Com dívidas de quase 300 milhões de reais, a Ri Happy, tradicional rede de lojas de brinquedos, está transformando a operação com atividades e eventos, mirando novos públicos. “Nós temos tudo, só não temos dinheiro”, brinca Thiago Rebello, presidente da empresa. Apesar da dívida, os prazos de pagamentos da Ri Happy junto aos bancos foram alongados e a situação é considerada confortável pela diretoria. O fundo Carlyle, controlador do grupo, aportou 75 milhões de reais ali recentemente.
domingo, 28 de julho de 2024
sexta-feira, 26 de julho de 2024
Rede varejista Assaí recorre a aluguel de espaços em lojas para aumentar receita
A rede de supermercados Assaí tem uma nova estratégia para incrementar as contas: aluguel de galerias comerciais nas lojas da rede. Em 2023, essa vertical de negócios faturou 93 milhões de reais. Neste ano, deve passar de 150 milhões de reais, segundo fontes do mercado. Os negócios do grupo vão “muito bem, obrigado”, mas ninguém queima dinheiro. A rede reportou lucro líquido de 93 milhões de reais no primeiro trimestre, 19% maior que no mesmo intervalo de 2023. “O lojista ajuda a pagar o IPTU e a conta de energia”, diz Fernando Basílio, diretor de expansão da Assaí.
quinta-feira, 18 de julho de 2024
Curitiba: Ney Leprevost convida Rosângela Moro para ser vice na chapa
A pré-candidatura do deputado federal Ney Leprevost à prefeitura de Curitiba nas eleições 2024 foi confirmada pela direção nacional do União Brasil, que pretende impulsionar o partido nos municípios como uma estratégia para chegar fortalecido ao pleito de 2026. Para oficializar a pré-candidatura, o União Brasil ainda busca um vice para a chapa de Leprevost. Rueda sugeriu o nome da deputada federal Rosangela Moro, que mudou de domicílio eleitoral em março deste ano e poderá concorrer no Paraná. “Foi uma indicação muito boa. Se ela topar, será a vice”, disse Leprevost à reportagem da Gazeta do Povo. “É uma advogada competente, com ideias boas e ideais humanitários. Acredito que ela seria uma excelente vice”, concluiu.
segunda-feira, 8 de julho de 2024
O custo do fim das “Saidinhas”
O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) afirmou, em relatório enviado ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin, que a lei que acaba com as chamadas saidinhas de presos e exige exame criminológico para progressão de regime custará ao menos R$ 6 bilhões anuais aos cofres públicos. O documento foi enviado na última semana no âmbito da ação que questiona a lei, apresentada pela Anacrim (Associação Nacional da Advocacia Criminal). Fachin submeteu a ação para ser julgada pelo plenário do Supremo. De acordo com o CNJ, a exigência desse exame criminológico - que abrange questões de ordem psicológica e psiquiátricaimpactará o sistema prisional brasileiro, "onerando sobremaneira os cofres públicos para um atendimento psicossocial que não vai melhorar o padrão de atendimento e as assistências da população privada de liberdade". "Para dar conta da nova demanda, prevê-se um custo anual de até R$ 170 milhões apenas para composição das equipes técnicas aptas à realização dos exames", afirma o relatório. "O prolongamento do tempo de encarceramento a decorrer dos inevitáveis atrasos nas futuras progressões de regime diante da nova exigência aponta que, em 12 meses, 283 mil pessoas deixarão de progredir regularmente, o que irá acarretar um custo anual (e adicional) de R$ 6 bilhões para os cofres públicos", acrescenta. Esses custos, afirma o conselho, consideram apenas o montante de recursos necessários para a manutenção dessas pessoas no sistema prisional. Sobre a restrição às saidinhas, o CNJ afirma que não há evidências que amparem o argumento de que o modelo promove cometimentos de novos crimes e grandes quantidades de não retorno de presos.
domingo, 30 de junho de 2024
Deputado paranaense Pedro Lupion cogitado entre os candidatos à presidência da Câmara Federal
Antes de se posicionar na disputa pela sucessão na Câmara, a bancada do agronegócio espera o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), definir qual candidato terá seu apoio. Parlamentares ligados à diretoria da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) afirmam considerar o momento ainda prematuro para essa discussão e dizem que qualquer costura política depende das sinalizações de Lira. De antemão, deputados ruralistas consideram que um candidato com “sensibilidade” às pautas do agro terá a preferência. O presidente da FPA, Pedro Lupion (PP-PR), é citado pelo setor e por alguns parlamentares como possível nome na disputa, mas integrantes do Centrão questionam sua viabilidade, já que as articulações para o comando da Câmara dependem mais de acordos partidários e de orientações das lideranças. Diante disso, a influência das bancadas temáticas no processo costuma ocorrer mais por meio das próprias legendas. Também dizem que as pré-candidaturas já estão consolidadas e dificilmente haverá espaço para um novo competidor. As tratativas devem ganhar força somente após as eleições municipais de outubro, mas Lira tem dito nos bastidores que escolherá em agosto seu candidato. A eleição que renovará o comando das duas Casas do Congresso ocorrerá em fevereiro do ano que vem. Em público, o presidente da Câmara já citou três nomes: o líder do PSD, Antonio Brito (BA), o primeiro-vice-presidente da Casa, Marcos Pereira (Republicanos-SP), e o líder do União Brasil, Elmar Nascimento (BA), considerado o favorito de Lira.
quinta-feira, 20 de junho de 2024
STJ proíbe aplicativo de ônibus no Paraná
A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu por unanimidade em sessão na terça (18/06) que o serviço de transporte de ônibus interestadual fornecido por empresas de aplicativo, ou seja fretamento por aplicativo, é ilegal. O objeto da ação movida pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), é a Buser. A decisão vale apenas para o Paraná. A Buser informou que vai recorrer da decisão. Contudo, a expectativa as sentenças de tribunais regionais federais sobre o modelo de fretamento da Buser sigam a jurisprudência do STJ.
quarta-feira, 19 de junho de 2024
Policial civil é denunciada por ‘alugar’, por R$ 20 mil, login de acesso a sistema com informações sigilosas
Uma policial civil ocupante do cargo de escrivã na Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran) de Curitiba foi denuncia pelo Ministério Público do Paraná. A denúncia aponta os delitos de associação criminosa, corrupção passiva e violação de sigilo funcional. A escrivã recebia mensalmente R$ 20.975,00 como uma espécie de “aluguel”. Outros dois indivíduos que faziam parte da associação criminosa também foram denunciados pelo Ministério Público. As investigações apuraram que a policial civil cedeu, mediante recebimento de vantagem indevida, o login e a senha do sistema Sinesp Infoseg, permitindo que terceiros tivessem acesso a informações sigilosas de particulares. A 1ª Vara Criminal de Curitiba recebeu a denúncia e determinou que a policial seja suspensa do exercício da função pública. Ela também foi proibida de acessar os sistemas policiais. Além da condenação pelos crimes denunciados, o MPPR pede que a escrivã perca a função pública.
domingo, 16 de junho de 2024
Desaprovação a Lula vai a 47% e iguala pior índice da série histórica, aponta Atlas
A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou o índice de 47% em pesquisa CNN/Atlas divulgada no sábado (15/06). A marca iguala o pior resultado desde o início da gestão do petista, registrado em novembro de 2023. Por outro lado, 51% dos entrevistados dizem aprovar o governo Lula e 2% não souberam responder. O instituto Atlas Intel ouviu 3.601 pessoas entre os dias 7 e 11 de junho. A margem de erro é de um ponto porcentual e o índice de confiança é de 95%. O índice de entrevistados que avaliam o governo Lula como “ótimo ou bom” é de 42,6%. A marca está em empate técnico com o número de pesquisados que avaliam a gestão do presidente como “ruim ou péssima”: 42,8%. São 14,3% os que avaliam o desempenho de Lula como “regular” e 0,3% não soube responder.
quinta-feira, 23 de maio de 2024
Deltan Dallagnol confirma apoio a Eduardo Pimentel na corrida à prefeitura de Curitiba
Deltan Dallagnol e o partido Novo confirmaram apoio a Eduardo Pimentel, pré-candidato do governador Ratinho Junior e do prefeito Rafael Greca à prefeitura de Curitiba. O anúncio foi realizado duas semanas depois que Dallagnol desistiu de se lançar na disputa. Em gesto simbólico, Pimentel assinou uma carta com 17 compromissos defendidos pelo ex-deputado e o Novo para Curitiba. Dentre eles estão o combate à corrupção, a indicação de nomes técnicos para as secretarias, a defesa da vida, da família, da liberdade de expressão e religiosa e o cuidado com as pessoas mais vulneráveis. Em vídeo publicado em seu perfil no Instagram, Deltan aparece ao lado de Pimentel, em frente ao Jardim Botânico da cidade, para anunciar o apoio. Os dois falam sobre a carta assinada e o ingresso do Novo na coligação com o PSD para o pleito municipal de outubro. “Estou muito feliz com a entrada do Partido Novo na nossa coligação e honrado pelo seu apoio. Temos muito trabalho a fazer e o seu apoio e o do partido serão essenciais”, declarou Pimentel.
quarta-feira, 22 de maio de 2024
Tribunal Superior Eleitoral garante o mandato de senador de Sérgio Moro
Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou, na terça-feira (21/05), recursos contra a decisão que absolveu o senador Sergio Moro (União Brasil-PR). Na prática o senador vai manter o mandato parlamentar. Prevaleceu o voto do relator, ministro Floriano de Azevedo Marques. Votaram na linha do relator os ministros André Ramos Tavares, Cármen Lúcia, Nunes Marques, Isabel Gallotti, Raul Araújo e o presidente da Corte, Alexandre de Moraes. Após a decisão, Moro publicou uma mensagem em uma rede social onde comemorou a decisão. Segundo ele, diante do resultado, os votos que recebeu foram respeitados. É possível recorrer no próprio TSE com os chamados embargos de declaração ou, se houver questão constitucional, ao Supremo Tribunal Federal (STF).
quarta-feira, 15 de maio de 2024
Tragédia deixa hotéis vazios e causa prejuízo de R$ 150 milhões na região de Gramado
As cidades da Serra Gaúcha ainda contabilizam os estragos causados pelas fortes chuvas que assolaram o Rio Grande do Sul desde o fim de abril. Mas um número já é certo para o setor de turismo local: o prejuízo com a ausência de visitantes somente neste mês deve ser entre R$ 120 milhões e R$ 150 milhões. A ocupação hoteleira em cidades como Gramado, Canela, Nova Petrópolis e São Francisco de Paula, costuma ser, em média, de 70% nesta época do ano, mas está em apenas 2%, afirma Claudio Souza, presidente do Sindtur Serra Gaúcha, entidade patronal que representa hotéis, pousadas, restaurantes, bares e similares.
terça-feira, 7 de maio de 2024
O Rio Grande do Sul debaixo d`água
O relevo de Porto Alegre é um ponto-chave para entender o acúmulo de água que causa enchentes na região metropolitana da capital do Rio Grande do Sul. Em um cenário de chuvas intensas e constantes há 10 dias, o lago Guaíba bateu a máxima história de 5,33 metros e deve permanecer acima da cota de inundação (3 m) até a próxima semana.
Juntamente com o relevo da capital, também contribuíram para a gravidade do cenário causado pelas chuvas extremas:
1- a formação topográfica das regiões no entorno da região metropolitana,
2- a bacia hidrográfica da área, e
3- o efeito das tempestades no Oceano Atlântico.
Confira o infográfico resumido:
A Defesa Civil do Rio Grande do Sul atualizou para 90 o número de mortos em razão dos temporais que atingem o estado. O boletim divulgado na terça-feira (07/05) ainda aponta que há outros 4 óbitos sendo investigados. O estado registra 132 desaparecidos e 361 feridos. Há 203,8 mil pessoas fora de casa. Desse total, são 48,1 mil em abrigos e 155,7 mil desalojados (pessoas que estão nas casas de familiares ou amigos). O RS tem 388 dos seus 497 municípios com algum relato de problema relacionado ao temporal, com 1,3 milhão pessoas afetadas.
sexta-feira, 3 de maio de 2024
Show da Madonna é de graça, mas não para todos — investimento chega a R$ 60 milhões
Mesmo de graça para o público, o show da Madonna em Copacabana, no Rio de Janeiro, movimenta valores estratosféricos. Em nota à revisa Exame, a Prefeitura da cidade informou que está investindo R$ 10 milhões no show da rainha do Pop. "O show da Madonna faz parte da política de atração de grandes eventos para a cidade, como ocorre com a realização de festivais, como o Rock In Rio, ou no Carnaval e Réveillon", explica a gestão. E isso retorna à cidade de forma multiplicada. O último Réveillon movimentou mais de R$ 3 bilhões da economia carioca, enquanto o carnaval 2024, R$5 bilhões. Já os shows realizados em novembro, como o da cantora Taylor Swift, renderam R$ 669,2 milhões. Desta vez, a expectativa da Prefeitura do Rio de Janeiro é de que o evento movimente R$ 293,4 milhões na economia da cidade. Somente o anúncio do show da popstar já garantiu a perspectiva de ocupação de até 100% dos quartos de hotéis e o aumento de 169 voos extras e 15 mil passageiros a mais no período no Aeroporto Internacional Tom Jobim, segundo dados da Prefeitura do Rio de Janeiro. Mas essa conta não para por aí. O valor total da apresentação é de quase R$ 60 milhões, conforme documento encaminhado pelo Governo do Rio de Janeiro para a Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do RJ, a Funarj, e obtido por veículos como Folha e Valor Econômico. Nele, está especificado o valor de R$ 59.908.437,50. Ainda segundo a planilha encaminhada à Funarj e obtida pelos veículos acima citados, os gastos com hotel foram estimados em R$ 4,85 milhões. O palco foi orçado em R$ 1,6 milhão, a estrutura de áudio em R$ 1,5 milhão, a equipe de segurança para o show em R$ 580 mil e a divulgação do evento em R$ 796 mil. Fora isso, ainda tiveram gastos com uma passarela do Copacabana Palace ao palco e reservas de salões do hotel para ensaios. Se a Prefeitura vai pagar R$ 10 milhões, os outros R$ 50 milhões ficam com quem? Com os dois patrocinadores do grande evento, Itaú e Heineken, e com Governo do Estado do Rio de Janeiro, que também paga uma outra parcela de R$ 10 milhões. Procuradas, as empresas não abriram os valores exatos que cada uma vai arcar. Quanto custa o ingresso do show da Madonna no Rio de Janeiro? Zero reais. Ao público, a performance sai de graça. Portanto, se você é fã da rainha do Pop, ou se estará de passagem pela cidade no dia 4 de maio, a única coisa que você deve ter é perseverança (mais de 1,5 milhão de pessoas são esperadas), protetor solar e uma garrafa d'água, afinal o Inmet já alertou que uma onda de calor deve tomar conta do Rio de Janeiro até o dia 5. A cantora vai receber pouco mais de R$ 17 milhões, o que dá aproximadamente US$ 3,3 milhões. A informação foi divulgada pelo blog de Ancelmo Gois, do jornal O Globo.
sábado, 27 de abril de 2024
Madonna vem ao Brasil na segunda, sob grande expectativa e forte esquema de segurança, diz Lauro Jardim
segunda-feira, 22 de abril de 2024
Disputa acirrada pela Prefeitura de Curitiba, com Ducci e Pimentel na frente
Uma nova pesquisa eleitoral divulgada nesta segunda-feira (22/04) pelo Instituto Opinião confirma uma disputa acirrada pela Prefeitura de Curitiba em 2024. Embora Luciano Ducci (PSB) e Eduardo Pimentel (PSD) apareçam bem colocados em todos os cenários pesquisados, eles ficam tecnicamente empatados com Ney Leprevost (União Brasil), Beto Richa (PSDB) e Deltan Dallagnol (Novo) num cenário em que os principais nomes já colocados para a disputa eleitoral participam do pleito. Com uma amostra de 1,2 mil entrevistados, o levantamento abordou a intenção de voto para o primeiro turno. Foram três os cenários avaliados, sendo que no primeiro deles desponta no topo da lista o nome do deputado federal Luciano Ducci (PSB), ex-prefeito da cidade, com 14,1% da preferência eleitoral. Seguindo de perto, está o atual vice-prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel (PSD), com 13,1%. Em terceiro lugar, o deputado estadual Ney Leprevost (União Brasil) conquista 12,5% das intenções. O ex-prefeito e ex-governador Beto Richa (PSDB), atualmente deputado federal, garante 11,7% da preferência, enquanto o ex-procurador e deputado federal cassado Deltan Dallagnol (Novo) fecha o quadro acirrado com 10,8%. Para o sociólogo e diretor do Instituto Opinião, Arilton Freres, esses resultados refletem a diversidade de opções políticas na cidade e a falta de um claro favorito: “O embate entre os principais candidatos demonstra uma eleição marcada pela pluralidade de propostas e pela ausência de uma liderança destacada, o que torna o cenário extremamente competitivo.” Abaixo, você confere o resultado para cada um dos cenários pesquisados pelo Instituto Opinião:
CENÁRIO 1
Luciano Ducci: 14,1%
Eduardo Pimentel: 13,1%
Ney Leprevost: 12,5%
Beto Richa: 11,7%
Deltan Dallagnol: 10,8%
Goura: 4,6%
Maria Victoria: 4,1%
Paulo Martins: 3,7%
Carol Dartora: 3,1%
Luizão Goulart: 2,0%
Cristina Graeml: 1,8%
Andrea Caldas: 0,5%
Indeciso/não sabe: 6,9%
Nulo/branco: 4,7%
Não opinou: 6,6%
CENÁRIO 2
Luciano Ducci: 21,1%
Eduardo Pimentel: 19,9%
Ney Leprevost: 19,2%
Maria Victoria: 5,8%
Fernanda Dallagnol: 4,6%
Cristina Graeml: 3,5%
Indeciso/não sabe: 16,7%
Nulo/branco: 7,8%
Não opinou: 1,5%
CENÁRIO 3
Luciano Ducci: 23,5%
Eduardo Pimentel: 22,6%
Beto Richa: 14,7%
Fernanda Dallagnol: 6,8%
Cristina Graeml: 5,8%
Indeciso/não sabe: 16,3%
Nulo/branco: 8,6%
Não opinou: 1,8%
O Instituto Opinião também questionou aos entrevistados sobre três possíveis embates diretos: Luciano Ducci x Ney Leprevost; Luciano Ducci x Eduardo Pimentel; e Ney Leprevost x Eduardo Pimentel. O atual vice-prefeito seria derrotado nos dois cenários em que apareceu: contra Ducci, perderia por 40,7% a 32,8%; contra Leprevost, por 39,4% ante 31,7%. Ducci, por sua vez, venceria ao “bater de frente” com os dois concorrentes: 39,3% x 33,4% contra Leprevost; e 40,7% x 32,8% contra Pimentel. Já Leprevost venceria contra Pimentel (39,4% x 31,7%) e perderia para Ducci (39,3% x 33,4%). Por outro lado, a pesquisa também investigou a rejeição aos pré-candidatos, revelando dados importantes sobre a percepção do eleitorado curitibano. Beto Richa lidera o índice de rejeição, com 51,6%, seguido por Goura, com 13%, e Maria Victoria, com 11%. Deltan Dallagnol e Luciano Ducci também enfrentam rejeição, com 10,9% e 10,7%, respectivamente. Arilton Freres comenta sobre a relevância desses números: “A alta taxa de rejeição de certos candidatos indica um desafio significativo em conquistar a confiança e o apoio do eleitorado. Isso pode ser crucial para definir os rumos da corrida eleitoral nos próximos meses.” A pesquisa também avaliou o possível impacto que teria na eleição municipal o nome de figuras proeminentes politicamente, como o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD); o prefeito de Curitiba, Rafael Greca (PSD); e o presidente da República, Lula (PT). O apoio do governador Ratinho Júnior, por exemplo, faria com que 44,6% dos entrevistados aumentassem a chance de voto no candidato, enquanto 33,3% afirmam que o apoio não influenciaria sua decisão e 19% diminuiriam sua inclinação. O apoio de Greca, por sua vez, resultaria em um aumento de 43,6% nas chances de voto para o candidato, não mudaria o cenário para 35,3% dos entrevistados, enquanto 17,8% afirmam que diminuiria. Já o apoio do ex-presidente Lula (PT) tem um efeito menos positivo, com 53,5% dos entrevistados indicando uma diminuição nas chances de voto, em contraste com 22,3% que aumentariam e 22,1% que não mudariam sua decisão. “A transferência de votos baseada no apoio de figuras políticas de destaque reflete a dinâmica complexa entre os diferentes grupos de eleitores e suas preferências ideológicas”, analisa Freres.
quinta-feira, 4 de abril de 2024
Ministro Gilmar Mendes se encontra com Sérgio Moro no STF
A conversa realizada na terça-feira (03/04) entre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e o senador Sergio Moro (União-PR) foi dura e repleta de críticas do magistrado sobre a Lava-Jato e a atuação do ex-juiz. No encontro que durou 1h30 revelado pela repórter Mariana Muniz, do GLOBO, Gilmar externou a Moro as críticas públicas que faz a ele e à operação e lhe deu um conselho: "Aproveite que o senhor está no Senado e sua experiência na casa para aprender". Quem intermediou a conversa entre ambos foi o senador Wellington Fagundes (PL-MT), que participou da reunião, realizada no STF. Gilmar questionou a legalidade de provas trazidas pela Lava-Jato, criticou o uso da operação para tentar pressionar o Supremo e apontou a investigação, por parte da força-tarefa de Curitiba, de autoridades com foro privilegiado. Moro ouviu mais do que falou. O senador tentou defender a operação, destacou que o foco era combater a corrupção e negou desvios de recursos na 13a Vara Federal de Curitiba, onde ele atuava na Lava-Jato. Moro também tentou se desvincular do ex-chefe da força-tarefa, o ex-procurador e ex-deputado federal Deltan Dallagnol, cassado ano passado. Na conversa, o ex-juiz fez um pedido ao magistrado, que mantivesse o canal aberto com ele. O último encontro entre ambos foi em 2019, quando Moro era ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro. Na ocasião, o ex-juiz esteve em Portugal para dar uma palestra no evento organizado pela instituição de ensino de Gilmar. A agenda entre ambos ocorre em meio ao processo do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná que pode culminar na cassação do mandato de Moro no Senado. Com informações do jornal METROPLEX.
quarta-feira, 27 de março de 2024
Ex-senador e ex-governador do Paraná, Roberto Requião deixa o PT
O ex-governador Roberto Requião protocolou na manhã da quarta-feira (27/03), no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE) o pedido de desfiliação do Partido dos Trabalhadores (PT). Requião se filiou em março de 2022 ao PT para disputar o governo do Estado. Na época, o partido comandado por Lula via a necessidade estratégica de ter um candidato no Paraná para defender a candidatura presidencial. Requião esteve ao lado de Lula, fazendo uma defesa ferrenha do petista, num grande ato na Boca Maldita, no Centro de Curitiba. O motivo da saída seria o descontentamento em relação a postura do PT na disputa pela Prefeitura de Curitiba, que sinaliza não lançar candidato próprio e dar apoio ao candidato Luciano Ducci.
segunda-feira, 18 de março de 2024
Em Apucarana, Rodolfo Mota (União Brasil) lidera na estimulada, segundo pesquisa da Rede Bandeirantes
Uma pesquisa divulgada na manhã da segunda-feira (18/03), revela a intenção de votos dos apucaranenses para as eleições municipais de 2024, que acontecem em outubro. A pesquisa foi contratada pela Rede Bandeirantes e realizada pela IRG pesquisas. Para chegar nos resultados, o instituto ouviu 400 pessoas de diversos bairros da cidade. Os dados foram colhidos entre os dias 12 a 15 de março de 2024. A margem de erro é de 4,89% e o nível de confiança é de 95%. Na pesquisa espontânea, quando não são apresentados nomes de nenhum possível candidato, os dados mostram que os indecisos estão no topo. Segundo a pesquisa, 54,4% não sabem ou não quiseram responder. Na sequência, o nome mais lembrado é do ex-prefeito de Apucarana e atual secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, com 17,5% das intenções, seguido por brancos e nulos, com 12,8%. Rodolfo Mota aparece com 4,3%, o atual prefeito da cidade, Junior da Femac, tem 3,0 % das intenções de votos, o vereador Lucas Leugi vem na sequência também com 3,0%, o vice-prefeito Paulo Vital 2,8%, Val da Gráfica 1,0%, Professora Jane 0,8% e Sérgio do Cristma 0,5%. Na pesquisa estimulada - quando os entrevistados fazem escolha a partir de uma lista apresentada -, Rodolfo Mota aparece com 29,3% das intenções de voto. Lucas Leugi tem 18,3%, seguido de Paulo Vital com 15,8%, Val da Gráfica 10,35%, Sérgio do Cristma 3,8% e professora Jane 1,5%. Não votariam em nenhum, votariam em branco ou anulariam o voto 13,3% dos entrevistados. Não sabem ou não responderam somam 7,8%;
domingo, 17 de março de 2024
Pesquisa para corrida eleitoral em Curitiba põe Eduardo Pimentel e Beto Richa no 2º turno
quinta-feira, 14 de março de 2024
Beto Richa: PSDB terá candidato à prefeito de Curitiba
O ex-governador paranaense Beto Richa (PSDB), que exerceu o cargo por dois mandatos consecutivos, foi beneficiado no final do ano com a nulidade dos processos em decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF ) Dias Toffoli, que, no mês passado, negou o recurso do Ministério Público do Paraná (MP-PR) e manteve a decisão que afirma que o tucano sofreu um “conluio processual”. Assim, o deputado federal começou o ano de 2024 dando sequência ao plano de uma candidatura própria do PSDB para as eleições municipais de Curitiba, tendo seu nome ou da esposa, Fernanda Richa, como protagonistas na chapa para a prefeitura da capital do estado. Prefeito de Curitiba entre 2005 e 2010 e governador do Paraná de 2011 a 2018 pelo PSDB, Beto Richa defende a candidatura tucana na capital para que o partido volte a crescer no estado e no país, sendo que a legenda perdeu espaço nas últimas eleições, quando deixou de ser a principal antagonista ao petismo. “Um partido que quer crescer e se fortalecer tem que participar de eleições. Precisa conversar com os eleitores, mostrar que o PSDB existe e tem propostas para os municípios, com ênfase nas maiores cidades do Paraná”, afirma o presidente estadual do partido e da Federação PSDB-Cidadania, em entrevista ào site Gazeta do Povo. Segundo o pré-candidato, o interesse em disputar a próxima eleição municipal em Curitiba foi reforçado por resultados de levantamentos internos, que indicariam o ex-prefeito como um dos mais lembrados pelo eleitorado curitibano. No entanto, o tucano afirma que a ex-primeira dama Fernanda Richa pode assumir o papel de pré-candidata, dependendo dos próximos resultados e articulações políticas para o pleito na capital. “Existe um movimento forte e crescente em torno do nome da minha mulher. Ela foi muito atuante em Curitiba, sobretudo nos bairros mais periféricos, atendendo quem mais precisa do poder público. Ela ajudou a melhorar a vida dessas pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade social”, comentou o tucano, ao lembrar do trabalho de Fernanda Richa como primeira-dama na capital e no estado, onde comandou secretarias ligadas à assistência social. Apesar de perder o papel de protagonista da centro-direita, Richa avalia que existe a “possibilidade real” do partido aumentar significativamente o número de prefeitos e vereadores nas cidades do estado. “Já fomos um grande partido e estamos passando por dificuldades em todo o país. É normal, isso é cíclico” justifica. O presidente do PSDB ainda confirmou que houve conversas sobre a saída das deputadas estaduais Mabel Canto e Cristina Silvestri, as únicas representantes tucanas na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), por causa das eleições municipais de 2024. No entanto, Richa afirmou que a tendência é que a dupla permaneça no partido.





