seguindo a tendência aberta pelo The New York Times em 2007, The Wall Street Journal, The Times e Veja, abriram seus acervos na web, antes só para assinantes.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
iPhone por 299 dólares. Nos EUA sim...
A Wal-Mart Stores anunciou o início da venda do Apple iPhone a partir de domingo, mas o popular celular capaz de navegar na Web não terá preço tão baixo quanto esperavam alguns observadores. A Wal-Mart planeja vender o iPhone 3G preto de oito gigabytes, com memória suficiente para cerca de duas mil canções, por 197 dólares. O modelo de 16 gigabytes, em branco ou preto, terá preço de 297 dólares. Todos os aparelhos requerem assinatura de dois anos com a AT&T ou um update qualificado, segundo a Wal-Mart anunciou na sexta-feira. A decisão oferece à Apple a oportunidade de atingir milhões de consumidores da Wal-Mart que podem não conhecer bem os produtos da empresa. A Wal-Mart tipicamente atrai consumidores de renda mais baixa do que os usuais compradores dos computadores Macintosh, iPods e iPhones da Apple, que são tipicamente mais caros que outros computadores e players de música. Mas a maior cadeia mundial de varejo também atrai novos consumidores que estão em busca de preços mais baixos em meio à recessão. A Wal-Mart usou descontos para atrair milhões de consumidores com orçamentos curtos durante a temporada de festas. Esteve entre as primeiras cadeias de varejo a anunciar ofertas na temporada, entre as quais produtos eletrônicos procurados como televisores de telas planas. Muitos sites haviam especulado anteriormente que a Apple ofereceria um iPhone com memória de quatro gigas para venda nas lojas Wal-Mart por 99 dólares. Mas os aparelhos que a empresa venderá são os mesmos que já estão no mercado, por cerca de dois dólares a menos que os preços praticados por outras lojas. A AT&T, operadora exclusiva do iPhone, atualmente vende a versão de oito gigabytes por 199 dólares e a de 16 gigabytes por 299 dólares. A AT&T preferiu não comentar.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Chaleira de Madonna "some" durante passagem pelo Rio
A cantora Madonna exigiu que lhe servissem chá enquanto fazia o editorial para a revista "W" no hotel Glória, no Rio, mas a produção percebeu que a chaleira da cantora foi furtada do local, segundo a coluna Mônica Bergamo, publicada nesta sexta-feira no caderno Ilustrada da Folha de S.Paulo. A água para o chá de Madonna teve de ser esquentada em uma cafeteira. Em São Paulo, a comitiva da cantora gastou R$ 80 mil em alimentos. Dentre os itens comprados estavam frutas, verduras, legumes, carnes, foie gras e champanhe Taittinger Rosé.
Rede Dudony entra em recuperação judicial
A Dudony, maior varejista de móveis e eletroeletrônicos do Paraná, não resistiu às restrições de crédito no mercado financeiro e acaba de entrar em regime de recuperação judicial. Com 20 anos de operação, a rede tem 110 lojas, das quais 99 no Paraná e 11 no interior do Estado de São Paulo, e faturou no ano passado R$ 357 milhões. Hoje tem mil funcionários. Pelo regime de recuperação judicial, a empresa nos próximos seis meses ficará imune a ações movidas por fornecedores e bancos para o pagamento de dívidas, que somam R$ 104 milhões. Em 60 dias, a companhia terá de apresentar o plano de recuperação judicial. O plano prevê o escalonamento da quitação das dívidas. Segundo Fernando Nees, da Martinelli Advocacia Empresarial, que representa a rede de lojas, o plano de recuperação pode vir a incluir a venda de parte da companhia. Não é de hoje que a empresa está em situação difícil. Desde o fim do ano passado a rede enfrentava problemas com aumento da inadimplência dos clientes, que chegou a 12%, acima da média do mercado, conta Nees. Ele diz que a empresa vinha negociando com bancos financiamentos. A situação piorou a partir de setembro, com restrições generalizadas aos empréstimos no mercado financeiros em razão da crise. A gota dágua para companhia, diz o advogado, foi o bloqueio da sua conta bancária feita judicialmente por um banco que era credor da empresa. Na semana passada, o pedido de recuperação judicial foi deferido pelo juiz da 1ª Vara Cível de Maringá (PR). Fundada no fim dos anos 80 pelo ex-vendedor Antonio Donizete Busiquia, a empresa nunca teve uma administração profissionalizada, segundo fontes do mercado. Mas, recentemente, traçou um ousado plano de expansão, lastreado em recursos próprios, e descapitalizou-se. Nos últimos tempos, passaram pela companhia consultorias especializadas em reestruturação, cujos planos não foram bem sucedidos, diz a fonte. Mais recentemente, a empresa teria sido alvo de avaliação de outras redes, como a mexicana Copel, que ensaia a sua estréia no País, e o Magazine Luiza, a terceira maior varejista de móveis e eletrodomésticos.No momento, a rede tenta obter novos créditos com bancos. A rede pagou o 13.º dos funcionários com dificuldade, conta Nees. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Dívida pública federal atinge R$ 1,37 trilhão
A valorização do dólar fez a dívida pública federal aumentar 12 bilhões de reais em novembro e ameaça o cumprimento de uma das metas da programação de endividamento do Tesouro Nacional para o ano. No mês passado, a dívida pública federal (interna e externa) aumentou 2,16%, cerca de 29 bilhões de reais, em relação a outubro, totalizando 1,37 trilhão de reais. Além da alta do dólar, contribuíram para o aumento da dívida uma emissão líquida de 4,4 bilhões de reais em títulos no mercado doméstico e a apropriação de juros no período, que chegou a 13,7 bilhões de reais. A parcela da dívida total atrelada ao câmbio fechou novembro representando 9,7% do total, contra 9% em outubro. No mês passado, o dólar acumulou alta de 7,41% frente ao real. Considerando-se apenas a dívida mobiliária federal interna, o crescimento do endividamento foi de 1,48% em novembro, para 1,244 trilhão de reais. "Novembro apresentou condições melhores de gestão da dívida do que outubro", afirmou o coordenador-geral da Dívida Pública Guilherme Pedras. "Mas continua um grau significativo de incerteza no mercado internacional." A dívida pública federal externa teve crescimento de 9,15% de outubro para novembro, atingindo 130 bilhões de reais. A elevação deu-se por causa da desvalorização do real frente às moedas estrangeiras que compõem a dívida externa brasileira.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Exportação de carne bovina do Brasil despenca 33% em novembro
As exportações de carne bovina do Brasil registraram forte queda de 33 por cento em novembro, sentindo a menor demanda de tradicionais compradores em meio à crise econômica global. A Abiec, entidade que reúne os exportadores do Brasil, maior vendedor global de carne bovina, informou que o volume embarcado em novembro ficou em 132,6 mil toneladas (equivalente carcaça), contra 197,1 mil em igual mês do ano passado. A receita com as vendas externas no mês passado atingiu 335,7 milhões de dólares, queda de 14 por cento em relação a novembro de 2007. As vendas de vários tipos de commodities têm sido afetadas globalmente pela menor disponibilidade de crédito e queda na demanda. Importadores com dificuldade de linhas para novos negócios estão queimando estoques enquanto aguardam condições melhores, forçando, em alguns casos, reduções de produção nos países fornecedores. No acumulado de janeiro a novembro, as exportações de carne bovina somam 2,02 milhões de toneladas, ante 2,36 milhões em igual período de 2007.A receita no período ficou em 5 bilhões de dólares, ante 4,09 bilhões em 2007. As vendas na primeira quinzena de dezembro, segundo a Abiec, somaram 58,4 mil toneladas, queda de 22 por cento em relação a igual período de 2007. A receita foi de 124,2 milhões de dólares, contra 150,7 milhões nos primeiros quinze dias de dezembro de 2007.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Mercado dos jatinhos usados cresce com a crise
Desde que a crise financeira tomou uma escala mundial, o mercado para os jatos particulares de segunda mão nunca esteve tão aquecido. Grandes corporações e milionários descobriram da maneira mais dura que não aguentam mais pagar os custos de manutenção da aeronave, combustível, hangar e piloto, o que está levando muitos deles a vender os jatinhos. O preço dos jatinhos subiu de US$ 1,6 bilhão no ano passado para US$ 3,3 bilhões, de acordo com a Jet Republic, uma nova empresa que reproduz o esquema de propriedade compartilhada, em que várias pessoas dividem a posse sobre o mesmo avião. As vendas de jatinhos usados cresceram mais de 90% desde o ano passado. A empresa registrou 211 vendas no mercado europeu em menos de um ano. Segundo o diretor da Jet Republic, Jonathan Breeze, o preço médio de um jatinho usado está pouco abaixo de US$ 16 milhões. O custo de manutenção anual de uma aeronave que voa em torno de 200 horas é de US$ 3,5 milhões. Como se não bastasse, uma vez por ano, a aeronave fica encostada por mais de dois meses para manutenção, o que só aumenta o custo. Cerca de 30% das cotações que a Jet Republic recebe vêm de grandes corporações e governos, que esperam assim economizar custos em tempos difíceis. Os demais 70% são grandes empresários e famílias milionárias. A montadora General Motors (GM) colocou dois de seus cinco jatinhos à venda, depois que seu CEO, Rick Wagoner, foi duramente criticado por comparecer à primeira audiência com os congressistas americanos a bordo de uma dessas aeronaves, enquanto pedia ajuda financeira para salvar a empresa.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Para Meirelles, crédito no país se normaliza
O presidente do Banco Central Henrique Meirelles avaliou nesta segunda-feira que, depois de uma série de medidas adotadas pelo governo, as operações de crédito no país se normalizam. Segundo ele, a concessão média diária de empréstimos em novembro (até o dia 26) cresceu 4,7% em relação a outubro e 1% em relação ao início de agosto, num momento anterior ao colapso do banco americano Lehman Brothers. Entre os dados apontados como evidências da retomada, Meirelles citou ainda o número de Adiantamentos sobre Contratos de Câmbio (ACC), que subiu para uma média semanal de mais de 220 milhões de dólares entre o final de novembro e o início de dezembro, superando a média de 2008. "Esse valor é mais que suficiente para as empresas rolarem dívidas", afirmou em seminário na capital paulista. Ele também fez questão de ressaltar que 94 bilhões de reais já foram liberados em depósitos compulsórios.
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