segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Petrobrás venderá mais ativos para fazer caixa

Até o fim do ano a Petrobras deve anunciar novos desinvestimentos em parcerias, indicou nesta segunda-feira (28/11), o presidente da estatal, Pedro Parente. De acordo com ele, ao longo do ano a companhia já anunciou US$ 11 bilhões em transações. “Teremos de anunciar outras para cumprir meta de US$ 15,1 bilhões”, afirmou, durante apresentação do Plano de Negócios da companhia no Unica Fórum que acontece nesta segunda em São Paulo. Ele lembrou que para o próximo biênio 2017-2018 a companhia pretende desinvestir mais US$ 19 bilhões, totalizando US$ 34,6 bilhões em parcerias e desinvestimentos e reiterou áreas que serão desmobilizadas no movimento de “otimização de portfólio, como produção de biocombustíveis, distribuição de GLP (gás de cozinha), produção de fertilizantes e das participações da companhia na petroquímica”.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Gilberto Gil usou a Lei Rouanet para festança privada


Na investigação sobre a utilização dos favores da Lei Rouanet de incentivo cultural, a CPI da Câmara tem identificado o privilégio de artistas ligados ao PT ou aos governos Lula e Dilma. O ex-ministro da Cultura Gilberto Gil, por exemplo, captou R$ 800 mil para um evento privado patrocinado pela Nextel “só para convidados”, como a própria empresa admitiu. A benesse é vedada pelo artigo 2º da Lei Rouanet. A informação é do colunista Cláudio Humberto. “O ministro tem conhecimento pleno da lei e burlou a lei. É um caso gravíssimo”, indigna-se o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ). Com a denúncia, Gilberto Gil entrou na mira de convocados da comissão de inquérito. Requerimento já foi apresentado. O ator e militante petista José de Abreu, o “Zé do Cuspe”, faturou alto com a Lei Rouanet e não prestou contas. Terá de devolver R$ 299 mil.

sábado, 19 de novembro de 2016

Temer reativa "Conselhão" e chama Jaime Lerner e Joel Malucelli

O ex-governador do Paraná, Jaime Lerner

O empresário paranaense Joel Malucelli, do Grupo J. Malucelli

O presidente Michel Temer vai reativar o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) ainda em 2016. Para isso, mobilizou o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e a responsável pela secretaria do Conselho, Patricia Audi. Eles já começaram os trabalhos de recomposição do colegiado, e preparam a 45ª reunião plenária para o dia 21 de novembro, no Palácio do Planalto. “Os convites para os novos conselheiros já foram feitos e a reunião de novembro apresentará um Conselhão mais plural e diversificado”, explica a secretária Patricia Audi. “O grande mote deste evento são medidas para a retomada do crescimento”. O ex-prefeito de Curitiba e ex-governador do Paraná, Jaime Lerner foi convidado a integrar o conselho. O empresário Joel Malucelli também foi chamado pelo presidente. Para isso, mobilizou o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e a responsável pela secretaria do Conselho, Patricia Audi. Eles já começaram os trabalhos de recomposição do colegiado, e preparam a 45ª reunião plenária para o dia 21 de novembro, no Palácio do Planalto. “Os convites para os novos conselheiros já foram feitos e a reunião de novembro apresentará um Conselhão mais plural e diversificado”, explica a secretária Patricia Audi. “O grande mote deste evento são medidas para a retomada do crescimento”. Afastado da política, o arquiteto Jaime Lerner atualmente dirige a Arquitetos Associados, que desenvolve projetos para os setores público e privado em diversas cidades no Brasil e no exterior e o Instituto Jaime Lerner. Foi prefeito de Curitiba por três vezes e governador do Paraná por duas vezes. Pelo reconhecimento de sua obra, recebeu diversos prêmios e títulos internacionais: Prêmio Máximo das Nações Unidas para o Meio Ambiente (1990), UNICEF Criança e Paz (1996), o World Technology Award for Transportation (2001), Sir Robert Mathew Prize for the Improvement of Quality of Human Settlements (2002). Já o empresário Joel Malucelli é fundador do Grupo JMalucelli, que inclui mais de 40 empresas em várias áreas de atuação, como construção, comunicação, energia e sistema financeiro. O encontro será aberto pelo presidente Temer, e a condução dos trabalhos ficará a cargo do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha. Na programação, a posse dos integrantes e o debate sobre a retomada do crescimento. A agenda também prevê intervenção do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. “Neste primeiro encontro, os conselheiros serão convidados a falar sobre suas expectativas em relação ao Conselho”, informa Patricia Audi. “Mas também serão instados a discutir alguns temas a serem trazidos pelos ministros, como déficit público, infraestrutura e ambiente de negócios”, completa. O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) é um colegiado composto por representantes da sociedade civil. Sua missão consiste no assessoramento direto ao presidente da República. Os conselheiros, oriundos das mais diversas áreas de atuação, constituem um fórum qualificado para discutir políticas públicas e propor medidas que estimulem o desenvolvimento do país.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Prisão de Cabral tumultua política e agrava crise fiscal



A prisão do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB-RJ), deve tumultuar o ambiente político e agravar a crise fiscal do estado governado por Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ), segundo especialistas consultados pela revista Exame. Para Murilo Aragão, cientista político da Arko Advice, “as repercussões das prisões de Cabral e do próprio (Anthony) Garotinho fragilizam o cenário político e dificultam os caminhos para a reação fiscal”. No mesmo sentido, Vitor Oliveira, cientista político da Pulso Público, a agenda da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), que vem sendo pressionada por manifestações, deve perder celeridade. “A prisão deve instaurar uma crise política, que pode dificultar a tentativa de agilizar a aprovação de medidas de austeridade na Alerj para superar a crise do estado”, diz Oliveira. O especialista da Pulso Público destacou ainda que as divergências dentro do PMDB do Rio de Janeiro devem se intensificar após a prisão do ex-governador carioca. O presidente da Alerj, Jorge Picciani (PMDB-RJ), pode dividir a base do governo do Rio de Janeiro ao fazer críticas abertas aos correligionários. “Terá dificuldade para aprovar medidas necessárias na Assembleia Legislativa”, reforça Aragão. Mas afinal, quem perde mais com a prisão de Cabral? Os especialistas acreditam que o PMDB sairá mais “baqueado” que outros agentes políticos. O cientista político da Arko Advice afirmou ao portal Exame.com que a imagem do partido sai enfraquecida após a detenção de Cabral. “É problema sério para o PMDB. O partido precisará se reinventar para voltar a ter a mesma influência no Rio de Janeiro”. Na mesma linha de raciocínio, Oliveira disse que o principal efeito político é a configuração da perda da hegemonia de um grupo que dominou a cidade e o estado do Rio de Janeiro na última década. “O bloco que sustentava a hegemonia do PMDB no Rio de Janeiro está se desarticulando, se desintegrando”, avalia o especialista da Pulso Público. Indagado se a prisão de Cabral pode trazer problemas ao governo federal, Oliveira minimizou e disse que o “caldo entornará apenas se o ex-governador decidir delatar correligionários”. “[Eduardo] Cunha já foi preso e nem por isso o governo deixou de funcionar. A prisão de Cabral não deve desmoronar a base governista”, conclui o especialista da Pulso Público.

sábado, 12 de novembro de 2016

Beto Richa é homenageado em Interlagos


Acompanhei o Governador do Paraná Beto Richa, no Autodrómo José Carlos Pace (Interlagos) na homenagem pelo seu empenho no desenvolvimento do automobilismo brasileiro e no esforço pela manutenção dos pilotos brasileiros na F1. Na ocasião o governador recebeu o capacete utilizado pelo piloto brasileiro Felipe Nars (das mãos do próprio piloto) na última disputa da F1. Grande honra participar deste momento.



Governador do Paraná Beto Richa e o piloto brasileiro da Sauber, Felipe Nasr, durante a homenagem.



quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Donald Trump é eleito presidente dos Estados Unidos

Minha admiração por Donald Trump vem desde a década de 80, quando eu ainda era garoto e ouvia falar dos grandes projetos de um tal ousado empresário na ilha de Manhattan, em Nova Iorque. Lembro-me que andava para todo lado com seu primeiro livro: "Trump: a arte da negociação". De lá para cá muita coisa aconteceu, ele desenvolveu vários projetos imobiliários, uma companhia aérea, comprou o concurso Miss Universo, foi apresentador de uma dos reality-shows de maior audiência dos Estados Unidos, faliu algumas vezes mas se reergueu e agora se torna o presidente eleito dos Estados Unidos. Agora, contrariando todas as expectativas, o empresário republicano Donald Trump venceu e é o novo presidente dos Estados Unidos. Até as vésperas da eleição, pesquisas de intenção de voto mostravam a democrata Hillary Clinton em apertada vantagem. Esse cenário, no entanto, mudou. Após meses de uma disputa acirrada, o magnata assegurou na manhã de hoje, dia 9 de novembro, os 270 delegados necessários para ser eleito pelo Colégio Eleitoral. A informação foi divulgada em torno das 05h40 (horário de Brasília) pela agência Associated Press e o resultado foi logo repercutido pelos maiores jornais do país. Momentos após a vitória, o empresário falou aos eleitores em um discurso no qual disse ter recebido uma ligação de sua rival Hillary e se dirigiu ao povo americano em tom de união e conciliação. “Me dirijo a vocês para pedir ajuda, para que juntos unifiquemos o país”, disse o magnata, “nossa campanha foi um movimento incrível”. “Cada americano terá a oportunidade de realizar o seu potencial total, homens e mulheres não serão esquecidos”, pontuou. Foi ovacionado. Agora, Donald John Trump, o outsider que se vangloria de ter financiado a própria campanha, é o 45º presidente do país. O sucessor de Barack Obama assume o cargo em 20 de janeiro, no chamado “Dia da Inauguração”. Mas o caminho de Trump à presidência não foi fácil e a solidez da sua candidatura foi questionada diversas vezes, especialmente por nomes de peso de seu partido, que vive uma crise interna sem precedentes. Durante as primárias, conseguiu assegurar os votos de 13 milhões de pessoas e deixou para trás candidatos com mais experiência e vivência política como o senador do Texas, Ted Cruz, e o senador da Flórida, Marco Rubio. Consolidado como o candidato oficial após a convenção nacional em julho, Trump seguiu levantando a bandeira anti-imigratória, acusando a China de ser desleal no mercado externo, aplaudindo o Brexit e desferindo golpes contra sua rival Hillary e Barack Obama. A contagem dos votos não foi menos emocionante. Durante a noite do dia 8 e madrugada do dia 9, o bilionário trilhou o caminho à Casa Branca vencendo aos poucos nos chamados “swing states”, aqueles onde qualquer resultado era possível, como Flórida e Ohio. Donald Trump não é exatamente conhecido pela consistência das suas declarações e propostas. Portanto, enquanto o seu gabinete oficial não for anunciado, previsões sobre o panorama da sua presidência são difíceis de serem feitas. Em algumas áreas o comportamento do empresário ao longo da campanha traz algumas pistas. Ele chamou a atenção do mundo ao falar diversas vezes na construção de um muro para separar o México dos Estados Unidos e prometeu banir os muçulmanos do país. Em relação ao aborto, por exemplo, chegou a mudar de ideia por três vezes em apenas três dias, como notou o jornal americano The Washington Post. Para John Hudak, pesquisador do Brookings Institution e diretor do Centro de Políticas Públicas da entidade, no que diz respeito ao cenário da política externa, as propostas de Trump ainda são uma porta aberta. “Passamos por dois anos de campanha e até agora não temos um entendimento sólido de como será a sua política externa, e isso é perturbador”. No campo econômico, os planos do empresário estão baseados em quatro pilares: impostos, comércio, energia e regulação, como explicou Peter Navarro, professor da Universidade de Irvine, na Califórnia, e que fez parte do time econômico de Trump durante a campanha. Quer reduzir os impostos, realizar uma reforma regulatória, além de ser a favor da emissão de vouchers escolares para que os pais escolham as escolas e contra o chamado Obamacare, medida que ampliou o acesso à saúde por meio do controle dos preços dos planos. Como será o seu desempenho nessa área é outra incógnita. Antes da eleição, um grupo de 370 economistas, entre eles vencedores do Nobel de Economia, classificou a ascensão do empresário ao posto de presidente como “perigo único ao funcionamento das instituições democráticas e à prosperidade do país”. Não acredito em um radicalismo de Donald Trump. Mas que haverá um choque na gestão da maior potência do mundo, isso é certo.

sábado, 5 de novembro de 2016

Planalto considera a hipótese de Lula fugir do Brasil

Reportagem publicada na mais recente edição da revista VEJA que chega às bancas neste sábado revela os detalhes de como o governo do presidente Michel Temer vem lidando em sigilo com um delicado assunto: o risco de o ex-presidente Lula fugir do país.No momento em que o cerco da Operação Lava-Jato se fecha sobre o petista, as investidas dos advogados de Lula na Organização das Nações Unidas (ONU) levaram o ministro José Serra a procurar o presidente da República para analisar as consequências de um eventual pedido de asilo político de Lula.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Contas de luz terão acréscimo em novembro


A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz no mês de novembro será a amarela, com custo de R$ 1,5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A medida se deve às condições hidrológicas menos favoráveis, o que determinou o acionamento de usinas termelétricas, mais caras. Desde abril deste ano, a bandeira tarifária estava verde, ou seja, não havia custo extra para os consumidores. No ano passado, todos os meses tiveram bandeira vermelha, primeiramente com cobrança adicional de R$ 4,5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos e, depois, com a bandeira vermelha patamar 1, que significa acréscimo de R$ 3 a cada 100 kWh. O sistema de bandeiras tarifárias foi adotado em janeiro de 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, mai cara do que a energia de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia elétrica em função das condições de geração de eletricidade. Por exemplo, quando chove menos, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a bandeira tarifária não é um custo extra na conta de luz, mas uma forma diferente de cobrar um valor que já era incluído na conta de energia, por meio do reajuste tarifário anual das distribuidoras.A agência considera que a bandeira torna a conta de luz mais transparente e o consumidor tem a melhor informação para usar a energia elétrica de forma mais consciente.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Os desafios dos municípios do Paraná


Fui recebido na manhã de hoje, pelo meu amigo, presidente do Tribunal de Contas do Estado do Paraná, Conselheiro Ivan Bonilha. Conversamos sobre os desafios dos municípios do Paraná em equilibrar e manter as finanças em dia para assim propiciar uma melhor qualidade no serviço público do Estado.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Juízes e procuradores pedem a Janot que investigue Gilmar Mendes


Acredito que é muito importante termos um equilibrio na forma como os agentes públicos atuam no Brasil. A verdade é que existe sim muito abuso de autoridade. Já a Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (Frentas) – coordenada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) -, protocolou na Procuradoria-Geral da República, nesta quinta-feira (20/10), pedido de apuração e “possível abertura de inquérito criminal” contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. O documento, endereçado ao procurador-geral Rodrigo Janot, solicita uma análise das declarações do ministro durante sessão plenária no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na terça, (18/10). Na ocasião, Mendes afirmou que “promotores e juízes ameaçam parlamentares com a Lei da Ficha Limpa (…) e não querem a Lei de Abuso de Autoridade porque praticam, às escâncaras, o abuso de autoridade. (…) Ao empoderarmos determinadas corporações, estamos dando a eles o poder que eles precisam para fazer esse tipo de chantagem.” A frente de juízes e procuradores alega que as expressões usadas por Gilmar Mendes “constituem uma acusação criminosa a promotores e a juízes, o que, evidentemente, merece repulsa”. As afirmações atribuídas ao ministro “podem ser configuradas como infração penal”, segundo avaliação da Frentas, integrada por oito entidades. Para os integrantes da Frentas, “se algum magistrado ou membro do Ministério Público praticou a conduta, a denúncia precisa ser feita à Corregedoria e ao órgão competente para apuração da infração disciplinar e penal”. “Não é possível aceitar a acusação feita de forma generalizada contra agentes públicos que atuam no combate à corrupção no País”, argumentam as entidades. “Tais acusações, graves e sem demonstração concreta de qualquer caso de ‘chantagem’, o que serviria apenas para desqualificar o Ministério Público e a magistratura, precisam ser examinadas sob a ótica da Lei Penal e da Lei Orgânica da Magistratura Nacional e, porque não parece possível admitir que sejam perpetradas sem que se dê qualquer consequência, diante de um fato de tamanha gravidade”,  afirma trecho do documento.

domingo, 16 de outubro de 2016

Paula Fernandes se perde ao cantar com o tenor Andrea Bocelli

Tivemos o prazer de assistir o show com o tenor Andrea Bocelli em São Paulo, em 2012, no Jockey Clube de São Paulo. Naquele ano, a escolhida para acompanhar o tenor foi a cantora brasileira Sandy. Embora não simpatize com o estilo musical dela, reconheço que se saiu muito bem. Já nos shows do tenor que ocorreram nesta semana em São Paulo, pelos videos aqui abaixo, não podemos dizer a mesma coisa. Mesmo com a ausência da cantora de apoio do tenor Andrea Bocelli, que segundo informações não pode participar, na música "Vivo Por Ela / Vivo Per Lei", como ocorreu com a "cantora" Anitta, que acompanhou o tenor na noite anterior, fato é que a "cantora" Paula Fernandes não consegui acompanhá-lo, mesmo como figurante de luxo. Vejam os videos:

-Andrea Bocelli em Vivo Por Ela / Vivo Per Lei - com participação de Paula Fernandes:



-Andrea Bocelli em Vivo Por Ela / Vivo Per Lei - com participação de Anitta:



terça-feira, 11 de outubro de 2016

Samsung suspende venda e paralisa produção do Galaxy Note 7


Samsung acaba de fazer um comunicado oficial a todos os usuários do Galaxy Note 7 bem como a todas as operadoras e varejistas que estão vendendo e trocando o smartphone por “unidades seguras”. Quem já tem um modelo do dispositivo em mãos — da primeira ou da segunda leva — deve desligá-lo imediatamente e parar de usar o celular. A fabricante coreana pediu também que as vendas sejam interrompidas até que uma investigação profunda acerca das explosões e combustões espontâneas seja concluída. Essa decisão foi tomada pela coreana depois que várias unidades do dispositivo pegaram fogo mesmo sendo consideradas “seguras”, adquiridas por consumidores que trocaram os Note 7 da primeira leva por modelos do recall. Como a empresa, aparentemente, ainda não sabe como consertar o erro que causa esse problema, ela resolveu impedir que mais modelos cheguem às mãos dos consumidores. Um Note 7 foi inclusive flagrado em vídeo pegando fogo em uma loja do Burger King. Quem já tem um Note 7 foi orientado a devolvê-lo na loja em que fez a aquisição em busca de um reembolso ou troca por um outro modelo de smartphone que não o Note 7. Isso quer dizer praticamente que a Samsung jogou a toalha e não tem previsão para voltar a vender seu principal smartphone da atualidade. Algumas companhias aéreas, como a brasileira LATAM, já estão pedindo para que os passageiros não usem o Note 7 a bordo e mantenham o celular desligado o tempo todo enquanto dentro da aeronave. Já teria sido registrado um caso em que um avião foi evacuado em solo por conta de um Note 7 que explodiu ou pegou fogo. A Samsung diz que vai “continuar trabalhando diligentemente” para resolver a situação, mas ainda não deu nenhum prazo ou expectativa para quando o Note 7 poderá ser considerado novamente um smartphone seguro.

sábado, 8 de outubro de 2016

Itaú compra varejo do Citibank por R$ 710 milhões


O Itaú Unibanco anunciou que comprou a operação do varejo do Citibank no Brasil, por R$ 710 milhões. Em fato relevante, o banco informou que firmou contrato para aquisição dos negócios de varejo, voltados a pessoas físicas, incluindo empréstimos, depósitos, cartões de crédito, agências, gestão de recursos e corretagem de seguros.A compra também inclui as participações societárias detidas pelo Citibank na TECBAN - Tecnologia Bancária S.A. (5,64% do seu capital social) e na Cibrasec – Companhia Brasileira de Securitização (3,60 % do seu capital social).Com a operação, a divisão de varejo será separada do conglomerado Citibank. O Citibank tem 71 agências no Brasil e 315 mil clientes. Em dezembro de 2015, tinha R$ 35 bilhões em ativos sob gestão, 1,1 milhão de cartões de crédito e R$ 6 bilhões de carteira de crédito. O Citigroup anunciou que planejava vender seu banco de varejo no Brasil em fevereiro desse ano. Ele também busca se desfazer de operações na Argentina e na Colômbia e, em julho, fechou as contas correntes que operava na Venezuela. "Decidimos focar nossos esforços em oportunidades com nossos clientes institucionais nestes países. Vamos alocar nossos recursos onde eles podem gerar melhores possibilidades de retorno para os acionistas", afirmou o presidente-executivo do Citi, Michael Corbat, na época. Assim como o Itaú, o Santander também estava avaliando os ativos. Com a aquisição, o Itaú Unibanco passará a ter R$ 1.404 bilhões em ativos. Com a aquisição, o Itaú Unibanco passará a ter R$ 1,4 trilhão em ativos. Em agosto do ano passado, o Bradesco adquiriu a operação brasileira do HSBC, por US$ 5,2 bilhões, cerca de R$ 17,7 bilhões. Com informações da revista Exame.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Experiência em gestão pública é o diferencial do Greca, afirma Pimentel


Em entrevistas para rádios e emissoras de televisão, o candidato a vice-prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, disse nesta sexta-feira (07/10) que a experiência na administração pública é o grande diferencial do Rafael Greca. “Muitos sabem quais as necessidades de Curitiba, mas poucos sabem como resolver. Curitiba passa por um momento difícil e não podemos errar na escolha do prefeito. Precisamos de um administrador experiente e inovador como o Greca”, afirmou. Um dos pontos destacados pelo candidato a vice-prefeito é o fato do Greca ter feito mais de seis mil obras quando administrou Curitiba. “O Greca foi um grande prefeito e hoje está mais preparado e pronto para ser prefeito novamente”, afirmou. Pimentel reforçou o compromisso de fazer uma gestão eficiente e inovadora na Prefeitura de Curitiba cortando secretarias e cargos em comissão. Greca e Pimentel fazem parte da coligação Curitiba, Inovação e Amor (PMN/PSDB/PSB/DEM/PTdoB/PTN/PSDC). Eduardo Pimentel afirmou que quer ser um vice atuante, parceiro e que contribuirá com sua experiência em gestão de projetos e gestão pública moderna. “Quero ser o braço direito do prefeito, um articulador com secretárias e setores da sociedade”, afirmou. Durante a entrevista, Pimentel disse que o compromisso de tratar a saúde pública como prioridade e apresentou as principais propostas para o setor. Entre as medidas está a restauração do programa Mãe Curitibana, Implantar um novo modelo de agendamento de consultas nos Postos de Saúde, ampliar o número de leitos UTI e realizar mutirões de cirurgias eletivas. Outro compromisso assumido por Pimentel na entrevista foi a reintegração do transporte coletivo metropolitano. “Greca foi o prefeito que integrou o transporte e já assumiu o compromisso de, se eleito, sentar com o governo do estado para resolver essa questão já nos primeiros meses. A integração do transporte é uma conquista social que irá voltar”, disse Eduardo Pimentel. Pela manhã, ele foi entrevistado pelo jornalista Denian Couto para a RICTV Record e para rádio Jovem Pan FM. Na hora do almoço, participou do programa Direto ao Ponto, comandado pelo apresentado Ogier Buchi, da Rede Mercosul/Record News. As informações são do jornalista Fabio Campana.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

"Lula sabe que vou visitá-lo em Curitiba", diz Doria



O prefeito eleito em São Paulo, João Doria (PSDB), respondeu a um comentário do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e devolveu o ataque. Mais cedo, quando votou em São Bernardo do Campo (SP) e sem citar nomes, Lula havia dito que São Paulo corria o risco de eleger um "aventureiro" assim como o ex-presidente Fernando Collor, que teria surgido "do nada". "Eu estou numa noite de paz, mas o Lula sabe quem em algum momento vou visitá-lo em Curitiba. Farei minha homenagem a ele", disse o tucano, em entrevista ao programa Conexão Repórter, do SBT. Curitiba é o principal palco da Operação Lava Jato, que há duas semanas tornou Lula réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Confirmando que recebeu um telefonema do presidente Michel Temer (PMDB) depois que as urnas fecharam, mas ainda antes do resultado oficial, Doria afirmou que o peemedebista prometeu colocar o governo federal à disposição da cidade. "Ele apoiou outra candidatura, mas disse que o governo federal vai estar à disposição para realizar projetos, sobretudo na saúde, habitação, educação e mobilidade urbana", disse. Doria falou que "em breve" vai fazer uma visita a Temer. Assim como falou após ser confirmado como eleito no primeiro turno, Doria repetiu que o cenário fortalece seu padrinho político, o governador Geraldo Alckmin (PSDB), para as eleições presidenciais de 2018. "Não era um embate fácil. Ele aceitou, acreditou e apostou", comentou o prefeito eleito. João Doria afirmou que vai começar seu mandato se comprometendo a não se apresentar para uma eventual reeleição. "Não quero reeleição. Vou cumprir meu mandato de quatro anos sem reeleição, eu acho muito ruim ser eleito pensando em se reeleger", disse o tucano. Como primeira medida ao assumir o Executivo, Doria repetiu que voltará os limites originais nas marginais Tietê e Pinheiros, para 90, 70 e 60 quilômetros por hora. "Depois, as prioridades serão saúde e educação." João Doria elogiou os adversários, afirmando que são "bons políticos", e disse que não fará nenhuma concessão em subprefeituras ou secretarias para os partidos que o apoiaram. "Conviver não é ceder, é exatamente estabelecer uma relação republicana, não é preciso fazer a cessão nem o loteamento de nada", disse. Na chapa de Doria, 13 partidos compuseram a coligação. Sobre a transição, o tucano afirmou que o processo vai acontecer de forma "republicana". Com informações da revista Exame.

domingo, 2 de outubro de 2016

Sobre os resultados do primeiro turno das eleições 2016 no Paraná

Parabéns ao prefeito reeleito de Apucarana meu amigo Beto Preto, ao prefeito eleito de Londrina amigo Marcelo Belinati , ao prefeito eleito de Cambé amigo Zé do Carmo, ao prefeito eleito de Guarapuava amigo Césinha Silvestri, enfim a todos aqueles que terão a responsabilidade de comandar as nossas prefeituras e Câmara de Vereadores Brasil afora. E aqui no Paraná certamente o governador Beto Richa acolherá a todos como sempre, de braços abertos, independentemente de agremiação partidária. Torçamos todos pelo Brasil. E àqueles que disputarão o segundo turno, desejamos uma campanha limpa e propositiva.

Rafael Greca e Ney Leprevost disputam segundo turno em Curitiba


As eleições para a Prefeitura de Curitiba serão disputadas em segundo turno entre Rafael Greca (PMN) e Ney Leprevost (PSD). O futuro prefeito da capital de Curitiba será conhecido apenas no fim do mês, quando acontece o segundo turno. Cerca de 20 minutos após o início das apurações, o candidato Rafael Greca já atingiu a preferência, no primeiro turno, com aproximadamente 150 mil votos válidos. Na última atualização, com 100% das urnas apuradas, Greca totalizou 38,38% dos votos válidos, com 356.539 mil votos computados. Já o segundo colocado é Ney Leprevost (PSD) com 23,66%, com 219.727 mil votos. Ele e Greca disputam a prefeitura de Curitiba no próximo dia 30. O atual e também candidato à reeleição Gustavo Fruet (PDT) teve 20,03%, com 186.067 mil votos válidos. Já Maria Vitória (PP) com 5,66% com 52.576 votos; Requião Filho (PMDB) com 5,60%, 52.017 e Tadeu Veneri (PT) com 4,28% dos votos válidos com 39.758 votos. Ademar Pereira (PROS) teve 10.889 com 1,23% e Xênia Mello (PSOL) registrou 10.310 com 1,16%.

domingo, 25 de setembro de 2016

Família Amaro vende parte de ações da LATAM por quase R$ 1 bilhão


A família Amaro, uma das controladoras da LATAM Airlines, irá vender 6,47% das suas ações à familia Cueto por US$ 296 milhões (o equivalente a mais de R$ 958 milhões), como estratégia para evitar que ambas as famílias percam participação societária, frente ao ingresso da Qatar Airways, que havia comprado  10% da empresa em Julho passado, com a emissão de novas ações pelo valor de US$ 10 o papel.A entrada da Qatar, facilitará o ingresso da companhia nas rotas para o Oriente Médio além de aumentar a sua participação de mercado internacional. O Grupo Cueto é o principal acionista da companhia latino-americana, através de sua sociedade com a Costa Verde Aeronáutica (CVA) que, com esta negociação, deverá aumentar sua participação em torno dos 28%. A negociação foi liderada pelo Banco Santander e o valor fixado por papel foi de US$ 5.506,40.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

RodoNorte inicia nova frente de obras na BR-376


Maior obra rodoviária em andamento no Paraná, a Duplicação da BR 376, a Rodovia do Café, iniciou mais uma frente de obras nesta semana. Em parceria com o Governo do Estado, a CCR RodoNorte iniciou os trabalhos na frente Tibagi, que fica entre os quilômetros 431 (região do Alto do Amparo) e 441 (trevo de acesso para BR 153); é a quarta frente de obras em andamento ao longo da rodovia. Além dos trabalhos em Tibagi, a concessionária também realiza obras nas frentes Ortigueira, Califórnia e Contorno Sul de Apucarana. Na frente Tibagi, além dos 10 quilômetros previstos para a duplicação, os trabalhos ainda prevêem a construção de um viaduto e também correção horizontal e vertical de curvas. Nestas primeiras semanas de trabalho, as equipes da CCR RodoNorte realizam a limpeza e a terraplanagem do trecho que receberá a nova pista da Rodovia do Café, partindo da região do Alto do Amparo e seguindo no sentido Ponta Grossa. “O início das obras na frente Tibagi representa, além de mais um avanço na duplicação da BR 376, mais uma oportunidade de emprego e renda para os trabalhadores da região. É importante lembrar que, até o fim deste ano, já estaremos com cinco frentes de obras em andamento”, ressalta José Alberto Moita, presidente da CCR RodoNorte, destacando o início das obras também na frente Imbaú, previsto para o mês que vem. Juntamente com os trechos em obras, a duplicação da BR 376 já foi concluída em 21 quilômetros de rodovia entre Ponta Grossa e Tibagi, dos quilômetros 476 ao 456. A conclusão dos primeiros 11 quilômetros da duplicação, inclusive, já apresenta números extremamente positivos: no primeiro ano de operação, o trecho da saída de Ponta Grossa para o Norte do Estado apresentou redução superior a 50% no número de feridos em acidentes. Os outros 10 quilômetros já duplicados - na região que passa pela cervejaria AmBev - foram liberados ao tráfego no mês passado: juntamente com a nova rodovia, foram entregues obras como viadutos, pontes e uma nova trincheira para retorno em desnível dos veículos que circulam pela região.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

A complexidade da crise dos Estados

Publico neste espaço, editorial do jornal Folha de São Paulo sobre a situação fiscal dos entes federados, leitura que julgo muito oportuna neste momento, para que se possa conhecer a complexidade do tema.
"A trama em torno da negociação das dívidas e da crise fiscal dos Estados vai-se tornando cada vez mais complexa. O novo capítulo começou com a ameaça de governadores das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste de decretar estado de calamidade pública caso não consigam do governo federal até R$ 14 bilhões, entre dinheiro novo e autorizações para novos empréstimos. A demanda decorre da insatisfação com o desfecho da renegociação de dívidas realizada em junho. Pelo acordo, o prazo dos débitos foi estendido em 20 anos. A União deixará de receber R$ 50 bilhões nesse período, valor que será incorporado aos vencimentos mais adiante. O desconto beneficiou os Estados mais endividados, especialmente no Sudeste. Daí a pressão. Verdade que o próprio governo Michel Temer (PMDB) deu espaço a esse tipo de iniciativa quando aceitou tratativas individualizadas, como no caso do Rio de Janeiro. Decretos de calamidade, contudo, terão pouca serventia para aliviar a penúria nos serviços públicos se não resultarem em recursos — e os governadores sabem que, na atual conjuntura, dificilmente conseguirão dinheiro federal. O levante, assim, tem um componente de autoproteção: trata-se de reduzir riscos de sanções legais a gestores que não consigam manter pagamentos em dia. O imbróglio, seja como for, pode adquirir caráter pedagógico. Há muito o país precisa encarar com seriedade a raiz dos problemas financeiros estaduais: a prodigalidade nos anos de bonança. Não é por outra razão que a folha de pagamentos, cuja expansão desenfreada se permitiu alegremente, consome mais de 80% das receitas em vários Estados (se contabilizados todos os itens). Por trás do inchaço estão insistentes lobbies corporativos, escorados na estabilidade quase incondicional de emprego —o que, diga-se, conduz à ineficiência. A dívida sem dúvida é assunto grave, mas consome uma fração do que é gasto com folha e inativos. Não se pode, por outro lado, fechar os olhos nessa situação crítica. A queda das receitas resultante da recessão agrava a indigência dos cofres públicos e afeta sobretudo a população carente, que depende de serviços gratuitos. Aliviar o caixa estadual com a ajuda da União parece inescapável. A negociação, porém, precisa ser estratégica, com exigência de contrapartidas que permitam almejar melhorias estruturais. Entre elas reformas que limitem o crescimento da folha e possibilitem investimentos, além da conclusão de acordos que ponham fim à guerra fiscal —o que simplificará o ICMS e trará ganhos de produtividade para o setor privado."