quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

2016: O retorno do Guns N Roses clássico


Como eu já havia antecipado em minha conta no Facebook, está confirmado uma grande novidade para  o ano de 2016: o retorno do grupo de rock Guns N Roses em sua formação original (ou praticamente original). Agora já com uma volta do núcleo que fez do grupo de rock a maior banda do mundo no fim dos anos 80 e começo dos anos 90, podemos afirmar com a mesma proporção de certeza que:

1 – O grupo será sim headliner do Coachella, conhecido festival de rock na California, em abril próximo (especula-se um cachê de US$ 10 milhões para cada um dos dois shows que estão programados);

2 – A banda fará uma apresentação ao vivo no programa televisivo Jimmy Kimmel Live! no mesmo dia em que as atrações do Coachella serão afirmadas – 6 de janeiro, uma quarta-feira;

3 – Mesmo com Duff e Slash a bordo, a banda – que também terá Dizzy Redd, Richard Fortus e Frank Ferrer – tocará “2 ou 3 faixas” do álbum de 2008 da marca, “Chinese Democracy”;

4 – Existe SIM um esforço do empresário Doc McGhee para que outra banda que fez muito sucesso na época , o Skid Row – agora sem vocalista – reúna sua formação clássica com o vocalista Sebastian Bach para abrir os 25 shows da turnê estadunidense que começa em maio. Seria um modo de a banda celebrar os 25 anos de seu maior sucesso de crítica e público, “Slave To The Grind”, entre outros;

5 – Prepare-se para comprar uma caçambada de remasters, lançamentos em BDA, downloads em alta resolução e ingressos caros, especialmente para os padrões dos EUA, tudo para celebrar os 30 anos da fundamentação fonográfica da banda com “Live! Like A Suicide”, que, ao contrário do que muitos pensam, não foi um EP independente, e sim um teste da Geffen elaborado pelo então empresário Alan Niven.;

Enquanto isso, fique com o primeiro registro fotográfico de W. Axl Rose em 18 meses, em chapa batida com a fã Suzy Khoury semana passada:



Fonte: Guns N' Roses: Surge primeira foto de W. Axl Rose em 18 meses http://whiplash.net/materias/news_796/235970-gunsnroses.html#ixzz3vrTinzZc 
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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Brasil leva dona da Schin a ter o primeiro prejuízo em 66 anos


O Brasil jogou água no chope da segunda maior cervejaria do Japão. A atualização das perspectivas financeiras da Kirin, dona das marcas Schin e Devassa, mostra que o mau desempenho da filial brasileira deve fazer com que a companhia japonesa registre em 2015 o primeiro prejuízo anual desde 1949. Segundo a companhia, a recessão e a política de preços devem fazer com que a perda operacional no Brasil seja 76% maior que o esperado originalmente. Quando a japonesa Kirin divulgou o balanço do terceiro trimestre, em 30 de outubro, a empresa anunciou aos investidores que esperava terminar 2015 com lucro de 58 bilhões de ienes - cerca de R$ 1,9 bilhão. Hoje, porém, os sinais foram invertidos. Agora, prevê prejuízo de 56 bilhões de ienes - cerca de R$ 1,8 bilhão. Confirmada a cifra, será o primeiro prejuízo desde o lançamento das ações da Kirin na bolsa de Tóquio, em 1949. A mudança dos sinais é explicada principalmente pelo que acontece em Itu, sede da Brasil Kirin. Até o terceiro trimestre, a controladora esperava perda operacional de R$ 273 milhões no mercado brasileiro. Nesta segunda-feira, a previsão de prejuízo saltou 75,8%, para R$ 480 milhões. A empresa explica que revisou mais uma vez o cenário para o Brasil diante da recessão e dos custos crescentes gerados pela estratégia de preços e pela atividade de vendas em um mercado de forte concorrência. “Há ainda mais estagnação no consumo e o tamanho do aumento de preços dos concorrentes foi menor que o esperado”, diz a empresa no comunicado ao mercado japonês. Quando convertidas para o iene japonês, as vendas no Brasil caíram 23,4% nos nove primeiros meses do ano na comparação com 2014. Além disso, a Kirin diz que tem feito provisões mais conservadoras sobre eventuais perdas de recebíveis de alguns atacadistas. A empresa também anunciou que está executando um processo de reavaliação do valor dos ativos que foram adquiridos da Schincariol em 2011. Haverá baixa pela reavaliação do ágio estimada em R$ 3,881 bilhões ou cerca de 141,2 bilhões de ienes. O ajuste não vai afetar o fluxo de caixa no País, mas reduzirá o tamanho dos ativos brasileiros da empresa - com perda de 114 bilhões de ienes que será absorvida pelo balanço da Kirin Holdings. Ao explicar a reavaliação do valor dos ativos no Brasil, a empresa nota que quando comprou a empresa do interior paulista havia expectativa de que a economia brasileira continuasse crescendo “com um dígito alto” nos anos seguintes. Agora, a previsão é que a estagnação continue por vários anos. Sobre o câmbio, a Kirin previa real estável e atualmente trabalha com a continuidade da desvalorização. A empresa também esperava crescer no ritmo dos concorrentes, mas, diante da grande concorrência, trabalha agora com a hipótese de que continuará avançando menos que o mercado. Com a baixa integral do ágio pago pela empresa de Itu, a cervejaria japonesa informa que não haverá depreciação adicional por ágio no próximo ano e nos balanços seguintes. Com informações do jornal Gazeta do Povo.

sábado, 19 de dezembro de 2015

Empresariado faz ressalvas à indicação de Barbosa para a Fazenda


O empresariado viu com ressalvas a indicação de Nelson Barbosa para substituir Joaquim Levy no Ministério da Fazenda. O presidente da Riachuelo, Flávio Rocha, afirmou que a nomeação de Nelson Barbosa para a Fazenda “distancia o Brasil do que deveria ser feito, que é o ajuste fiscal”. “Ele é o ministro da gastança. Foi até agora o principal obstáculo para o ajuste fiscal. Não acho que essa nomeação está alinhada ao bom senso”, disse o empresário do setor varejista. O empresariado viu com ressalvas a indicação de Nelson Barbosa para substituir Joaquim Levy no Ministério da Fazenda. O presidente da Riachuelo, Flávio Rocha, afirmou que a nomeação de Nelson Barbosa para a Fazenda “distancia o Brasil do que deveria ser feito, que é o ajuste fiscal”. “Ele é o ministro da gastança. Foi até agora o principal obstáculo para o ajuste fiscal. Não acho que essa nomeação está alinhada ao bom senso”, disse o empresário do setor varejista. O empresariado viu com ressalvas a indicação de Nelson Barbosa para substituir Joaquim Levy no Ministério da Fazenda. O presidente da Riachuelo, Flávio Rocha, afirmou que a nomeação de Nelson Barbosa para a Fazenda “distancia o Brasil do que deveria ser feito, que é o ajuste fiscal”. “Ele é o ministro da gastança. Foi até agora o principal obstáculo para o ajuste fiscal. Não acho que essa nomeação está alinhada ao bom senso”, disse o empresário do setor varejista. Com informações do jornal Gazeta do Povo.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Clima quente em Brasilia



Semana agitada em Brasilia. O governo precisando aprovar várias medidas urgentes para o enfrentamento da crise econômica que assola o Brasil. O empresariado ressabiado, adiando investimentos, a população de uma maneira geral postergando o consumo. A indústria retornando ao patamar de 50 anos atrás. E no meio idsso tudo a presidente decide substituir o Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, de perfil conservador, por Nelson Barbosa, (ex-Planejamento), cuja postura fiscal é mais expansionista e de perfil desenvolvimentista. Ele foi um dos responsáveis pela "nova matriz econômica" no primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff. Do outro lado o PMDB, fiel da balança para a governabilidade, está mais dividido do que nunca, com desavenças entre o presidente do Senado Renan Calheiros e o vice-presidente Michel Temer. Além disso tudo, o retorno de Leonardo Picciani à liderança do PMDB na Câmara dos Deputados. Na última quarta-feira (16/12) almocei com meu amigo deputado João Arruda (PMDB), líder da bancada paranaense no Congresso Nacional, e na quinta-feira, em companhia do senador Roberto Requião (PMDB) participei no plenário da Câmara dos Deputados da sessão conjunta da Câmara e do Senado, para aprovação de vários projetos de interesse so governo.


sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Crise no consumo fecha 7,2 mil lojas no Paraná em um ano


O Paraná registrou queda de 12,4% no número de estabelecimentos comerciais com vínculo empregatício no Brasil nos doze meses encerrados em outubro em relação ao mesmo período do ano anterior. O índice é o maior entre as 27 unidades da federação, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência Social. Em termos absolutos, o Paraná ficou em terceiro no ranking de fechamento líquido de lojas da CNC, com perda de 7,2 mil estabelecimentos, atrás de São Paulo (-21,6) e Minas Gerais (-9,5 mil). Atualmente, os estabelecimentos com vínculos empregatícios respondem por 43% do total de lojas no varejo brasileiro. Apenas quatro estados registraram mais aberturas na média dos últimos 12 meses: Roraima, Tocantins Amazonas e Paraíba. Em todo o país, segundo a confederação do comércio, houve queda de 9,1% no número de lojas com vínculo empregatício no período pesquisado – desempenho inédito em mais de uma década desse indicador, historicamente associado ao comportamento das vendas. Segundo a CNC, o fechamento de pontos comerciais é resultado da deterioração das condições de consumo, caracterizada por inflação e juros elevados, além da baixa nos níveis de confiança de empresários e consumidores. O volume de vendas nos últimos 12 meses até setembro, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio, do IBGE, caiu 0,4% no Paraná e 2,1% no país. De janeiro a setembro, a queda acumulada chega a 1,2% e 3,3%, respectivamente. Todos os dez segmentos do varejo registraram quedas no número de lojas. De acordo com os dados da confederação, a crise se manifesta mais claramente sobre ramos mais dependentes das condições de crédito, como informática e comunicação (-14,4%), materiais de construção (-14,3%), veículos e peças (-11,9%) e móveis e eletrodomésticos (-11,7%). O varejo brasileiro perdeu 64,5 mil estabelecimentos comerciais no período. O segmento de hiper e supermercados, responsável por 32,6% das lojas em operação, liderou a queda no país com a extinção de 15,5 mil pontos de vendas. Em seguida vieram, os segmentos de vestuário (-9,7 mil) e de materiais de construção (-9,5 mil).

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Farmácias diminuem descontos nos remédios


O preço dos remédios está sofrendo uma alta inesperada neste fim de ano, que pode pesar até 20% a mais no bolso do consumidor. Esses produtos têm o valor controlado pelo governo federal, que autorizou reajuste médio de 5,68% em abril. Agora, nesta segunda onda de aumentos, os preços sobem porque os fabricantes vêm reduzindo os descontos que ofereciam às farmácias. As redes, por sua vez, também acabam dando abatimentos menores aos clientes. Segundo fabricantes, a alta do dólar pressiona os custos de produção e, para manter as margens de lucro, os descontos são cortados. Representantes do setor dizem que os descontos nas farmácias variam muito de produto para produto, dependem da quantidade comprada pelas farmácias dos fabricantes (quanto maior a compra, menor o preço) e da concorrência do segmento. Mas não era difícil encontrar abatimentos de até 60% nos produtos de marca oferecidos nas redes até alguns meses atrás. Entre os genéricos, dizem esses representantes, o percentual alcançava até 80%, principalmente entre produtos com muita competição no mercado. Atualmente, a faixa média de descontos para medicamentos de marca se deslocou para patamares mais baixos, chegando até a 40%. Nos genéricos, um desconto de 50% é considerado muito bom negócio. De acordo com Telma Salles, presidente da Pró-Genéricos, entidade que representa os fabricantes destes produtos, em média, a diferença de preços entre os genéricos e os medicamentos de marca ficava em 50%. Agora, a diferença caiu para 40%, o que indica que a redução dos descontos também acontece nos genéricos. Por lei, os genéricos devem ser pelo menos 35% mais baratos que os medicamentos de marca. O Sindusfarma, entidade que representa empresas fabricantes da indústria farmacêutica, explica que os custos de produção tiveram alta entre 30% e 40%, considerando o dólar, que subiu mais de 40% este ano, o aumento da energia e os gastos com mão de obra. Como o preço dos remédios é controlado pelo governo e só aumenta uma vez no ano, não há como repassar esse gasto maior.

domingo, 6 de dezembro de 2015

Frigoríficos brasileiros serão avaliados por missão japonesa


Três estabelecimentos produtores de carne bovina termoprocessada no Brasil serão avaliados por uma missão japonesa, informou o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). As empresas trabalham com cortes submetidos a tratamento com o uso de calor, como, por exemplo, embutidos cozidos, vísceras cozidas, carne cozida congelada e carnes em conserva (corned beef). A missão sanitária japonesa visitará, desta segunda (07/12) a sexta-feira (11) da próxima semana, duas plantas em São Paulo e uma no Rio Grande do Sul, a fim de liberar as exportações. Na última sexta-feira (04/12), o Japão reabriu seu mercado a produtos cárneos termoprocessados brasileiros de origem bovina, suína, ovina e caprina (carne cozida congelada, conservas, extrato de carne, vísceras cozidas e embutidos). Com isso, o Brasil pode exportar esses produtos para aquele país. A reabertura foi anunciada em Tóquio, durante reunião entre a secretária de Relações Internacionais do Agronegócio do Mapa, Tatiana Palermo, e o vice-ministro para Assuntos Internacionais do Ministério da Agricultura, Florestas e Pesca do Japão (Maff), Hiromitsu Matsushima. Desde 2012, o Japão mantinha o embargo ao produto brasileiro por causa de um caso atípico de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), também conhecida como “doença da vaca louca", no Paraná. De acordo com a secretaria de Defesa Agropecuária, os técnicos do Ministério da Agricultura, Floresta e Pesca do Japão vêm avaliar os controles brasileiros de produção e certificação de produtos cárneos termoprocessados. Na mesma linha de negociação sanitária bilateral, o Brasil enviará uma missão técnica para avaliar cinco estabelecimentos de abate bovino no Japão. O país asiático tem interesse em exportar para o mercado brasileiro carne in natura, principalmente animais da raça Wagyu, também conhecida como Kobe beef. Os técnicos do Mapa cumprirão um roteiro nas cidades de Miyazaki, Kagoshima e Kumamoto, entre os dias 7 e 18 deste mês. As duas missões veterinárias fazem parte das negociações sanitárias em andamento entre Brasil e Japão. Para abertura efetiva dos mercados é necessária, ainda, a definição dos requisitos sanitários de produção e modelos de certificados sanitários internacionais a serem utilizados pelos dois países para, em seguida, assinar os acordos. A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, esteve no Japão em julho deste ano para negociar a ampliação do mercado japonês para os produtos do agronegócio brasileiro. Em sua visita, ela tratou sobre trocas comerciais na área de carne bovina.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Doações da JBS a políticos equivalem a 18,5% de empréstimos com BNDES


A JBS, maior exportadora de carne bovina do mundo e dona da marca Friboi, doou a políticos o equivalente a 18,5% do dinheiro que tomou emprestado do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) entre 2005 e 2014. Em 2014, a JBS doou R$ 366,8 milhões. O dinheiro encaminhado aos políticos não é proveniente dos empréstimos, segundo o BNDES e a empresa. Os empréstimos da empresa junto ao BNDES e as doações aos partidos políticos são legais. As doações foram declaradas ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), como manda a lei. De acordo com o BNDES, o grupo pegou emprestados R$ 2,5 bilhões entre 2005 e 2014, que foram liberados para operações como financiamento de exportações e compra de equipamentos, e não foram usados nas doações eleitorais. A data inicial de liberação dos recursos do banco estatal coincide com o aumento do volume das doações da JBS aos políticos. Desde que os recursos começaram a ser liberados, em 2005, a JBS já repassou R$ 463,4 milhões a políticos e partidos nas eleições de 2006, 2008, 2010 e 2014. O Grupo JBS faturou em vendas R$ 92 bilhões em 2013 (últimos dados disponíveis). Desde 2006, o grupo figura entre um dos maiores doadores individuais de campanhas políticas do Brasil. Em 2010, a JBS ficou em terceiro lugar, com R$ 63 milhões. Em 2014, a JBS foi a maior doadora, seguida da construtora Odebrecht , que doou R$ 111 milhões, e do Bradesco, com doações de R$ 100 milhões. Em 2006, um ano após o início dos empréstimos, foram R$ 12 milhões em doações. Quatro anos depois, foram R$ 63 milhões, e, em 2014, R$ 366,8 milhões, segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Somente para a eleição de 2014, a empresa doou 39,56% de todo o seu lucro líquido registrado em 2013, que foi de R$ 926,9 milhões. É como se, a cada R$ 100 de lucro, a JBS doasse R$ 39,5 para os caixas de campanhas de partidos e candidatos. Para efeito de comparação, a Odebrecht, segunda colocada no ranking de doações neste ano, doou 22% de seu lucro líquido em 2013, que foi de R$ R$ 490,7 milhões. O Bradesco, terceiro colocado, doou apenas 0,83% de seu lucro líquido em 2013, que foi de R$ 12 bilhões. O lucro líquido é a diferença entre o que a empresa faturou e os seus custos operacionais (salários, tributos, impostos, etc). Especialistas ouvidos afirmam que, no Brasil, as doações para campanhas são "investimentos" feitos pelas empresas para conseguir vantagens junto aos governos. O grupo JBS negou qualquer relação entre as doações feitas por empresas do grupo e os empréstimos tomados junto ao BNDES. Questionada sobre a natureza do relacionamento entre o PT e a JBS, a assessoria de imprensa da campanha à reeleição de Dilma Rousseff (PT) enviou nota dizendo que "todas as doações feitas ao comitê de campanha da candidata Dilma Rousseff têm cumprido rigorosamente o que determina a legislação eleitoral, sendo tratadas com absoluta transparência e declaradas ao TSE". A suspeita de que parte do dinheiro emprestado pelo BNDES tenha sido destinada a políticos é descartada pelo BNDES. Procurado pelo UOL, o banco informou que os critérios adotados para a concessão de empréstimo à JBS foram "impessoais e de natureza técnica". O BNDES disse ainda, por meio de sua assessoria de imprensa, que monitora como as empresas que recebem empréstimos investem o dinheiro e que equipes do banco fazem "visitas regulares ao empreendimento, conferindo o andamento do cronograma e a origem e especificação dos equipamentos adquiridos para o projeto". Com informações do portal UOL.

domingo, 29 de novembro de 2015

Izabella Camargo, destaque da Frizz Magazine, é recebida em Apucarana

Recebi ontem (sábado) juntamente com meu irmão José Nilson Sacchelli Ribeiro, minha amiga jornalista da Rede Globo Izabella Camargo, capa da edição de aniversário da Frizz Magazine, edição especial comemorativa de 11 anos. Prestamos uma homenagem recebendo-a em almoço em nossa residência. Momentos muito agradáveis. Desejamos a ela todo o sucesso nessa carreira vitoriosa !




sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Pedágio sobe a partir de terça-feira no Paraná


A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Infraestrutura do Paraná (Agepar) autorizou nesta sexta-feira (27/11) a correção das tarifas de pedágio do Estado a partir da próxima terça-feira (1º). O reajuste anual contratual vai variar de 6,69% a 7,05%, abaixo da inflação do período, medida em 9,93%, segundo o IPCA. A Agepar também autorizou a aplicação da revisão tarifária (também chamada de Degrau tarifário), para cobrir os custos de obras não previstas em contrato, como viadutos e duplicações, ou obras cujo cronograma foi antecipado. Com isso, o reajuste anual médio nas tarifas ficará em 10,28%. A tarifa de pedágio da praça de Jataizinho, na BR-369, por exemplo, vai subir de R$ 16,10 para R$ 18,60. 

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Jornal transforma trechos de "Que País é Este" em manchetes

No senado, o líder do governo Delcídio Amaral (PT-MS) foi preso por tentar obstruir as investigações do Lava Jato. Além disso, as lamas e os dejetos da barragem rompida em Mariana (MG) continuam causando estragos no meio ambiente e na política nacional. É um momento claramente conturbado para o país, que tenta se reerguer da corrupção e do delicado cenário econômico para emergir novamente no cenário mundial e respirar mais aliviado. Para chamar a atenção do público para esses e outros problemas atuais, o jornal Estado de Minas resolveu criar uma capa que traz nela uma espécie de protesto codificado e também muita criatividade. As manchetes da primeira página da edição de hoje (26) são trechos da música "Que País é Este", eternizada na voz do lendário cantor Renato Russo e o som da banda Legião Urbana. A arte ganhou aplausos do público e bastante buzz nas redes sociais. Em tempos difíceis para o meio impresso, o uso da criatividade em prol de um jornalismo mais inteligente e menos quadrado é um alento para quem é e para quem não é do meio. Confira a capa:


quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Governador Beto Richa vai inaugurar obras de saneamento em Apucarana nesta sexta

O governador Beto Richa, junto com o presidente da Sanepar, Mounir Chaowiche, inaugura nesta sexta-feira as obras de saneamento de Apucarana, no Vale do Ivaí, e de Florestópolis, no Norte do Estado. O evento em Apucarana vai ser às dez horas da manhã. Vão ser entregues as obra de ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto Biguaçu e de implantação de rede coletora. As obras beneficiam mais de 23 mil pessoas, de 20 bairros. A solenidade de inauguração do sistema de esgoto de Florestópolis, vai ser às três e meia da tarde. Vão ser entregues a estação de tratamento e as tubulações. O sistema vai atender 8 mil e 700 pessoas, de 11 bairros.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Atraso em pagamentos faz consórcio demitir 200 trabalhadores de obras da nova ponte do Guaíba


Infelizmente duzentos funcionários diretos e terceirizados estão sendo demitidos pelo consórcio responsável pela construção da nova ponte do Guaíba, em Porto Alegre. As informações são da Rádio Gaúcha. Operários, engenheiros, assistentes sociais, técnicos de diversas áreas e auxiliares estão sendo desligados. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada do Rio Grande do Sul, Isabelino Garcia dos Santos, foi comunicado na quarta-feira da decisão. Com cortes do Planalto, há risco de obras no RS perderem fôlego. No encontro, as empresas disseram que aguardam a normalização dos pagamentos do Governo Federal. Se isso não ocorrer até o fim do ano, a obra pode parar, pois as construtoras não têm mais como honrar seus compromissos financeiros. O último pagamento feito pela União ocorreu em junho. De acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), o consórcio tem R$ 73 milhões para receber por serviços que já foram realizados. As obras estão 25% concluídas. Os trabalhos estão sendo realizados há um ano. Conforme o cronograma oficial, ainda faltam 24 meses para o término da nova travessia. Fonte: Zero Hora.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Abril fecha "Playboy" e outras duas revistas; doze jornalistas são demitidos


A Editora Abril anunciou nesta quinta-feira (19/11) que deixará de publicar as revistas Playboy, Men’s Health e Women’s Health. Segundo o portal Imprensa apurou,em razão da medida, doze jornalistas que atuavam nas publicações foram demitidos. O resto da equipe será distribuída em outras redações da editora. Em nota oficial, a Editora Abril informou que a decisão faz parte de uma "estratégia de reposicionamento focado nas necessidades dos leitores e do mercado" iniciado há um ano com a "revisão do portfólio de produtos e a radical readequação das ofertas Abril à sua audiência, anunciantes e agências". As marcas serão publicadas pela última vez no próximo mês de dezembro. O presidente da Abril, Alexandre Caldini, também comentou sobre os novos investimentos em expansão digital ancoradas por Big Data e Branded Contente. "Temos marcas fortes, marcas respeitadas, que pautam o país em moda, beleza, política, negócios e diversos outros temas, como o mercado automotivo, design e decoração. O que estamos ofertando ao mercado publicitário com muito sucesso é a Jornada do Consumidor. Nossos anunciantes acompanham seu grupo definido de consumidores nos ambientes on e off-line - na web, nas redes sociais, em nossos sites, em nossas revistas, no mobile, onde seja -, entrando assim nas conversas que definem as decisões dos consumidores." Além dos três títulos, a Abril já havia se desfeito de algumas outras marcas em 2015. Em junho, jã havia sido informado que a editora havia demitido 120 funcionários e vendido títulos como Placar, Contigo, Você SA, Você RH, Ana Maria, Tititi e Arquitetura e Construção, repassadas à Editora Caras. 

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

“Há muita fraude no Bolsa Família”, afirma relator-geral do Orçamento


Relator-geral do Orçamento de 2016, Ricardo Barros (PP-PR) diz que o corte de R$ 10 bilhões que propõe ao Bolsa Família só afetará as distorções do programa de transferência de renda do governo. Barros diz que há muita fraude no Bolsa Família e que isso precisa ser corrigido. Em entrevista ao portal iG, ele diz achar muito difícil atingir o equilíbrio do Orçamento do próximo ano sem novas fontes de arrecadação, ou seja, impostos, mas afirma que aquilo que já tramita hoje no Congresso seria suficiente. Nem conta com a CPMF para 2016 e diz que as projeções de arrecadação do governo estão inchadas. “O defeso é um problema, muita fraude. O Bolsa Família também é um problema, muita fraude. O que o governo precisa é gastar bem o dinheiro que arrecada porque como está sendo exigido um grande sacrifício da sociedade para viabilizar essa arrecadação e o equilíbrio fiscal é preciso que o governo também tenha mão de ferro na gestão dos recursos e é desses excessos que estamos falando nos cortes”, diz Barros, que fala em construir um “Orçamento crível” para recuperar a credibilidade do País. “Precisamos de uma lipoaspiração no Bolsa Família, que não vai prejudicar quem realmente precisa”, diz ele em mais um capítulo da queda de braço que mantém com a presidente Dilma Rousseff via mídia. Dilma tem defendido que não vai aceitar cortes no Bolsa Família. “Estou propondo baseado numa auditoria da Controladoria Geral da União que determina que só 61% fiscalizadas tinha renda compatível com o que a lei autoriza. Então, se há um excesso de cartões, pessoas que não estão enquadradas na lei, é natural que elas sejam excluídas do programa”, defende Barros.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Lei Requião: direito de resposta, a defesa do cidadão contra os abusos da imprensa


Projeto de lei de Roberto Requião, que fixa prazo de 60 dias para apresentação do pedido à Justica, teve a votação concluída após tramitar por 4 anos e segue para sanção. Vai a sanção da presidente Dilma Rousseff projeto de lei que estabelece procedimentos para o exercício do direito de resposta por pessoa ou em- presa em relação a conteúdo divulgado pela imprensa. O texto (PLS 141/2011) foi aprovado na terça-feira (03/11) no Plenário do Senado. De acordo com a proposta, de Roberto Requião (PMDB- PR), o ofendido terá 60 dias para pedir o direito de resposta ou a retificação da informação. O prazo conta a partir de cada divulgação. No caso de divulgações sucessivas e contínuas, conta a partir da primeira. O projeto considera ofensivo o conteúdo que atente contra a honra, a intimidade, a reputação, o conceito, o nome, a marca ou a imagem de pessoa física ou jurídica. A resposta deverá ter o mesmo tamanho e as mesmas características da matéria considerada ofensiva, se publicada em mídia escrita ou na internet. na TV ou na rádio, deverá ter também a mesma duração e alcance territorial. "É um direito da cidadania, o direito ao contraditório, de defesa de qualquer pessoa agredida por um meio de comunicação" — ressaltou Requião, que dedicou a aprovação final da iniciativa ao senador Luiz Henrique da Silveira, morto em maio, pouco tempo após enfrentar denúncias do uso da sua influência política para encaminhar pacientes a hospital público, furando a lista de espera do Sistema único de Saúde (SUS) e prejudicando outros pacientes.
No projeto original, aprovado pelo Senado em setembro de 2013, a retratação espontânea do veículo cessaria o direito de resposta, mas não impediria a possibilidade de ação de reparação por dano moral. Na Câmara, que analisou o texto em seguida, os deputados alteraram esse trecho da proposta, determinando que a retratação ou a retificação espontânea não cessará o direito de resposta nem prejudicará a ação de reparação por dano moral. Humberto Costa (PT-PE) e Vanessa Grazziotin (PCdoB- AM) parabenizaram Requião pelo projeto, que consideraram uma contribuição para a democracia. Eles criticaram o “abuso da liberdade de expressão e a certeza da impunidade” para “atacar biografias, fazer jogo político rasteiro e divulgar calúnias”. O relator, Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), acolheu emenda da Câmara para ga- rantir ao ofendido, se assim o desejar, o direito à retratação pelos mesmos meios em que se praticou a ofensa. Valadares rejeitou emenda da Câmara que suprimia artigo do texto original para restabelecer o direito ao ofendido de dar a resposta ou retificação no rádio ou na TV por meio de gravação de áudio ou vídeo autorizado pelo juiz. Esse entendimento não foi unânime entre os senadores e teve oito votos contrários. Na opinião de Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), o artigo configura abuso do direito de resposta transformado em instrumento de promoção pessoal ao ocupar o lugar do locutor ou apresentador de TV. "A lei, sem esse dispositivo, garante já ao ofendido todas as condições de repor a verdade", defendeu.

domingo, 1 de novembro de 2015

Ratinho lidera pesquisa eleitoral para prefeitura de Curitiba

O Grupo Uninter, presidido pelo ex-deputado Wilson Picler (PEN), divulgou nesta semana pesquisa de intenções de voto à prefeitura de Curitiba em cenários eventuais das eleições de 2016. O Paraná Portal teve acesso a todos os cenários contemplados. No primeiro, o levantamento do laboratório de pesquisas da Uninter, coordenado pelo professor Ricieri Garbelini, mostra Ratinho Junior (PSC) na frente, com 18,4% das intenções de voto. O prefeito Gustavo Fruet (PDT), aparece com 14,0%. Requião Filho (PMDB), aparece com 9,4%; Luciano Ducci (PSB), 8,3%; Rafael Greca (PMDB), 8,1%; nenhum, 8,0%; Christiane Yared (PTN), 7,8%; Delegado Francischini (SDD), 5,9%; Flávio Arns (PSDB), 5,8%; Rubens Bueno (PPS), 4,0%; Ney Leprevost (PSD), 4,0%; Não Sabe/ Não Respondeu, 2,6%; Tadeu Veneri (PT), 2,2%; Professor Wilson Picler (PEN), 1,3%; Bernardo Pilotto (PSOL), 0,3%. Em um cenário sem Ratinho Junior, Fruet aparece na frente, com 17%, tecnicamente empatado com Requião Filho (PMDB), com 14,4%. Luciano Ducci (PSB), aparece com 14,1%. Em seguida vem Rafael Greca (PMN), com 12,6%; Fernando Francischini (SD) com 10,9%; Ney Leprevost (PSD), com 8% e Tadeu Veneri (PT) com 3,6%. Gustavo Fruet lidera o quadro de rejeição, com 20,7%. Quando respondem em quem não votariam, em pesquisa estimulada nesse cenário eventual, Requião Filho aparece com 13,9% de rejeição; Ratinho Junior, 13,8%; Nenhum, 11,9%; Delegado Francischini, 9,8%; Rafael Greca, 8,6%; Luciano Ducci, 8,2%; Não Sabe / Não Respondeu, 5,5%; Ney Leprevost, 1,9%; Tadeu Veneri, 1,5%; Rubens Bueno, 1,4%; Christiane Yared, 1,1%; Bernardo Pilotto, 0,6%; Professor Wilson Picler, 0,6%; Flávio Arns, 0,4%. A pesquisa foi feita entre os dias 19 e 24 de outubro e entrevistou 804 eleitores. A margem de erro é de 3,3% para mais ou para menos. Com informações do Paraná Portal.

sábado, 31 de outubro de 2015

China prevê 50 milhões a mais de habitantes em 2030


A nova autorização para que todos os casais da China possam ter dois filhos, e não apenas um como até agora, fará com que a população do país chegue aos 1.450 bilhão de habitantes em 2030, frente aos 1.393 bilhão projetados pelas Nações Unidas, previram nesta sexta-feira responsáveis governamentais. Segundo disse em declarações a "Xinhua" o subdiretor da Comissão Nacional de Saúde e Planejamento Familiar, encarregada da aplicação destas limitações, o relaxamento da política do filho único após 35 anos pode fazer com que o número de nascimentos anuais no país chegue a 20 milhões. A última vez que se chegou a esse número foi em 1997, e neste século o país mais populoso do mundo (quase 1,4 bilhão de habitantes atualmente) nunca alcançou os 17 milhões de nascimentos anuais. Calcula-se que entre 90 e 100 milhões de famílias se beneficiarão do fim da política do filho único, ou sua substituição por esta nova "política dos dois filhos", que se aplicará oficialmente uma vez aprovada pelo Legislativo chinês. Os especialistas consideram que as zonas rurais, onde vive 60% desses núcleos familiares, serão mais ativos na hora de ter mais filhos do que nas áreas urbanas, onde os altos custos da educação e da saúde podem dissuadir muitos casais nos quais tanto a mãe como o pai costumam trabalhar fora de casa. Apesar dos novos números apresentados hoje pelo governo chinês, se mantém a previsão de que a China deixará em breve de ser o país mais populoso do mundo e será superado pela Índia, já que o Fundo de População das Nações Unidas projeta que o número de habitantes nesse país superará os 1.520 bilhão em 2030.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Missão dos Estados Unidos virá inspecionar frigoríficos


A embaixadora dos Estados Unidos no Brasil, Liliana Ayalde, confirmou que uma missão norte-americana virá ao país em novembro para inspecionar plantas frigoríficas. O objetivo é dar Andamento ao processo de abertura dos mercados para o comércio da carne bovina in natura. Segundo assessoria do Ministério da Agricultura, a representante norte-americana elogiou avanços na cadeia produtiva da carne e elogiou a proposta de criar um grupo de trabalho para melhor avaliar riscos sanitários e fitossanitários nas Américas. Em novembro, a ministra Kátia Abreu participa de missão oficial para Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Índia e China, em que a carne bovina também vai estar em pauta. A primeira parada será em Riad, nos dias 8 e 9 de novembro, para participar do IV Fórum Empresarial Países Sul-Americanos e Árabes. Durante o evento serão trocadas informações comerciais e apresentadas oportunidades de investimento. Depois, a ministra vai a Abu Dabi para se encontrar com autoridades e empresários do setor agrícola. No dia 13, em Nova Délhi, Kátia se reúne com representantes do setor privado e órgãos das áreas de comércio, indústria e agricultura do país. No encontro será discutida a possibilidade de se ampliar o Acordo de Preferências Tarifárias Mercosul-Índia. No dia 17 de novembro, a comitiva chega a Pequim para pleitear que novas plantas frigoríficas sejam credenciadas à exportação. Com informações do Canal Rural.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Avaliação do governo não vai interferir na decisão de impeachment, diz Cunha


O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse hoje (27/11) que o resultado da pesquisa encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) ao instituto MDA, apontando melhora de um ponto percentual na avaliação do governo (subiu de 7,7%, em julho, para 8,8%, em outubro) não pode ser tratada como questão para análise do pedido de impeachment e não vai interferir em sua decisão. “Não se pode misturar. A popularidade ou impopularidade não pode ser motivo nem tem de evitar a abertura de um processo.” Cunha, que tem adotado tom cauteloso para falar sobre a petição dos partidos que defendem o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, afirmou que não tratou do tema na manhã de hoje. Ele confirmou que um posicionamento sobre o pedido deve ser anunciado no próximo mês. “Impeachment tem de ser tratado objetivamente, em função da responsabilidade, do descumprimento da lei e da Constituição. Caso contrário, vira uma somente uma questão política.” A pesquisa do MDA mostrou também que 70% dos entrevistados reprovam o governo. Na pesquisa anterior, o percentual alcançou 70,9%. Cunha admitiu que as pressões políticas tendem a aumentar com a manutenção do nível de aprovação abaixo dos 10%, mas sinalizou que sua decisão não será impactada por isso. Eduardo Cunha acrescentou que a impopularidade “e sua consequente crise econômica” afeta diretamente a governabilidade, já que, com níveis de aprovação mais altos, o governo teria mais facilidade para “colocar suas matérias em votação e vencê-la”. Segundo ele, a Câmara tem dado sinais claros de que quer colaborar para “desanuviar o ambiente econômico ruim”. O deputado citou o projeto elaborado por deputados que trata da securitização da dívida da União, que permitirá uma renegociação de débitos. “É papel da Câmara tentar resolver os problemas iminentes que possam existir. Não é aumentar a governabilidade. É poder dar condições de apreciar matérias que possam ter como resultado final a melhoria do ambiente. É o que estamos tentando fazer.” Afirmou, porém, que o caminho não será o da retomada da CPMF. Governadores e prefeitos devem intensificar as negociações com o Planalto para garantir o recebimento de parte da arrecadação caso a contribuição seja aprovada. “Não é CPMF que vai resolver. Precisamos mudar o ambiente econômico e a CPMF, longe de mudar o ambiente econômico, ainda vai onerar mais a economia para, justamente, diminuir o espaço de crescimento. Prefeitos e governadores terão uma ´CPMF´com o projeto de repatriação”, destacou. O projeto de repatrição é um dos itens da pauta de votações desta semana no plenário da Câmara. A proposta, que já foi aprovada por uma comissão especial, regulariza a situação de recursos e ativos não declarados depositados no exterior.