Do Blog de Reinaldo Bessa: "A assessoria do secretário estadual do Desenvolvimento Urbano, Ratinho Jr., divulgou nota informando que desde 2011 já foram pavimentadas 3.828 ruas e avenidas em todas as cidades do Paraná. Segundo o secretário postou em sua página no Facebook, o asfaltamento de vias urbanas é uma das maiores demandas da população. Em muitas cidades, diz ele, as ruas ainda são de chão batido, o que ocasiona problemas de saúde devido à poeira e também problemas de mobilidade por causa da lama em dias de chuva. A nota diz ainda que a reivindicação dos prefeitos é atendida com a exigência da construção de calçadas. Com o programa de pavimentação de ruas em todo o estado, Ratinho Jr. vai também pavimentando sua candidatura ao Palácio Iguaçu em 2018." A pergunta que se faz é quem terá o apoio do governador Beto Richa, que deverá disputar uma das vagas ao Senado Federal.
quarta-feira, 19 de julho de 2017
sábado, 15 de julho de 2017
Casamento Maria Victoria e Diego Campos
Tive o prazer de prestigiar juntamente com a Miss São José dos Pinhais Caroline Fernanda dos Santos, o casamento da deputada estadual Maria Victoria Borghetti Barros, filha da vice-governadora Cida Borghetti e do Ministro da Saúde Ricardo Barros, com o advogado Diego Campos, em Curitiba ontem. A Frizz Mídia esteve presente realizando a cobertura do evento. Sucesso ao casal.
terça-feira, 11 de julho de 2017
Senado aprova texto-base da reforma trabalhista
Com sessão conturbada, a reforma trabalhista foi aprovada nesta terça-feira, 11, no plenário do Senado por 50 votos favoráveis e 26 contrários. Houve 1 abstenção em um quórum de 77 senadores. O projeto segue agora para a sanção presidencial. O projeto é considerado pelo governo de Michel Temer uma das principais medidas para estimular novas contratações no mercado de trabalho e desburocratizar os processos de admissão e demissão — queixa recorrente de muitos empresários. O texto altera mais de 100 pontos da CLT. Entre eles, autoriza os trabalhos intermitentes, permite dividir as férias em três períodos e faz com que os acordos coletivos tenham força de lei. A sessão plenária, que teve início às 11h, foi marcada por tumultos e bate-bocas entre os parlamentares. Por volta das 12h30, as senadoras da oposição Gleisi Hoffman (PT-PR), Fátima Bezerra (PT-RN), Vanessa Graziotin (PCdoB-AM), Regina Sousa (PT-PI) e Lídice da Mata (PSB-BA) ocuparam a mesa diretora do plenário como forma de obstruir a votação. Em reação, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMBD-CE) apagou todas as luzes do plenário e suspendeu a sessão por mais de quatro horas. Fora do plenário, Eunício declarou que a sessão só seria retomada quando “a ditadura deixar”. Às 13h44, o líder do PT no Senado, Lindbergh Farias (RJ), acusou a presidência da Casa de estar arrumando o auditório Petrônio Portela para transferir a votação da reforma trabalhista para o local. O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) era um dos que tentavam reunir assinaturas para tentar realizar a votação fora do plenário. A sessão só foi reaberta às 18h36, quando Eunício retornou à cadeira da presidência na mesa diretora. Após retomar o seu posto, Eunício disse que “Deus lhe deu essa qualidade da paciência” e que não tinha pressa para encerrar a votação. Ele classificou a ocupação da mesa por parte de senadores da oposição como um “episódio triste”, mas pediu calma aos senadores da base aliada. Os oposicionistas pediram a palavra pra encaminhar voto contrário à matéria. Partidos da base aliada como PMDB, PSDB, PSD, DEM e PP aproveitaram para fazer sinalizações positivas ao projeto, que foram computadas como encaminhamento favorável ao texto. Em meio à confusão, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) esbravejava pedindo a palavra, enquanto o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR) computava os votos dos aliados pessoalmente e os comunicava em voz alta.
sábado, 8 de julho de 2017
Nova pesquisa para governo do Paraná e Senado Federal
As eleições são apenas no ano que vem mas as movimentações de bastidores estão acontecendo. Lembrando que a corrida eleitoral para o senado contempla duas vagas (por isso o somatório ultrapassa os 100%). Veja abaixo o último levantamento da Paraná Pesquisas para o jornal Gazeta do Povo:
sexta-feira, 7 de julho de 2017
Alvaro Dias lidera pesquisa para a presidência no Paraná
Levantamento da Paraná Pesquisas sobre a eleição presidencial divulgada hoje aponta que o senador Alvaro Dias (Podemos) lidera as intenções de voto para a eleição do ano que vem no Paraná. De acordo com o instituto, que ouviu 2.207 eleitores do Estado entre os dias 2 e 5 de julho, Alvaro teria hoje 31,1% da preferência do eleitorado, contra 15,3% do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC) e 12,6% do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Veja os resultados abaixo:
Se as eleições para Presidente do Brasil fossem hoje e os candidatos
fossem esses, em quem o Sr(a) votaria?
(ESTIMULADA)
Alvaro Dias 31,1%
Jair Bolsonaro 15,3%
Lula 12,6%
João Doria 9,5%
Joaquim Barbosa 5,9%
Marina Silva 4,7%
Ciro Gomes 3,0%
Não sabe 3,7%
Nenhum 14,2%
Se as eleições para Presidente do Brasil fossem hoje e os candidatos
AGORA fossem esses, em quem o Sr(a) votaria?
(ESTIMULADA)
Não sabe 3,8%
Nenhum 15,1%
Alvaro Dias 32,9%
Jair Bolsonaro 16,4%
Lula 12,5%
Joaquim Barbosa 6,7%
Marina Silva 4,8%
Geraldo Alckmin 4,6%
Ciro Gomes 3,3%
Se as eleições para Presidente do Brasil fossem hoje, em quem
o Sr(a) NÃO VOTARIA DE JEITO NENHUM? (RM)*
(ESTIMULADA)
Lula 58,8%
Marina Silva 19,9%
Jair Bolsonaro 17,9%
Geraldo Alckmin 15,4%
Ciro Gomes 12,7%
Alvaro Dias 10,8%
João Doria 10,6%
Joaquim Barbosa 9,0%
Não sabe 8,0%
Poderia votar em todos 4,4%
quinta-feira, 6 de julho de 2017
"Salão Nobre" entrevista Alvaro Dias
Confira o programa "Salão Nobre" desta semana, transmitido pela TV Senado, entrevistando o líder do PODEMOS e pré-candidato a presidência da República Alvaro Dias.
quarta-feira, 5 de julho de 2017
SS: A trajetória do "mito"
Silvio Santos acumula polêmicas em seu programa no SBT. Uma das maiores aconteceu em 18 de junho, quando reuniu Maisa e Dudu Camargo no "Jogo das 3 Pistas" e deixou a atriz incomodada com provocações dele e do âncora de 19 anos. Na última semana, Silvio gravou novamente com os dois. Maisa abandonou o palco aos prantos, e o apresentador cancelou a exibição. Mas engana-se quem pensa que Silvio está mais polêmico do que nunca. O apresentador já criticou gays na TV, cineastas e jornalistas, e também revelou que censura cenas de sexo de filmes ao lado da mulher. Sabia que o apresentador já cogitou contratar o ex-presidente Fernando Collor para comandar qualquer telejornal do SBT por ser "boa-pinta e falar bem"? Para quem escalou Dudu Camargo como âncora, a frase não surpreende tanto. Estas e outras declarações polêmicas estão no livro "Silvio Santos - A Trajetória do Mito" (editora Matrix), escrito por Fernando Morgado, autor da biografia de outro apresentador famoso da TV brasileira, Blota Jr. (1920-1999). A publicação será lançada nesta quinta-feira (06/07), na livraria Saraiva do Morumbi Shopping, em São Paulo. Professor universitário de História da Televisão, Morgado conta a trajetória de Silvio por meio de frases ditas pelo dono do SBT - em entrevistas ou em seu programa-- sobre vida pessoal, televisão, negócios e política. Curiosamente, no dia em que Maisa e Dudu Camargo se estranharam no ar, Silvio Santos convidou Fernando Morgado para divulgar o livro em seu programa. Embora seja uma biografia não-autorizada, o apresentador ficou surpreso com o resultado e com as frases que nem lembrava que havia falado. "Não conhecia você. Quando recebi o livro, vi que você deve ter acompanhado a minha vida na internet ou deve ter sido meu fã desde garotinho, porque você coloca frases que até eu tinha esquecido", disse o apresentador no "Programa Silvio Santos". Gays, drogas e jornalismo: dez frases polêmicas de Silvio Santos:
" É preciso acabar com o preconceito ao Silvio Santos"
Silvio Santos, em entrevista à revista "Afinal", em 3 de novembro de 1987
"Eu acho que homossexual não dá certo em televisão, o público não gosta. Se é um humorista fazendo o papel de homossexual, de uma maneira caricata, tudo bem. Mas, quando é de verdade, eles preferem não ver. Acham que é uma apologia do homossexualismo. Eu, se puder, não coloco no vídeo. Mas, pessoalmente, não tenho nada contra eles "
Silvio Santos, em entrevista à revista "Veja", em 17 de maio de 2000
Silvio Santos, em entrevista à "Folha de S.Paulo", em 21 de fevereiro de 1988
"Jornalista aprendeu na faculdade a ser idealista, a escrever o que deseja? Então compre uma estação de televisão! Na minha, não! Na minha estação de televisão, enquanto eu viver, jornalista vai procurar as qualidades do ser humano"
Silvio Santos, em seu programa exibido em 21 de fevereiro de 1988
"Ainda bem que ele [Fernando Collor] não é animador de auditório. Seria um concorrente terrível. É boa-pinta e fala bem. Eu o contrataria para apresentar um telejornal na minha rede"
Silvio Santos, em entrevista à revista "Veja", em 17 de maio de 2000
"Não gosto de estrelas. Não recontrataria Lillian Witte Fibe, porque ela reclama muito. De estrela, no SBT, basta o dono"
Silvio Santos, em entrevista à revista "Veja", em 17 de maio de 2000
"Eu ia fazer cinema; resolvi que seria um mau negócio. Não existem profissionais. Só existe gente amadora, preocupada com o prêmio de Cannes e outros prêmios nossos ou do exterior. Não dá"
Silvio Santos, em entrevista à revista "A Crítica", em 1969
"Foi na rua Ubaldino do Amaral, com uma francesa que era a rainha da garotada! Silvio Santos, contando em seu programa onde e com quem perdeu a virgindade, em 21 de fevereiro de 1988"
"Os intelectuais não me compreendem. Querem que eu toque música clássica. Mas eu não gosto. Não adianta insistir. Meus programas são populares e eu me identifico com o povo. Não posso esquecer minhas origens de camelô"
Silvio Santos, em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo", em 17 de agosto de 1983
"Vejo [os filmes] com minha mulher e faço os cortes, aqui mesmo, nesta sala. Em "A Escolha de Sofia", por exemplo, o rapaz pegava a moça, levava para o campo, deitava na grama e ficava lá: ?ah, ah, ah!? Corta, corta, vamos cortar esse troço. Ele vai com a moça para o campo e, no dia seguinte, aparece dizendo que foi maravilhoso e tal. Todo mundo já sabe que houve sexo"
Silvio Santos, em entrevista ao "Jornal do Brasil", em 14 de fevereiro de 1988
sábado, 1 de julho de 2017
Podemos anuncia Alvaro Dias como pré-candidato à Presidência
O senador paranaense, Alvaro Dias, foi lançado neste sábado (01/07), em Brasília, candidato à Presidência da República pelo Podemos. O anúncio foi feito pela deputada federal, Renata Abreu, presidente do partido, em solenidade no Centro de Convenções Ulisses Guimarães e na presença de mais de duas mil pessoas, entre elas prefeitos e deputados que se filiaram à nova agremiação que substitui o antigo PTN. Dias foi recebido aos gritos de “presidente” pela militância e discursou como tal. Alvaro Dias, em seu discurso, criticou o atual sistema de governo, que chamou de promíscuo e corrupto e que jogou o Brasil e os brasileiros na lama. “Temos que ressuscitar a esperança da sociedade para, juntos, lutarmnos por mudanças e abominar os governos envolvidos em escândalos quando, nas filas de hospitais vemos milhares de pessoas pedindo socorro e pais e mães desesperados pedindo por segurança pública, enquanto o país está mergulhado na violência, fruto de uma herança maldita, financiada por governos corruptos”,disse. O senador voltou a lembrar sobre o batalhão de desempregados hoje no Brasil que passa de 12 milhões de pessoas. Condenou a herança da dívida que esmaga o povo brasileiro e da política econômica dos governos que sangraram o BNDES financiando ditaduras corruptas e sanguinárias. Alvaro Dias fez um apelo aos presentes pedindo para que todos ajudem a arrancar o Brasil das mãos sujas que hoje dirigem a nação e pediu apoio às reformas. Por fim, convocou a militância para caminhar com fé em Deus, trabalho, força e esperança para um futuro promissor. “Vamos impedir que nos roubem nossos sonhos e esperanças. Com alma e amor no peito, vamos reconstruir nosso País”, pediu. Em ato marcado por discursos pesados, principalmente contra o governo, a palavra de ordem era Podemos que, entre outros adjetivos, significa ter força, coragem, capacidade e direito para mudar. A deputada federal, Renata Abreu destacou a história política e pública do senador Alvaro Dias, afirmando que ele tem toda a capacidade de dirigir os destinos da nação. Dias afirmou que “é preciso fazer uma leitura correta do que vem acontecendo hoje no Brasil, com um governo mergulhado em denúncias de corrupção que joga dinheiro no ralo e deixa de realizar investimentos com vistas ao crescimento, desenvolvimento e melhoria na qualidade de vida dos brasileiros”. Segundo o senador, o “Podemos é totalmente independente das atuais ideologias partidárias, sem vínculo ideológico, sem extrema direita ou esquerda e vai ser transparente e terá uma interação permanente com a população, ouvindo constantemente sobre os mais variados temas”. O senadores Alvaro Dias e Romario (ex-PSB), serão representantes do Podemos no Senado Federal. Entre os novos filiados estão o ex-prefeito de Curitiba Gustavo Fruet e o ex-jogador de futebol Marcelinho, que passou por times como Flamengo, Corinthians e Vasco. Além dos dois senadores, o partido também terá 14 deputados federais. O ex-prefeito de Londrina Alexandre Kireeff també se filiou ao Podemos, e é uma opção para disputar o Senado em 2018. Em 2014 o PTN elegeu quatro deputados. Mas dois deles deixaram a sigla logo após a posse. A legenda adota o discurso de que não é de esquerda nem de direita e toma emprestado o nome do Podemos, que surgiu como um movimento de esquerda na Espanha e conquistou espaço no Parlamento espanhol nos últimos anos. “Quem chega para construir um partido político não pode chegar postulando. Porém, não tenho o direito também de se recusar a cumprir missões. Se houver convocações, haverá candidatura”, disse Alvaro Dias. Já Romário deve disputar o governo do Rio de Janeiro em 2018. Segundo a presidente do Podemos, a deputada Renata Abreu (SP), outros dez parlamentares da Câmara negociam sua filiação para março de 2018, quando abrirá uma janela para transferências partidárias. Em nota, o partido afirma que sua proposta é reaproximar a política dos interesses da população, desencantada com os escândalos políticos: “A proposta do novo partido é reaproximar a política dos interesses e anseios de amplos setores da população, que vem ocupando as ruas desde 2013 para protestar contra a corrupção e a falta de transparência na política e não se sentem representados pelos partidos políticos tradicionais. Assim, o surgimento do Podemos representa muito mais do que a simples mudança de nome de um partido; trata-se da aposta no resgate e na renovação da democracia pela defesa da transparência, do aumento da participação popular e de ações de democracia direta. O partido acredita que é preciso adaptar a prática política às condições de uma sociedade globalizada e conectada, na qual os cidadãos não querem mais ser passivos, mas participar ativamente das decisões”.
O empresário Joel Malucelli (suplente do senador Alvaro Dias) e o ex-senador Osmar Dias (PDT) estiveram presentes prestigiando o evento assim como o ex-governador do Paraná Mario Pereira. Joel Malucelli deixou o PSD e se filiou no Podemos. Já Osmar Dias, embora negue, estaria de malas prontas também, para disputar o governo do Paraná na chapa encabeçada pelo irmão Alvaro Dias à Presidência.
terça-feira, 27 de junho de 2017
Governador Beto Richa entrega 466 novas viaturas
O governador Beto Richa entregou na terça-feira (27/06) mais 466 novas viaturas para as polícias Militar, Civil e Científica do Paraná. Personalizados com o nome do município onde ficarão baseados, os veículos seguirão para todas as regiões do Paraná. As unidades são as primeiras viaturas de um lote de 1.100 veículos adquiridos pelo Governo do Estado. As demais serão entregues nos próximos meses. O investimento é de R$ 112,3 milhões. Richa ressaltou que desde 2011 o Governo do Estado ampliou a frota de segurança com 3.000 novas viaturas, a maior parte adquirida com recursos do tesouro (2.600 unidades), outras em parceria com órgãos estaduais e federais e também 250 unidades locadas para reforçar policiamento em Curitiba, Região Metropolitana e Litoral. “Mais uma vez demonstramos, na prática, o nosso compromisso com investimentos consistentes para a segurança dos paranaenses, para reforçar e melhorar as condições de trabalho das polícias”, afirmou o governador. Richa lembrou que a ampliação da frota de viaturas integra as ações do Paraná Seguro, o único programa de investimentos em segurança pública já executado pelo Estado, que reúne uma série de iniciativas para combater o crime. Entre as ações está a contratação de 11 mil novos policiais, a maior da história do Estado. “Estamos dando um choque de gestão, fazendo mais e melhor e gastando menos”, afirmou o governador. Ele ressaltou o ajuste fiscal, que garantiu o equilíbrio nas contas públicas e permitiu a retomada dos investimentos. “Todos os dias temos ações positivas que nos dão mais certeza do que fizemos aqui no Paraná foi bem sucedido.” Das 466 unidades, 457 vão para a Polícia Militar e Polícia Civil. Outras nove são para a Polícia Científica, recebidas da Secretaria Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça. Ao todo são 12 viaturas, sendo que três já estão em serviço. O secretário da Segurança Pública, Wagner Mesquita, disse que a reestruturação da frota permite a mobilidade necessária aos profissionais da segurança pública e contribui para reforçar as operações sistemáticas e o trabalho preventivo. “As viaturas proporcionarão maior presença das polícias no Paraná, principalmente nos municípios do interior. E para a Polícia Civil e Científica elas ampliam a capacidade de investigação e resposta”, disse. A distribuição das novas viaturas foi feita a partir de um planejamento estratégico elaborado pela Polícia Militar e Polícia Civil, tendo como base os índices de criminalidade registrados nos municípios paranaenses e procurando atender todas as regiões do Paraná.
Secretário de Estado de Segurança Pública Wagner Mesquita e governador do Paraná Beto Richa
quinta-feira, 22 de junho de 2017
Mercado futuro do boi gordo está confuso
Escândalos envolvendo empresas pecuárias e oferta descolada da demanda são os principais motivos para a queda dos preços do boi gordo no Brasil. Segundo o analista de mercado Elio Micheloni, da Terra Investimentos, a cotação da arroba do animal com entrega para outubro caiu R$ 15 em junho e está abaixo do que é negociado no mercado físico. De acordo com Micheloni, isso nunca aconteceu antes. Um dos problemas do mercado é o excesso de oferta, ocasionado pelo maior abate de fêmeas. De acordo com o analista, no momento o pecuarista não vê vantagem em criar bezerros, por isso está abatendo matrizes, em um nível que é o maior desde 2014. Micheloni aconselha o criador a vender seu produto no melhor preço que encontrar no dia, sem deixar para depois. Ele alerta para a desestabilização do setor e os impactos que ainda pode sofrer no curto prazo, portanto deve fechar negócios agora.
quarta-feira, 21 de junho de 2017
Crise política trava avanço de reformas importantes
O conjunto de reformas microeconômicas impulsionadas nos meses iniciais do governo de Michel Temer foi sugado por outras prioridades na agenda legislativa e andou praticamente de lado no primeiro semestre, sem avanços relevantes no Congresso Nacional. Na tentativa de mostrar que ainda está comprometido com uma pauta reformista, o Palácio do Planalto pretende retomar essas mudanças regulatórias tão logo seja votada a provável denúncia da Procuradoria Geral da República contra Temer. Aplaudidas por investidores, as propostas de uma lei geral das agências reguladoras e de uma nova lei de licitações foram aprovadas pelo Senado na arrancada da gestão Temer, mas chegaram à Câmara dos Deputados no fim do ano passado e até hoje não tiveram suas comissões instaladas. Na semana passada, o projeto que buscava acabar com restrições ao capital externo nas companhias aéreas perdeu urgência e não tem mais data para ser votado. Antes disso, haviam entrado no limbo as discussões sobre a autorização para compra de grandes lotes de terras por empresas ou cidadãos estrangeiros. De forma geral, as mudanças já estavam perdendo velocidade com os esforços do governo para mobilizar sua base em torno das reformas macroeconômicas, como a trabalhista e a da Previdência. Com o agravamento da crise política, também perderam força outras iniciativas que estavam em fase adiantada de elaboração no governo, como duas medidas provisórias na área de mineração e um texto para conciliar posições sobre a flexibilização nas regras do licenciamento ambiental de obras de infraestrutura. Uma MP visava aumentar os royalties pagos pelas mineradoras e a outra criaria uma agência reguladora para o setor. Ambos os assuntos ficaram travados na reta final. Ao todo, as reformas microeconômicas atingem dez áreas diferentes. Algumas são transversais, ou seja, válidas para diversos setores da economia, como os ajustes que estão sendo preparados por um grupo de trabalho liderado pelo Ministério da Fazenda na lei de recuperação judicial. Um ministro com gabinete no Palácio do Planalto disse ao jornal Valor que as reformas da Previdência e trabalhista continuam sendo prioridade absoluta do governo, mas vê espaço para a retomada dos projetos com mudanças regulatórias no segundo semestre. De acordo com esse interlocutor do presidente, projetos que já foram apreciados pelo Senado e dependem apenas de aprovação na Câmara são candidatos a andar mais rápido. Três casos foram citados. Um é o da nova lei de licitações, que busca substituir a Lei 8.666/93 e traz inovações nas concorrências da administração pública, como a inversão de fases no julgamento das propostas e novos critérios para a contratação de seguros nas obras. Outro é o da lei das agências, que garante mais autonomia financeira aos órgãos reguladores e aperfeiçoa critérios de indicação dos diretores. Na mesma linha está a lei de governança dos fundos de pensão de empresas estatais, que tenta fazer uma blindagem nas recorrentes nomeações políticas. "Temos que tocar essa agenda", afirma o deputado Beto Mansur (PRBSP), vice-líder do governo na Câmara. Para ele, após a vitória no julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e depois de evitar uma saída imediata do PSDB da base aliada, o ambiente político permite a retomada das votações. Mansur lembra que as mudanças microeconômicas são feitas por medida provisória ou por projeto de lei, que requerem maioria simples, em vez dos três quintos exigidos para emendas constitucionais (PECs). "Não são temas simples em importância, mas menos desafiadores para se colocar em votação", observa. O diretor para América Latina da consultoria de risco político Eurasia, João Augusto de Castro Neves, acredita que a tramitação das reformas macro e microeconômicos corre em "trilhos independentes". "A crise afeta mais o trilho das mudanças fiscais, especialmente a da Previdência", afirma. Na avaliação do consultor, a agenda micro pode até ser desacelerada, mas algumas podem seguir mesmo sem o Congresso Nacional, como a flexibilização já anunciada das exigências de conteúdo local e os leilões de infraestrutura. "Por questões mais práticas, avaliamos que ela vai continuar se movimentando." Castro Neves argumenta que, com índices muito altos de impopularidade, o que ainda mantém Temer no poder é uma combinação de apoio empresarial e parlamentar. Vistas como prómercado, as mudanças regulatórias são uma forma de manter esse apoio. "Na medida em que a recuperação econômica ainda não está dada, é um movimento importante para acenar aos investidores." Tendo em sua base de clientes um vasto leque de multinacionais e fundos de investimentos, o diretor da Eurasia ressalta que a agenda de reformais setoriais é vista com bastante atenção por quem tem interesse no Brasil. É claro, acrescenta, que ela tem limitações se não houver avanços nas reformas fiscais. "Mas são temas que enfrentam menos oposição. Um projeto como o de capital estrangeiro nas empresas aéreas pode perfeitamente ser votado em ano eleitoral, caso se arraste para 2018", nota. "O governo vinha focando todos os esforços na negociação das macrorreformas, mas já temos consciência que a Previdência será uma batalha mais difícil e prolongada." Para Castro Neves, é justo reconhecer: algumas mudanças regulatórias, como o fim da exigência de participação da Petrobras nos campos do pré-sal, já haviam começado a tomar forma nos últimos meses da gestão da petista Dilma Rousseff, "ainda que mais por necessidade do que por convicção". "A boa notícia é que, se Temer cair, essa pauta foi abraçada pela classe política. Com informações do jornal Valor Econômico.
sábado, 17 de junho de 2017
Coelho da Cartola
Do colunista Claudio Humberto: "O Congresso articula em segredo uma maneira de se livrar, por enquanto, da ameaça de punição na Lava Jato (e outras operações), por meio da suspensão de ações penais movidas contra senadores e deputados. A iniciativa, prevista no artigo 53 da Constituição, parágrafo 3º, somente exige maioria absoluta (ou sejam, 257 votos) para ser aprovada, mediante representação feita por qualquer partido político. Para testar reações, a Câmara deve suspender ação contra Jair Bolsonaro (PSC-RJ), acusado de “incitar o estupro” de deputada do PT. O conchavo para suspender ações penais mal disfarça o desespero de senadores e deputados, sem chance de escapar de condenações. Pelo artigo 53, deputado ou senador é inviolável civil e penalmente, e o parágrafo 3º dá ao plenário o poder de suspender ações em curso. A medida suspende a ação penal e também os prazos prescricionais. A ação fica suspensa até o término do mandato do beneficiado".
sexta-feira, 16 de junho de 2017
Joesley Batista: "Temer é o chefe da quadrilha mais perigosa do Brasil"
Em entrevista exclusiva à revista ÉPOCA, o empresário diz que o presidente não tinha "cerimônia" para pedir dinheiro e que Eduardo Cunha cobrava propina em nome de Temer. Clique aqui e leia a entrevista publicada no dia de hoje.
Alvaro Dias sobe para 3.º no Ranking dos Influenciadores com crítica à absolvição de Temer no TSE
Com quase 372 mil interações na semana entre 9 e 15 de junho, o senador paranaense Alvaro Dias (PV) subiu para o terceiro lugar no Ranking dos Influenciadores Políticos, elaborado pela Gazeta do Povo com base no engajamento conquistado por pessoas públicas nas redes sociais. O parlamentar tem quase 1 milhão de seguidores no Facebook e pouco mais de 330 mil no Twitter – é o 13.º colocado nesse quesito. Alvaro teve um engajamento total de 371.957 em 80 postagens em sua página no Facebook, sendo 214 mil reações (86% delas curtidas), 134 mil compartilhamentos e 23,7 mil comentários. Isso gerou um engajamento médio de 4.649 interações por postagem. Seis vídeos foram postados por Alvaro no período, com 424 mil visualizações. Na live mais acessada, o parlamentar diz que a “corrupção derrotou a Justiça” ao analisar a absolvição da chapa Dilma-Temer no julgamento por abuso de poder político e econômico no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Foi um julgamento contaminado por interesses políticos escusos e, claro, consagrou uma jurisprudência. Fica esse precedente tremendamente perigoso, nocivo, nefasto mesmo, que poderá ser utilizado sem dúvida em outros julgamentos, envolvendo outros criminosos”, disse. O senador paranaense ficou atrás no ranking apenas do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), com 593.881 interações e 486.181, respectivamente, mas a frente de Luiz Inácio Lula da Silva, por exemplo, que teve 244.925 reações. Pré-candidato ao Palácio do Planalto em 2018, Alvaro está de saída do Partido Verde. Vai se juntar ao Podemos e é pelo novo partido que pretende ser candidato à Presidência. Em entrevista exclusiva ao blog Caixa Zero em maio, o senador disse que o partido será inspirado no En Marche, que elegeu Emmanuel Macron presidente da França, e em outras iniciativas europeias, como o Podemos, da Espanha, e o Cinco Estrelas, da Itália. Clique aqui e veja o video.
terça-feira, 13 de junho de 2017
Pista do aeroporto de Maringá passa por reparos
Os trabalhos de correção na pista de pouso e decolagem do Aeroporto Regional Silvio Name Júnior, em Maringá (Noroeste), tiveram início na madrugada desta terça-feira (13/06). Serão realizadas a fresagem em torno de pontos críticos de infiltração e aplicação de uma camada de Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) para eliminar fissuras, rachaduras e outros desgastes naturais apresentados no asfalto. De acordo com o superintendente do Aeroporto, Fernando Rezende, os serviços de reparo devem demorar 10 dias e durante esse período o Aeroporto ficará fechado para operações entre 0h15 e 4 horas. "Trata-se de um trabalho de manutenção preventiva executado por uma empresa contratada por licitação, no valor de R$ 245,2 mil. Enquanto máquinas e funcionários da empresa executam esse trabalho, estamos preparando o processo de execução de um projeto mais abrangente de ampliação da pista e outra série de melhorias estruturais no Aeroporto", diz. O superintendente explica que está previsto um convênio do o governo federal no valor de R$ 120 milhões. O projeto de modernização terá contrapartida do município no valor de R$ 7 milhões, divididos entre os anos de 2017 e 2018. Os recursos vão permitir, entre outras obras, que a extensão da pista seja aumentada em mais 280 metros, passando dos atuais 2.100 metros para 2.380 metros. O pátio de estacionamento de aeronaves receberá a aplicação de pavimento rígido, em concreto puro, enquanto a taxiway - a faixa de pista em que a aeronave pode taxiar - será estendida até a cabeceira. O projeto prevê ainda a reformatação da cabeceira da pista principal e a ampliação do prédio da Seção Contra Incêndio - do Corpo de Bombeiros - que passará dos atuais 150m² para 300m². Também será aumentado o mix de lojas e implantados fingers, com pontes telescópicas, a partir do pavimento superior até o acesso às aeronaves. O repasse depende da assinatura do convênio. "Assim que o ministro (dos Transportes, Maurício Lessa) puder vir a Maringá, será assinado o convênio do município com a Secretaria de Aviação Civil para darmos início ao processo de licitação e posterior execução do projeto de modernização do Aeroporto", assegura.
sexta-feira, 9 de junho de 2017
Funcef pode necessitar de novo plano de equacionamento
A Funcef, fundo de pensão de funcionários da Caixa Econômica Federal, teve o quinto déficit consecutivo em 2016 e o presidente da entidade, Carlos Vieira, não descarta a realização de novo plano de equacionamento – se confirmado, será o terceiro seguido. Os participantes e a patrocinadora já fazem contribuições adicionais diante dos resultados de 2014 e se preparam para os de 2015. O fechamento dos números do ano passado ainda depende de novo laudo de avaliação do FIP Florestal, fundo de investimento em participações que detém fatia na Eldorado Celulose, da holding J&F, da família de Joesley e Wesley Batista. O investimento da Funcef e da Petros no fundo está sendo investigado nas operações Greenfield, Sépsis e Cui Bono, da Polícia Federal. “A partir dele [o laudo] é que vamos ter condições de avaliar o que ocorreu em 2016. Vai dar um pouco mais de R$ 3 bilhões [de déficit]”, disse Vieira ao jornal Valor. A Petros, fundo de pensão dos funcionários da Petrobras, que também tem uma participação no FIP Florestal, estimou em seu balanço perda de 47,47% com esse investimento no ano passado. A Caixa já havia informado em maio que vai divulgar o resultado da nova avaliação neste mês. Com o equacionamento de 2015, que ainda deve ser aprovado pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), as contribuições dos participantes da Funcef devem ficar, em média, cerca de 11% dos salários e das aposentadorias. “Os responsáveis pelo FIP são o gestor, o administrador, nós somos participantes. É com eles a questão. Nós somos os receptores. Quando podemos interferir, dentro da assembleia de acionistas, trocamos, interferimos. Nós temos um assento na Eldorado [Celulose]. Agora, no FIP [Florestal] somos minoritários, tanto nós quanto a Petros.” A corretora Planner é a administradora e o Brasil Plural, o gestor do FIP Florestal. Juntos, Funcef e Petros possuem 49,50% do fundo, o que dá a cada um deles uma fatia de 8,53% do capital total da fabricante de celulose. A J&F detém, direta e indiretamente, 80,98% da empresa. Funcionário da Caixa desde 1982, com passagem nos ministérios das Cidades e da Integração Nacional por indicação do PP, o atual presidente da Funcef tem uma missão que vai além do equacionamento dos resultados dos investimentos problemáticos feitos por seus antecessores. A tarefa inclui a retomada da credibilidade da imagem do fundo de pensão, e a implementação de uma cultura de governança corporativa. Vieira chegou à fundação em setembro do ano passado, uma semana após a deflagração da Operação Greenfield, da Polícia Federal, que investiga fraudes nos fundos de pensão. No fim de maio, 14 pessoas tornaram-se rés no caso. Dessas, oito são ex-dirigentes da Funcef, incluindo Guilherme Lacerda, que foi presidente da entidade. Segundo Vieira, os ex-executivos da Funcef sob investigação perderam o direito a receber o período de quarentena até a conclusão do processo. A fundação também suspendeu o pagamento da defesa à qual os acusados tinham direito enquanto não se provar a inocência deles, afirmou. Agora, a Funcef trabalha como assistente de acusação do Ministério Público Federal (MPF) na operação. Com a assinatura do acordo de leniência de R$ 10,3 bilhões entre o MPF e a J&F, a Funcef vai receber R$ 1,75 bilhão. Os valores referem-se a multa e ressarcimento por causa de crimes e irregularidades identificadas em diversas frentes, incluindo a Greenfield. A expectativa passa a ser o ressarcimento em torno do FIP Cevix, criado pela construtora Engevix e gerido pela Caixa Econômica Federal. O MPF requereu o pagamento de R$ 1,206 bilhão ao fundo de pensão, o triplo do prejuízo causado à entidade, calculado em R$ 402 milhões. O presidente da Funcef não descarta buscar reparações na Justiça. “A própria legislação () fala que o equacionamento sendo feito pela patrocinadora e pelo participante não exime de se buscar na figura dos ex-dirigentes a sua responsabilização. Só que isso tem um rito processual e administrativo.” A entidade estabeleceu uma comissão técnica para apurar os fatos e identificar responsáveis, que deve apresentar os resultados até agosto. Na Comissão de Valores Mobiliários, a Funcef questiona o dever de diligência por parte de gestores e administradores em fundos em que tem participação, mas Vieira afirmou se tratar de “questão sigilosa”. Em alguns casos – como o da Sete Brasil, onde investiu R$ 1,3 bilhão -, a fundação tem buscado ressarcimento via arbitragem. A entidade revisa a atual política de investimentos e trabalha na desconcentração de ativos. “Quanto mais se valorizam esses ativos, mais rápido acabará a questão do equacionamento. Esse é o grande desafio da nossa área de investimentos.” Segundo ele, a expectativa “é muito positiva para o segundo semestre”. A Funcef é a terceira maior fundação do país, atrás de Petros e Previ (do Banco do Brasil), com um patrimônio de R$ 58 bilhões. Desse total, 70% estão em renda fixa. A renda variável tem R$ 10 bilhões e outros R$ 2,5 bilhões correspondem a créditos aos participantes. A fundação tem R$ 5 bilhões investidos em imóveis, e está acima do limite permitido pela Previc. O presidente da entidade elogiou o acordo de acionistas da Vale e mencionou a participação “muito expressiva” na empresa. “São R$ 5 bilhões, qualquer movimento ali vai ser muito bem coordenado”, afirmou, referindo-se a uma possibilidade de venda de sua fatia, sem detalhar o assunto. A Funcef informou que a Advocacia Geral da União (AGU) entendeu que a fundação não pode responder solidariamente em processos trabalhistas por ausência de pagamento e encargos contra companhias nas quais investiu por meio de FIPs, em caso ajuizado por ex-funcionário da Ecovix, em que tinha participação. A entidade avalia que pode evitar agora prejuízos relacionados a outros investimentos, como o caso do FIP Sondas.
quarta-feira, 7 de junho de 2017
México pretende ampliar importação de grãos do Brasil
O México está prospectando oportunidades para ampliar as importações de grãos do Brasil e reduzir sua histórica dependência do milho e da soja produzidos nos Estados Unidos, país com o qual passou a ter uma relação mais turbulenta desde que o empresário Donald Trump chegou à Presidência, em janeiro. Com esse objetivo principal, missão liderada pelo Ministério de Agricultura do México esteve em maio em alguns Estados brasileiros, onde manteve reuniões bilaterais e conheceu um pouco melhor as características da oferta. E, aparentemente, os representantes do governo e da iniciativa privada que participaram do grupo voltaram para casa satisfeitos. "Foi um marco de vontade política importante entre os governos do Brasil e do México", disse Raúl Urteaga, coordenador geral de Assuntos Internacionais do Ministério da Agricultura maxicano, ao Valor. Ele observou que, no âmbito do aprofundamento do Acordo de Complementação Econômica nº 53 firmado entre os dois países em 2002, todos os setores são importantes, mas sinalizou particular interesse na área agropecuária. "Diante da dependência que temos de certos produtos importados dos EUA e dos sinais ambivalentes emanados da Casa Branca, é o momento de acelerarmos a diversificação de nossas relações comerciais", afirmou Urteaga. Segundo ele, o setor primário tem uma participação modesta no Produto Interno Bruto (PIB) do México, mas vem crescendo a um ritmo duas vezes e meia maior que os demais nos últimos anos. Nesse contexto, uma nova porta pode ser aberta para a soja e o milho do Brasil, que atualmente lidera os embarques globais da oleaginosa, à frente dos EUA, e ocupa a segunda posição no ranking dos exportadores do cereal, atrás apenas dos americanos. E os volumes importados pelos mexicanas, provenientes de seu vizinho, não são desprezíveis. Conforme as estatísticas mais recentes do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), as importações mexicanas de milho alcançarão 14,8 milhões de toneladas nesta safra 2016/17, que terminará em agosto. A colheita do México no ciclo chegou a 27 milhões de toneladas, mas a demanda deverá atingir 39,8 milhões, de acordo com o órgão americano. As importações mexicanas de milho amarelo, como o exportado pelo Brasil – os embarques brasileiros deverão somar 34 milhões de toneladas em 2016/17, segundo o USDA -, servem para a produção de ração destinada à indústria avícola local. O segmento ainda se ressente da crise provocada pela descoberta de casos de gripe aviária no México nos últimos anos, mas implementou uma campanha de vacinação de todos os animais e tem a expectativa de, em breve, retomar suas exportações. Segundo Cesar J. Quesadas Macías, presidente do conselho da União Nacional de Avicultura, a indústria avícola mexicana consome cerca de 10 milhões de toneladas de milho e sorgo por ano e 40% desse volume é importado. Boa parte do sorgo é argentino, mas o milho é comprado sobretudo nos EUA – e normalmente tem problemas de qualidade, disse ele. No caso da soja, as quantidades são menores. Segundo o USDA, as importações mexicanas do grão, também usado em rações, chegarão a 4,3 milhões de toneladas em 2016/17, já que a produção local foi de apenas 420 mil toneladas e a demanda deverá alcançar 4,76 milhões de toneladas. As exportações brasileiras de soja deverão atingir, conforme o USDA, 63,5 milhões de toneladas em 2016/17, destinadas sobretudo à China. Com informações do jornal Valor Econômico.
segunda-feira, 5 de junho de 2017
Empresário Lirio Parisotto é condenado por agredir Luiza Brunet
Em sentença proferida hoje (05/06) pelo Tribunal de Justiça São Paulo, o empresário Lírio Parisotto foi condenado a um ano de detenção pela agressão à modelo Luiza Brunet no ano passado. A condenação pronunciada pela juíza Elaine Cristina Monteiro Cavalcanti determina que o réu deverá ficar dois anos sob vigilância, sendo obrigado a cumprir serviço comunitário durante doze meses. “Nestes últimos meses, aprendi mais sobre solidariedade. Recebi, de homens e mulheres, apoio e carinho com uma força enorme. A todos, minha imensa gratidão. Não foi fácil me expor, nem será apagar as marcas que a violência me deixou. Mas o que, ontem, foi vergonha e medo, hoje, é força e uma certeza: seguir no combate à violência contra as mulheres. Dei um importante passo, tive coragem para mudar e sempre fiquei ao lado da verdade”, disse Luiza Brunet ao saber da sentença. A acusação ocorreu após a atriz ser vítima de grave agressão por parte do empresário em maio do ano passado em Nova York. Na ocasião, Luiza teve quatro costelas quebradas, além de lesão no olho esquerdo. A defesa de Lirio Parisotto deverá recorrer da sentença. Com informações da revista Veja.
domingo, 4 de junho de 2017
Hyundai aposta no ônibus elétrico
A Hyundai revelou o seu primeiro ônibus elétrico, após meses de especulação. O veículo é chamado Elec City e deve ser lançado em 2018. O alcance é uma das limitações dos veículos elétricos. No caso do Elec City, sua autonomia é de até 290 km graças a sua bateria de 256 kWh. O que é interessante sobre esse ônibus da Hyundai é, também, seu curto tempo necessário para recarga: apenas uma hora, de acordo com a agência de notícias Yonhap. O Elec City será o primeiro ônibus da montadora a ser produzido em massa na Coreia do Sul. Ainda não se sabe se a empresa planeja levar o veículo para outros países. Diversas montadoras têm projetos de ônibus elétricos para os próximos anos. Esse é o caso, por exemplo, da Proterra, cujo veículo (Catalyst E2) tem autonomia de até 560 km. Além de contribuir para reduzir a emissão de poluentes na atmosfera, os ônibus elétricos podem ajudar governos a economizar no longo prazo, de acordo com um estudo da Universidade de Columbia, como indica o site The Verge.
sábado, 3 de junho de 2017
Mulher Maravilha poderá ser a melhor estreia da história para um filme dirigido por uma mulher
“Mulher-Maravilha” está a caminho de dar fim à maldição das super-heroínas em Hollywood, um gênero no qual Charlize Theron (“Aeon Flux”), Halle Berry (“Mulher-Gato”) e Jennifer Garner (“Elektra”) fracassaram, mas Gal Gadot parece ter chegado para triunfar. Com arrecadação de US$ 11 milhões na noite de estreia nos Estados Unidos, tudo indica que o novo longa-metragem pode superar os US$ 100 milhões durante o fim de semana, muito acima dos prognósticos conservadores do estúdio Warner Bros., que esperava um faturamento entre US$ 65 milhões e US$ 75 milhões. Se a projeção se confirmar, esta será a melhor estreia da história para um filme dirigido por uma mulher, neste caso Patty Jenkins. A melhor marca para uma diretora até o momento pertence a Sam Taylor-Johnson com “Cinquenta Tons de Cinza”, que estreou com US$ 93 milhões em 2015. Jenkins, que se afastou de “Thor: O Mundo Sombrio” por diferenças criativas com a Marvel, foi a pessoa que levou Charlize Theron a conquistar o Oscar de melhor atriz em 2004 pelo papel em “Monster: Desejo Assassino”. A carreira de Jenkins, quase totalmente dedicada à televisão, tem como pontos altos a direção de episódios de séries como “Arrested Development”, “Entourage”, “The Killing” e “Betrayal”. No entanto, a diretora chegou a “Mulher-Maravilha” depois que outra mulher, Michelle MacLaren (conhecida pelo trabalho em séries como “Breaking Bad” e “Game of Thrones) desistiu do projeto por não concordar com a visão que o estúdio tinha sobre o tipo de filme a ser feito. Protagonizado por Gal Gadot, Chris Pine e Robin Wright, “Mulher-Maravilha” conta a origem da super-heroína desde que era conhecida simplesmente como Diana, princesa da ilha paradisíaca de Themyscira, onde começa o treinamento para se tornar uma poderosa amazona. No entanto, Diana encontra um piloto de avião que a conta sobre um conflito bélico que está ocorrendo no mundo e decide abandonar a ilha para lutar ao lado dos Aliados na I Guerra Mundial. O filme foi bastante elogiado pela crítica, após a fria recepção de “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” e “Esquadrão Suicida”, as apostas anteriores do Universo Estendido da Warner sobre os personagens da DC Comics. O sucesso de “Mulher-Maravilha”, que conta com US$ 150 milhões de orçamento, é uma grande notícia para a indústria, especialmente para um gênero, o dos super-heróis, no qual as mulheres costumam desempenhar um papel secundário dentro de obras como “Os Vingadores”, em que Scarlett Johansson interpreta a Viúva Negra e Elizabeth Olsen a Feiticeira Escarlate. Já houve tentativas de lançar sagas protagonizadas por super-heroínas, como “Mulher-Gato” (2004) e “Aeon Flux” (2005), mas a arrecadação final de ambas ficou abaixo dos respectivos orçamentos. “Elektra” (2005) não foi tão melhor, ao faturar US$ 56 milhões a partir de um orçamento de US$ 43 milhões. Por isso, “Mulher-Maravilha” pode significar uma reviravolta dentro de uma indústria que começa a vislumbrar mais oportunidades para personagens femininos protagonistas e diretoras mulheres em superproduções. Jenkins é apenas a segunda mulher na história a dirigir um filme com orçamento de US$ 100 milhões ou mais, após Kathryn Bigelow em “K-19: The Widowmaker” (2002). Em 2019, a Disney lançará “Capitã Marvel”, dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, com Brie Larson como protagonista. Enquanto isso, a Sony Pictures prepara um filme sobre a Gata Negra e a Sabre de Prata, como parte do universo do Homem-Aranha, que terá Gina Prince-Bythewood por trás das câmaras. A Warner Bros. contará com o diretor Joss Whedon, responsável por “Os Vingadores” e pela série “Buffy, a Caça-Vampiros”, para o filme da “Batgirl”, uma super-heroína muito popular entre os fãs das histórias de Batman. Com informações da EFE.
Assinar:
Postagens (Atom)

















