A decisão da União Europeia de deixar o Brasil fora da lista de países autorizados a exportar carne para o bloco europeu a partir de setembro reacendeu o debate sobre o uso de antimicrobianos na produção animal e os impactos das novas exigências sanitárias internacionais. O anúncio foi feito nesta terça-feira (12) e ocorre em meio ao endurecimento das regras europeias relacionadas ao uso de antibióticos considerados importantes para a medicina humana e veterinária. Segundo o bloco europeu, o Brasil ainda não apresentou garantias consideradas suficientes sobre o controle desses produtos na cadeia produtiva animal. O detalhe é que o antibiótico citado nas restrições europeias já é alvo de proibição no próprio Brasil. No último dia 26 de abril, o Ministério da Agricultura e Pecuária publicou uma portaria que proíbe em todo o território nacional a importação, fabricação, comercialização e utilização de aditivos melhoradores de desempenho contendo antimicrobianos classificados como relevantes para a saúde humana ou animal.
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